segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O jornalismo golpista do "disse-me-disse"

Uma pauta interessante para os formadores de opinião nesse debate sobre a parceria entre a PMM e GEA é a forma como alguns jornalistas escrevem matérias e notinhas em blogs e sites no Amapá, fortalecendo a tentativa de confundir ou manipular a opinião dos seus leitores para fazerem frente nos embates contra aqueles que não defendem os seus interesses políticos. Esse é o famoso jornalismo golpista do “disse-me-disse.”

A mentira propagandeada nas redes sociais sem mostrar algo de concreto como documento, gravação, testemunha ou foto pode ter efeito devastador. Lembrei agora da entrevista criada pela VEJA como Marcos Valério falando de Lula e que nunca existiu e nunca foi provada. Tudo teria sido invenção do veículo que faz oposição ao PT. Lembro que diversos jornalistas como Luis Nassif, Luis Carlos Azenha e Paulo Henrique Amorim, condenaram a onda golpista da VEJA com suas mentiras e ilações sobre Lula e o PT.

No Amapá alguns jornalistas arrotam independência, mas nos bastidores servem aos interesses de partidos e grupos políticos. Um exemplo claro desse jornalismo sem provas e golpista praticado pela VEJA são os jornalistas Correa Neto e Alcinea Cavalcante, que direta e indiretamente são ligados ao PSOL do senador Randolfe  Rodrigues e do prefeito Clécio Luis, mas publicamente para os seus leitores e nas redes sociais negam preferência política e partidária.

No final de semana o jornalista Correa Neto publicou uma nota duvidosa e mentirosa, onde afirmava que o governador  Camilo Capiberibe teria dito uma coisa que o próprio governador negou em nota direcionada ao ancião do jornalismo tucuju. O lendário Correa Neto ficou em maus lençóis e viu sua credibilidade ser colocada em xeque.

Em outro texto postado hoje 18/02/2013 em seu blog, a jornalista Alcinéa Cavalcante faz uso dessa estratégia maquiavélica, rasteira e golpista, tão utilizada pela VEJA e outros veículos da grande imprensa pra tentar dá força a uma mentira que se for contada mil vezes pode ser tornar uma verdade, segundo ensinamento do ministro da propaganda nazista de Hitler, Joseph Goebbels..

Alcinéa Cavalcante e Correa Neto tentam atribuir uma suposta frase ao governador Camilo Capiberibe. Quem ler a notícia no endereço http://www.alcinea.com/politica/governo-anuncia-que-fara-parceria-com-a-prefeitura, de imediato pensa que a frase foi realmente dita pelo governador, já que ela foi colocada no início da matéria afirmando e atribuindo ao chefe do Setentrião. Pessoas leigas podem cair e acreditar nesse golpe do mau jornalismo praticado por alguns profissionais. Vejamos o que diz o texto: 
“Enquanto o Randolfe não disser claramente, aqui, que não vai concorrer ao governo em 2014, vou deixar o Clécio a pão e água. Ele não vai aguentar”. A frase foi atribuída ao governador Camilo Capiberibe (PSB) e foi um dos assuntos mais comentados no fim de semana nas redes sociais, sites, jornais, feiras, mercearias, praças... (Postagem do blog da Alcinéa em 18/02/2013).
A pergunta que faço à jornalista Alcinéa Cavalcante e ao jornalista Correa Neto que postou e inventou a frase atribuída ao governador: Quando? Com quem? Com quais pessoas e onde o governador Camilo Capiberibe fez suposto comentário?

O jornalismo praticado por Correa Neto e Alcinéa Cavalcante segue a esteira daquelas pessoas que acusam sem ter provas. Eles não podem provar que o governador disse isso porque tudo não passa de mentira deslavada, invenção, fantasia e delírios de "mentes perigosas" que prestam um desserviço ao debate honesto e transparente, tentando manipular seus leitores e provocar uma guerra política entre o PSB e o PSOL.

Tanto Correa Neto, cuja filha Marcia Corrêa é Secretária Municipal de Cultura do prefeito Clécio Luis (PSOL), quanto Alcinéa Cavalcante, cujo filho Marcio Halery Alves Cavalcante que é assessor parlamentar do senador Randolfe Rodrigues (PSOL), defendem interesses ocultos na tentativa de pautar a opinião pública, utilizando seus blogs na internet.

Na verdade, Correa Neto e Alcinéa Cavalcante têm lado nesse debate e defendem os seus interesses que estão abaixo do interesse maior da população. Quem conhece os bastidores do poder sabe que isso faz parte do jogo sujo e rasteiro da política amapaense. Após tirarmos as máscaras do discurso independente e sem mostrarem provas de nada, os dois jornalistas sabem que o rei está nu: "xeque-mate".

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