quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A briga de foice pelo Orçamento do Estado: Por que eles querem mais dinheiro?

No último sábado, 3, foi realizada na Assembléia Legislativo do Amapá, uma audiência pública conduzida pelo promotor de Justiça Moisés Rivaldo Pereira, que afirmou ao blog que  “o objetivo principal da audiência era a discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da (LOA) para o ano de 2012 e que o debate foi muito interessante apesar da data disponibilizada pela AL ter sido um sábado o que reduziu a participação popular e da sociedade civil organizada, foi cumprido um papel importante de garantir transparência na discussão da divisão do bolo orçamentário de 2012.” 

Durante a audiência pública o ex-deputado federal Jurandil Juarez (PMDB) que está recebendo uma “humilde bagatela” de R$ 168 mil por meio de uma consultoria para defender os interesses da Assembléia Legislativa na disputa dos poderes pelo bolo orçamentário. Trouxe a tona para espanto do público os exorbitantes valores orçamentários solicitados pelos poderes ao poder executivo em 2012, conforme veremos a seguir.
O Poder Executivo por meio do governador Camilo Capiberibe (PSB), oficializou uma proposta que diverge dos interesses da Assembléia Legislativa e de outros poderes. Mas o centro da problemática está na sede de dinheiro já sinalizada pelo Legislativo, que pretende ter um orçamento acima do que estabelece o percentual constitucional enviado pelo executivo. 
O Executivo encaminha ao Legislativo a proposta de LDO e somente os deputados estaduais podem fazer mudanças, tanto para aumentar, quanto para reduzir a fatia do bolo orçamentário que será repassada a cada poder.  
O poder fiscalizador, o Ministério Público Estadual, contaria em 2011 com um orçamento de R$ 67.617,521 milhões (3,50%), mas teve este valor elevado em 2010 pela AL na votação da LOA para R$ 80.446.011 (4,16%). A proposta do MP é de fechar um orçamento de R$ 113.538.282 milhões em 2012. Já a proposta original do GEA é de R$ 80.004.570 milhões, ou seja, o percentual constitucional de (3,5%).
Por outro lado, o poder Judiciário que contaria em 2011 com um orçamento de R$ 124.609,431 milhões (6,45%) também teve valor elevado em 2010 pela AL na votação da LOA para R$ 163.036.219 (8,42%) mantém uma estrutura de diversas comarcas em todos os municípios do Amapá (número maior de funcionários que a AL) reivindica o valor de R$ 213.832.160 milhões e a proposta do GEA é de R$ 147.436.570 milhões.
O único poder que não reivindicou aumento do percentual estabelecido pela Constituição Estadual foi o Tribunal de Contas do Estado (TCE), que em 2011 teve um orçamento de R$ 48.298.229 milhões e deseja para 2012 um orçamento de R$ 57.145.957 milhões (2,50%), o mesmo percentual proposto pelo GEA. 
Em 2011 a Assembléia Legislativa teve um orçamento de R$ 96.210.072 milhões, o que representa 4,98% do orçamento total do Estado. A proposta feita pelo GEA para o ano de 2012 é manter o percentual de (4,98%) o que já garante um aumento significativo de R$ 17.624.675 milhões em relação ao orçamento de 2011 com valor de R$ 113.834.747 milhões.
No entanto a proposta orçamentária apresentada pela Assembléia Legislativa ao executivo segundo informou Jurandil Juarez, consultor da AL na audiência pública de sábado passado é de aumentar o repasse da AL de R$ 96.210.072 milhões em 2011 para R$ 156.868.764 milhões no orçamento do legislativo de 2012, o que configuraria um acréscimo de R$ 60.654.692 milhões um aumento exorbitante em apenas um ano, além de representar uma diferença de R$ 43.034.017 em relação à proposta do Executivo. 
A proposta da Assembléia Legislativa é um sinal amarelo para despertar a sociedade sobre o debate da LDO e da LOA que já está tramitando nas Comissões da AL e deve ser alterado para beneficiar o Legislativo, já que a prerrogativa de mudança dos valores da LDO e da LOA é exclusiva dos deputados.
O ex-deputado federal Jurandil Juarez em sua fala na AL ainda reclamou em defesa do Legislativo, argumentando que o Executivo “não fez nenhuma reunião prévia entre os poderes e que somente os poderes sabem o valor que eles precisam para manter seus gastos.”
O povo quer saber onde será gasto a fortuna reivindicada pela AL que soma a quantia de cerca de R$ 156 milhões de reais ao ano? Um orçamento maior que o da prefeitura de Santana, que tem que arcar com despesas em diversas áreas com uma população de 100 mil habitantes.
“Pra quê mais dinheiro para uma Assembléia Legislativa que conta apenas com 24 deputados estaduais? Pra quê mais dinheiro pra AL que não conta com 1000 mil funcionários do quadro efetivo e foi alvo de recentes escândalos, onde a Polícia Federal apontou na operação “Mãos Limpas” a existência de 3.000 mil funcionários “fantasmas” que não foram encontrados na AL?
Vejam abaixo uma tabela feita pelo blog que demonstra os valores desejados pelos poderes:
Poderes
Proposta do GEA para orçamento 2012.
Proposta dos poderes para orçamento 2012.
Assembléia Legislativa
R$ 113.834.747 milhões
R$ 156.868.764 milhões
Tribunal de Justiça
R$ 147.436.570 milhões
R$ 213.832.160 milhões
Ministério Público
R$ 80.004.570 milhões
R$ 113.538.282 milhões
Tribunal de Contas
R$ 57.145.957
R$ 57.145.957   milhões
Fonte:Apresentação do Consultor Jurandil Juarez

Unificação de programas sociais resultará em atendimento de 200 mil pessoas no Amapá

Previsto para entrar em vigor em janeiro de 2012, o Acordo de Cooperação celebrado entre o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e o Governo do Amapá tem o objetivo de intensificar o combate à pobreza extrema no Estado.
Segundo a secretária da Inclusão e Mobilização Social (SIMS), Ely Almeida, foram estabelecidas metas para o primeiro ano de vigência do acordo e também o monitoramento da integração dos programas Bolsa Família (governo federal) e Família Cidadã (governo estadual).

Diante de um levantamento, de análise feita pela SIMS, foi identificado que das 17.836 famílias beneficiadas do Programa Renda para Viver Melhor, somente 4.333 estão incluídas no Cadúnico e, destas, apenas 3.347 recebem o Programa Bolsa Família (PBF).

Aproximadamente 11 mil famílias possuem renda compatível com os critérios de elegibilidade do PBF, podendo ser incluídas no programa federal. As demais 2.530 famílias apresentam renda superior ao corte, que hoje é no valor de R$ 140,00 por renda per capita.

"Com a integração dos dois programas será reduzido em média 50% o valor do recurso orçado para o pagamento do Renda para Viver Melhor", explicou Ely Almeida.

O Governo do Amapá prevê o atendimento de 31 mil famílias do programa Bolsa Família, que, mesmo recendo o beneficio, ainda estão abaixo da linha da extrema miséria. E as famílias que fazem parte do Programa Renda para Viver Melhor, a previsão de ampliação da unificação dos programas é de 42 mil famílias, perfazendo um atendimento de 208 mil pessoas.

Essa adesão faz parte do Pacto assinado pelo governador Camilo Capiberibe ao Plano Brasil Sem Miséria. No total, o Governo do Amapá deve destinar R$ 53,5 milhões no ano ao Brasil sem Miséria, pagando um complemento de no mínimo R$ 25,00 per capita por membro da família até o limite de R$ 125,00 para complementar a renda das famílias que, mesmo recebendo o beneficio do PBF, encontram-se abaixo da linha da pobreza.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Comissão da Anistia pede desculpas pelo 2º exílio político de Capi

Sizan Luis Esberci
Brasília, 06/12/11 – O vice-presidente da Comissão da Anistia Edmar Oliveira apresentou, nesta segunda, 5, um pedido de desculpas ao senador João Alberto Capiberibe e à deputada federal Janete Capiberibe, ambos do PSB do Amapá.
Oliveira desculpou-se pela morosidade do poder judiciário que retardou a posse do senador João Alberto Capiberibe, provocando o 2º exílio político do amapaense, afastado do mandato no Senado Federal durante seis anos, desde 2005. O pedido foi dirigido também à deputada Janete. O governador da Bahia Jaques Wagner endossou o pedido de desculpas ao casal Capiberibe.
Eleita a deputada federal mais votada do Amapá pela 3ª vez consecutiva, com 28 mil 147 votos, Janete só tomou posse em 13 de julho. João Capiberibe recebeu 130 mil 411 votos e tomou posse apenas dia 29 de novembro, mais de um ano após ter sido eleito e 10 meses depois de iniciada a legislatura.
Os políticos amapaenses tiveram seu primeiro exílio político entre 1971 e 1979, durante a ditadura militar; foram anistiados e receberam o pedido formal de desculpas do Governo brasileiro no início deste ano. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União em 1º de fevereiro.
Na Bahia, participaram nesta segunda, 5, da 53ª Caravana da Anistia, que concedeu a anistia “post mortem” a Carlos Marighella, no centenário de nascimento do líder comunista. O “inimigo número um” da ditadura liderou a Ação Libertadora Nacional - ALN e foi morto em uma emboscada dos militares, dia 04 de novembro de 1969. João e Janete Capiberibe integraram a ALN. No julgamento feito pela Comissão da Anistia, Capiberibe foi testemunha a favor de Carlos Marighella, junto com a viúva do comunista Clara Charf .

Homenagens a Jacinta Carvalho e Leonai Garcia

A deputada federal Janete Capiberibe prestou homenagem póstuma, nesta terça, 06, à Secretária de Comunicação do Governo do Amapá Maria Jacinta Rodrigues de Carvalho Gonçalves, falecida  dia 04, ao médico Leonai Garcia, falecido ontem à noite, e ao jogador de futebol Sócrates, líder da Democracia Corinthiana, falecido na madrugada do domingo, 04.

Festival Quebramar inicia sua IV edição

O Festival Quebramar 2011, que será promovido no Estado no período de 6 a 11 de dezembro, iniciou na manhã desta terça-feira, 6, no Centro de Difusão Cultural Azevedo Picanço, com uma coletiva à imprensa. O evento, realizado desde 2008, chega este ano em sua quarta edição e vem procurando manter sempre vivo o principal objetivo, que é difundir a música brasileira.

Com o apoio do Ministério da Cultura, Petrobras e o Governo do Estado do Amapá, o festival contará com a participação de 26 bandas de vários estados brasileiros e da Argentina, além da realização de mesas de debate, painéis e exibição de filmes.

Este ano, o evento tem uma programação mais ampla, que envolve diversas formas de manifestações culturais. O Festival Quebramar apresentará também teatro, literatura, artes visuais e audiovisual.

A abertura oficial do evento acontece nesta terça-feira, 6, a partir das 19h, no Centro de Cultura Azevedo Picanço, com a realização de uma mesa de debates, que discutirá o tema "Políticas públicas para a cultura e o custo Amazônico", que contará com a participação do representante do Ministério da Cultura da Regional Norte (Minc/Norte), Delson Cruz, do secretário de Cultura do Amapá, Zé Miguel, do vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura do Amapá (Consec/AP), Cleverson Baia e da Fundação Elias Mansur/AC, Karla Martins.

O objetivo deste debate, segundo Delson Cruz, é fortalecer e ampliar cada vez mais as discussões em relação a criação de políticas públicas voltadas para a cultura, buscando sua valorização. A partir desta quarta-feira, 7, a programação seguirá com a apresentação de artes cênicas, instrumental e shows de diversas bandas.

No domingo, 11, encerrando a programação, 9 bandas se apresentam na Fortaleza de São José de Macapá, com a participação especial de Pepeu Gomes.(Karla Marques/Secom)

Desmatamento na Amazônia cai 11% é o menor desde 1988

Jornal O Globo
BRASÍLIA - O desmatamento na Amazônia nos 12 meses entre agosto de 2010 e julho de 2011 foi menor registrado desde 1988, quando o governo começou a monitorar a situação. O anúncio dos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) foi feito na tarde desta segunda-feira pelos ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), após reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. No período analisado, o desmate atingiu 6.238 quilômetros quadrados, ante 7 mil nos 12 meses imediatamente anteriores, o que corresponde a uma queda de 11%.

- É uma grande vitória do Brasil apresentar a menor taxa desde 88, principalmente pela forma como começamos o ano. Havia um aumento em curso que foi detido – afirmou Mercadante , acrescentando que o motivo da queda foi o combate empreendido pelo governo : - A presidente parabenizou muito a equipe e disse que quer mais.

Houve diminuição do desmatamento em todos os estados da região, exceto em Mato Grosso (20% de aumento) e Rondônia, onde a área destruída dobrou. O primeiro já era alvo de força-tarefa do governo, que reforçou a fiscalização, desde que o sistema de alerta do governo apontou o avanço do desmate, com o uso do chamado correntão. A ministra Izabella Teixeira informou que o mesmo trabalho já está sendo feito em Rondônia. Ela afirmou que o objetivo do governo é transformar a Amazônia em uma área de absorção de carbono a partir de 2015.

O Pará teve a maior área desmatada (2.870 quilômetros quadrados), seguido de Mato Grosso (1126), Rondônia (869), Amazonas (526), Maranhão (365), Acre (271), Roraima (120), Amapá (51) e Tocantins (40).

Lucas Barreto anuncia ruptura com PSOL, defende Sarney e verba indenizatória de 100 mil reais na AL

Em entrevista hoje pela manhã ao jornalista Luiz Melo em seu programa matinal radiofônico, o ex-presidente da Assembléia Legislativa, Lucas Barreto (PTB), afirmou que não comerá mais das mesmas “pirapitingas”  e não estará no mesmo palanque do PSOL de Randolfe Rodrigues nas eleições de 2012.
Lucas Barreto disse que não tem pretensões de ser candidato ao cargo de prefeito de Macapá nas eleições do ano que vem e deve apoiar o pré-candidato Davi Alcolumbre (DEM), que segundo ele, também contaria com o apoio do atual prefeito Roberto Góes (PDT).
O ex-presidente do legislativo estadual demonstrou publicamente mágoas políticas e divergências sobre o Código Florestal com o senador Randolfe Rodrigues (PSOL), descartando apoio a uma possível candidatura do vereador Clécio Luís, que é o pré-candidato do PSOL ao cargo de prefeito da capital.
Defesa de José Sarney
O petebista afirmou ao jornalista Luiz Melo que nutre profundas gratidões com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB) e que acha injusta as inúmeras matérias e críticas da imprensa nacional e de parte da imprensa local ao pemedebista. Barreto foi apontado como “assessor fantasma” do presidente Sarney no famoso escândalo dos “Atos Secretos” do Senado, segundo revelou a imprensa nacional em 2009.
Crítica ao programa “CQC”
Barreto também criticou o programa humorístico “CQC” que ontem mostrou em rede nacional na TV Bandeirantes, uma matéria relatando o caso da farra da verba indenizatória de 100 mil que está em vigor desde julho deste ano na Assembléia Legislativa do Amapá.
Para o petebista a imagem do Amapá foi colocada em xeque, mas não explicou porque é a favor da medida tomada por Moisés Souza (PSC) e pela Mesa Diretora da Assembléia Legislativa, da qual foi presidente durante dois anos.

CQC mostra a pior Assembléia Legislativa do Brasil

A pior Asssembléia Legislativa do Brasil

Quem quiser rever a matéria bombástica feita pelo CQC sobre a pior Assembléia Legislativo do Brasil, que aumentou para até 100 mil a verba indenizatória dos deputados estaduais, acessem o link abaixo.

http://cqc.band.com.br/videos.asp?v=2c9f94b53410e2ab013411249b93003c&pg=1#videos_topo

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Faleceu em Belém o médico e jornalista Leonai Garcia

É com pesar que este blog informa o falecimento do médico e jornalista Leonai Garcia. O médico estava internado em Belém e faleceu nesta noite na capital do Pará. A qualquer momento este blog volta com mais informações sobre o falecimento deste importante homem que prestou grandes serviços ao povo do Amapá.

Bruno Jerônimo assume interinamente a SECOM

O governador Camilo Capiberibe assinou hoje, decreto nomeando o publicitário Bruno Jerônimo para ocupar o cargo de Secretário de Estado da Comunicação interinamente. 

Bruno Jerônimo, tem 34 anos, estava atuando na SECOM como Chefe de Gabinete. Bruno era amigo pessoal e de confiança da então secretária Jacinta Carvalho, que faleceu no último domingo (4), vítima de infecção generalizada.

O blog deseja boa sorte ao ao nosso querido Bruno Jerônimo, grande amigo e gente boa.

Ivan Valente é eleito presidente do PSOL

Congresso do partido amplia política de alianças. Dirigente vê possibilidades de vitória em três capitais em 2012. Para ele, partido amadurece e passa a ser interlocutor qualificado nas disputas políticas e sociais. Direção do PSOL acredita que tem chances de ganhar três prefeituras no ano que vem: Belém, Macapá e Rio de Janeiro. 

Da Redação, Carta Maior


O deputado federal Ivan Valente (SP) foi eleito, neste domingo (4), presidente nacional do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), durante o III Congresso Nacional da agremiação, em São Paulo. Desde sexta-feira, 333 delegados de 19 estados debateram a situação brasileira e internacional e aprovaram as bases para as alianças partidárias com vistas às eleições municipais de 2012.

Nascido de uma dissidência do PT, em 2004, o PSOL vê chances de ganhar pelo menos três prefeituras no ano que vem: Belém (PA), Macapá (AP) e Rio de Janeiro. Na capital paraense, o ex-prefeito Edmilson Rodrigues alcança 42% nas intenções de votos. No Rio, o candidato será o deputado estadual Marcelo Freixo e, no Amapá, o vereador Clécio Luís.

Gilvam Borges alopra e tem pesadelos sobre sucessão na PMM

Além de cometer uma gafe daquelas em artigo publicado no Jornal do Dia de ontem, o ex-senador Gilvam Borges (PMDB), que agora se intitula líder da oposição, faz uma análise meio que confusa do quadro eleitoral de 2012 e demonstra o total desespero da oposição sem rumo.
Numa das frases de seu texto, Borges alopra na gafe: “Já o PP, do deputado Edinho Duarte, confirma candidatura própria rumo ao Palácio Janary Nunes.” Parece que o andarilho desconhece o nome "Palácio Laurindo Banha", trono do atual prefeito Roberto Góes.
Já no encerramento do seu artigo intitulado “O PT de Dalva Figueiredo: Levantai-vos, candidatos”, o ex-senador Gilvam Borges deixa vazar uma das possíveis saídas da oposição esfacelada que tenta reunir os cacos, após o fenômeno de setembro de 2011, propalado pela Polícia Federal. Vejamos os delírios maquiavélicos de Borges:
“O ano de 2012, acreditem, será de intensas brigas e desavenças políticas. O alto índice de rejeição do governo e os conflitos que ocorrerão, entre a Assembléia Legislativa e o Poder Executivo, provocarão a configuração de um novo cenário. Palco onde o deputado Moisés Sousa (PSC) poderá surgir com toda a força, como um dos novos candidatos a prefeito da capital. No mais, é consultar a bola de cristal.”
Observem que o peemedebista antecipa que os deputados, Moisés Souza e a oposição farão de tudo para atrapalhar o andamento do governo Camilo Capiberibe, vazando a estratégia de criar uma “guerra santa” entre o Legislativo e o Executivo, sem falar na estaparfúdia e já anunciada "CPI do MP", anunciada pelo presidente da AL, que ando meio chateado com a pressão do MP e da sociedade que condena a farra da verba indenizatória de R$ 100 mil para os edis.
Além disso, o vassalo de Sarney deixa bem claro que uma das saídas, diante do atual quadro desespero da oposição para não deixar que a atual aliança PSB/PT saia vitoriosa na disputa eleitoral de 2012, seria o lançamento de Moisés Souza como candidato das oposições e apoiado pela Assembléia Legislativa e a direita corrupta.
Gilvam Borges, assim como Pedro Paulo e outros da falida “harmonia” demonstram total desconhecimento político quando o assunto é a correlação de forças dentro do PT. Mas isso será alvo de comentários em outro momento.
O fato é que a oposição ao governo socialista está desnorteada, desesperada, que agora resolveu até paralisar obra da Caesa, já que o bombardeamento midiático não tem surtido efeito na opinião pública. Eles resolveram atacar abaixo da cintura para ver se estanca a ofensiva e o salvo político do governo com as obras estruturantes na capital e em todo o Amapá.

Homenagem marca cem anos do nascimento de Marighella

O líder revolucionário baiano Carlos Marighella, que morreu em uma embocada ao lutar contra a Ditadura Militar no Brasil, foi simbolicamente anistiado pelo Ministério da Justiça em Salvador, na 53ª Caravana da Anistia, realizada nesta segunda e terça-feira (5 e 6). A família do guerrilheiro recebeu um pedido formal de desculpas do governo pela perseguição política e morte. Carlos Marighella, que nasceu em 1911 e morreu em 1969, completaria 100 anos nesta segunda se estivesse vivo. Nascido na capital baiana, ele militou no Partido Comunista Brasileira (PCB) até 1967. Por defender a luta armada, foi expulso da legenda e fundou a Aliança Libertadora Nacional (ALN). Entre 1968 e 1969, Marighella foi considerado inimigo número um da ditadura militar. O ódio contra o baiano ganhou força com sua participação no sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick em parceria com o MR-8.



Uma triste manhã de domingo

"Hoje pela manhã quando estava em Brasília tomando café com o senador Capiberibe, deputada Janete e nossa família, tivemos uma manhã silenciosa de dor e tristeza pelo falecimento da Jacinta que era muito querida para todos nós." (Governador Camilo Capiberibe,  durante sua fala no velório da jornalista  e militante do PSB, Jacinta Carvalho)

domingo, 4 de dezembro de 2011

Aos que sentem dor pela partida de Jacinta

Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.
(Paulo Coelho)

A comunicação do Amapá está de luto!

Este blogueiro está de luto por conta do falecimento da mãe, amiga, companheira de todas as lutas, professora universitária, jornalista e competente Secretária de Estado da Comunicação do Governo do Amapá, Jacinta Maria Rodrigues de Carvalho Gonçalves.

Cintía como também era conhecida pelos amigos mais íntimos e familiares, era uma pessoa sempre alegre e bem humorada. Sempre soube respeitar o ser humano. Confesso que aprendi muito com a jornalista Jacinta Carvalho nesses meses em que ela esteve à frente da SECOM. 

Conheci Jacinta pessoalmente no dia em que o governador Camilo Capiberibe lhe fez o convite para assumir a Secretaria de Estado da Comunicação. 

Lembro como se fosse hoje. Estávamos no escritório provisório do governador, em frente a sua antiga residência, dias antes dele tomar posse, e ela saiu da sala já feliz e surpresa com o convite. Foi o nosso primeiro contato e o início de uma amizade fraterna e solidária. Eu e Jacinta até brincamos. Ela disse que estava com fome, depois da longa conversa e depois do convite até perdeu o apetite, sentindo-se honrada pelo prestígio dado pelo governador.

Jacinta gostava de se deliciar com um bom carangueijo, um peixe assado e reunir os amigos e familiares no final de semana em sua residência no bairro Marabaixo em Macapá. Era só alegria e festa!

O sorriso e a alegria de Jacinta sempre estará presente em nossas lembranças, mentes e corações. 

Adeus Jacinta! Seja recebida pelo nosso Senhor Jesus Cristo e que Deus conforte e dê força aos familiares e amigos!

Nota de Falecimento do GEA

É com grande pesar que o Governo do Amapá comunica o falecimento da secretária de Estado da Comunicação, Maria Jacinta Rodrigues de Carvalho Gonçalves, e decreta Luto Oficial de três dias.

Jacinta faleceu na manhã deste domingo, 4, no Hospital São Camilo, onde estava hospitalizada desde a última segunda-feira, 28. Ela foi vítima de uma infecção generalizada causado por um patógeno ainda desconhecido, que lhe atingiu primeiramente o pulmão e posteriormente o coração.

Informa também que o velório será a partir das 14h, na Capela Santa Rita e o sepultamento no cemitério São José, as 17h.

A Secretaria de Comunicação, Jacinta Maria Rodrigues de Carvalho Gonçalves, tinha 34 anos de idade, nasceu em Macapá-AP. Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo,  Curso Superior Sequencial em Markenting e Comunicação. Especialista em Educação Ambiental e Metodologia do Ensino Superior. Funcionária Pública e docente da Faculdade Seama.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Periscópio - Impressões da posse de Capi

Um dos acontecimentos mais importantes para os amapaenses nesse segundo semestre, sem dúvida, foi a posse do senador João Capiberibe, que ocorreu no último dia 29/11. O mandato socialista fortalece a luta pela recuperação do estado, que foi deixado na bancarrota pelo grupo criminoso que governou o Amapá de 2003 a 2010.

O dedo na ferida - Durante 11 meses do novo governo de Camilo Capiberibe, observou-se a ausência de uma voz, que pudesse usar a tribuna do Senado para tocar no problema deixado pelo governo passado que saqueou os cofres públicos do Estado. João Capiberibe até agora foi único que corajosamente e de forma sutil disse que o endividamento financeiro e ético do Amapá é de responsabilidade da organização criminosa denominada “harmonia”, da qual Sarney foi aliado.

O reconhecimento de Randolfe -Talvez, Capi tenha sido umas das poucas lideranças políticas do Amapá que conseguiu manter-se viva durante mais de duas décadas, após a redemocratização do país. O senador socialista foi prefeito, governador por duas vezes e senador. Ajudou a formar muitas lideranças, dando-lhes oportunidade de crescimento político. Tal falo foi reconhecido pelo jovem senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) em seu aparte, onde fez questão de lembrar a oportunidade dada por Capi ao lhe convidar para assumir o cargo Assessor de Juventude no governo do PDSA. A experiência institucional lhe projetou, servindo de trampolim para se eleger deputado estadual pelo PT.

O reconhecimento do PDSA - Em todos os apartes dos senadores no dia da posse de Capi, observou-se a alusão política ao Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA), projeto idealizado no governo do PSB de 1994 a 1998. Ficou bem claro nas falas de Marinor Brito (PSOL), Rodrigo Rollemberg (PSB), Randolfe Rodrigues  (PSOL), Valadares (PSB) e outros, que Capiberibe foi um dos governantes pioneiros da discussão da sustentabilidade na Amazônia e no Brasil.

A lei que está mudando o Brasil - A unanimidade de todos os senadores, jornalistas, adversários e público presente, foi o reconhecimento de que a Leia Complementar 131, batizada de Lei Capiberibe é um instrumento importante de combate a corrupção e tem na pessoa de João Capiberibe seu ferrenho e intransigente defensor em todo o país.

Sarney teve medo de ser vaiado - Como bem lembrou em seu twitter a jornalista da Globo News, Cristiana Lobo, Sarney deu posse ao seu principal adversário político no Amapá. João Capiberibe foi empossado sob gritos de “Capi guerreiro do povo brasileiro”. Isso seria normal, mas pelo Regimento Interno do Senado é proibida manifestação das galerias. Em outros momentos, o coronel poderia usar seu poder e mandar a Polícia do Senado retirar os militantes e simpatizantes que estavam na posse. Talvez o coronel ficou com receios de um “Fora Sarney”!

Frase da Semana

"...não poderia deixar de registrar o passivo financeiro e ético deixado pela ação predatória de criminosos infiltrados em algumas siglas partidárias que governaram o Amapá ao longo de oito anos. O Brasil certamente não esqueceu o que nos aconteceu. Tivemos nosso orçamento público saqueado por essas quadrilhas. Mesmo com a ação enérgica da justiça, que no período determinou a prisão de cinco secretários de saúde, de governadores, empresários e servidores públicos, não foi possível estancar a sangria. O governador Camilo Capiberibe terminou recebendo um estado dilapidado e falido." 
(Senador João Capiberibe(PSB-AP), no seu discurso de posse, lembrando do passivo ético-financeiro e da "herança maldita" deixa pela "quadrilha de engravatados", aliada de Sarney, que governou o Amapá durante 8 anos).

A grosseria do ministro Lobão

O que aconteceu na última quinta-feira no Ministério de Minas e Energia foi uma atitude grosseira do ministro Edson Lobão contra o povo do Amapá, representado pelo governador Camilo Capiberibe, os senadores Randolfe Rodrigues e João Capiberibe, além dos deputados federais Evandro Milhomem, Luiz Carlos e Bala Rocha, que foram ao Ministério para uma reunião marcada antecipadamente, e confirmada pelo ministro. O ato se reveste de uma camada de falta de respeito ainda maior, porque o ministro Edson Lobão estava no prédio, e mandou um auxiliar apressado fazer a reunião, saindo no meio do encontro, deixando entender de forma cristalina, que já existe uma decisão sobre o assunto, e essa decisão pretende deixar para o governo do Amapá, o pagamento da dívida de R$ 1.5 bilhão que a CEA tem. E sem qualquer tipo de paranóia, essa decisão, provavelmente já tomada, não saiu da cabeça do Edson Lobão. Ele não dá um passo sem autorização do andar superior, e no andar superior quem está é o senador José Sarney. E ninguém espere que o “coroné” do Maranhão faça alguma coisa para tornar mais doce a vida dos Capiberibe.
 
A história política do senador José Sarney deixa muito claro o tratamento que ele dá para adversários políticos, e inimigos comuns. Não tem perdão, diz a historia.

Observadores externos dessa questão da CEA, sugerem a possibilidade de acontecer com a empresa amapaense o que já aconteceu em outros estados: será federalizada e, depois de algum tempo comprada por algum empresário, ou grupo empresarial. Até lá as pendências estarão resolvidas, para que a empresa compradora do patrimônio não seja obrigada ao desconforto de ter algum “resto a pagar”. Ao governo do Estado e à bancada federal do Amapá, vai restar a luta para evitar o derramamento, nas costas da população, do peso de R$ 1.5 bilhão, que a irresponsabilidade criminosa do grupo que comandou o Estado nos últimos anos, deixou para trás.(No site do Correa Neto, Geleia Geral)

A MANCADA DO LOBÃO!

Declaração mais que redundante a do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, sobre o correligionário Gilvan Borges! Ora, dizer que se sente a vontade pra falar da figura não precisava nem dizer: ambos são do PMDB, ambos recebem ordens do senador José Sarney, ambos possuem um império de comunicação, ambos são militantes da velha política do toma lá, dá cá.

Portanto Gilvan e Lobão, Lobão e Gilvan são farinha do mesmíssimo saco. Agora que a lei tirou suas prerrogativas de senador, quero reecontrá-lo nas barras da justiça; tudo igual, eu e ele sem mandato, sem dois pesos, sem duas medidas. Acho que agora vou ser indenizado das baboseiras que escreveu contra quarenta e três anos de jornalismo dedicado ao povo do Amapá.

Sobre tal Governo Paralelo que alardeia por onde vai, seria muito bom se fosse sério, e ele uma liderança confiável, capaz de oferecer uma contribuição a esta terra que lhe deu tudo e mais alguma coisa; basta lembrar que deixa o Senado precisamente como entrou naquela Casa, ou seja, de mãos vazias, alijado pela justiça que tardou, mas não falhou. (Publicado no blog do João Silva)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Deputada Janete repudia tratamento desrespeitoso do MME ao Amapá

Brasília, 02/12/11 – Em discurso na Câmara dos Deputados, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) registrou sua contrariedade ao tratamento dado pelo Ministério das Minas e Energia ao governador Camilo Capiberibe e parlamentares do Amapá em reunião nesta quinta, 1º.

Ela considerou “vergonhoso e desrespeitoso” o tratamento que o estado do Amapá, “um ente da República Federativa do Brasil, recebeu no Ministério das Minas e Energia do secretário executivo Márcio Zimmermann e do ministro Edson Lobão”.

Segundo a socialista, os políticos amapaenses tentaram sem sucesso uma audiência com o ministro das Minas e Energia e há dois meses aguardam uma resposta sobre a proposta feita pelo Governo estadual para a federalização da Companhia de Eletricidade do Amapá. Além disso, o secretário teria saído para uma viagem no meio da reunião.

Janete Capiberibe lamentou que o Ministério tenha sido “conivente, durante os oito anos passados, com uma gestão corrupta que não honrou nenhum de quase uma dezena de TACs [Termo de Ajuste de Conduta] assinados entre o MME e o Governo do Amapá. À época, esse Ministério foi extremamente generoso com um governador logo depois preso pela Polícia Federal no desenrolar de uma investigação que aponta o desvio de R$ 1 bilhão”, atacou.

“Me custa acreditar que um governo corrupto tenha tido um tratamento privilegiado do Ministério das Minas e Energia e um governo responsável, que quer sanear a herança maldita, seja tratado com desdém pelo ministro Lobão e seu secretário executivo”, comparou a deputada.

Ministro dos Transportes reconhece mudança de qualidade na condução das obras da BR-156

Governador Camilo Capiberibe convida o Ministro Paulo Sérgio Passos para o lançamento das obras de mais um trecho da BR 156 - Fotos: Edsom Leite/MT
Em audiência nesta quinta-feira, dia 1º de dezembro, o governador Camilo Capiberibe convidou o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, para o lançamento das obras do trecho 2 da conclusão da BR-156. O evento está programado para o próximo dia 8.

O ministro disse que vai se empenhar em abrir espaço na agenda para atender ao convite do Amapá, mas já deixou claro que quer visitar a obra e percorrer os trechos em execução.

"Faço questão de ir conferir 'in loco' o que está sendo feito e quero ir até Oiapoque para ver a ponte binacional", afirmou.

Além de convidar o ministro para o lançamento das obras, o governador Camilo Capiberibe pediu apoio da delegação ao Estado para execução do trecho Sul da BR-156 até Laranjal do Jari. Também tratou dos estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental da BR-210 e ouviu do ministro que os estudos devem ser licitados e ficar prontos até junho ou julho de 2012, o que viabilizaria a contratação do projeto básico da obra, o que representaria um grande avanço para a pavimentação da estrada.

"Temos recebido amplos investimentos na região atendida pela BR-210 e queremos pavimentar a estrada para melhorar o acesso aos empreendimentos que estão sendo feitos lá", afirmou Camilo Capiberibe.

Mudança
O ministro Paulo Sérgio Passos reconheceu que houve uma mudança na qualidade da condução das obras no Estado, especialmente na BR-156.

"Isso nós estamos percebendo com clareza: a diferença em relação ao tempo passado é significativa", disse ele, ao parabenizar o governador Camilo e o secretário de Transportes, Sérgio La-Rocque, pela maneira eficiente na execução das obras.

"É muito bom saber que a obra está sendo feita com a agilidade necessária", finalizou o ministro.

Localizado no interior do Amapá, "Stonehenge brasileiro" ainda é desconhecido do público

Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo

Pouca gente sabe, mas o Brasil também possui um monumento comparável a Stonehenge, o famoso círculo de pedras do sul da Inglaterra. Localizado em Calçoene, no interior do Amapá, a área tem sido estudada por pesquisadores desde 2005 e, no futuro, deve se transformar em um parque arqueológico aberto para visitação.
A estrutura circular demarcada com blocos de granito tem cerca de 30 metros de diâmetro, em uma região margeada por um igarapé, que deu origem ao nome do sítio arqueológico de Rego Grande. O local era palco de rituais de índios que habitavam a região há cerca de 1.100 anos.


O local abrigava cerimônias durante o solstício (entre os dias 21 e 22), quando a disposição das pedras permite observar o percurso do Sol. Os pesquisadores acreditam que a data era especial para os índios. "É um período marcado pela chuva, que muda completamente a paisagem, trazendo alimentos em abundância", explica o arqueólogo João Saldanha, do Iepa (Instituto de Pesquisas Cientificas e Tecnológicas do Estado do Amapá).

Contra o PAC e a água na torneira: Oposição parte para o ataque e paralisa obras da CAESA

Esse blog antecipou que o grupo político denominado recentemente como “Governo Paralelo” iria armar uma ofensiva política pra tentar desestabilizar o governo Camilo Capiberibe (PSB).  
Como disse no texto intitulado o “O desespero da oposição”, antecipando que o prefeito de Macapá mandaria paralisar e atrasar as obras que estão sendo tocadas pela CAESA na capital. Além disso, o blog antecipou que ele iria dá uma chamada nos empresários do transporte coletivo, fazendo pressão política para que eles retirassem as propagandas do GEA dos ônibus que circulam na cidade.
Tudo que foi relatado no blog está acontecendo. O prefeito Roberto Góes entrou em ação contra a CAESA e as obras de saneamento foram paralisadas. As propagandas publicitárias do GEA também foram retiradas de todos os ônibus da capital.
A postura tomada pela PMM só confirma que a oposição está com medo e desesperada, agindo de forma irresponsável. Eles temem o saldo político e a repercussão que a retomada das obras de saneamento básico e de infra-estrutura terão o impacto que será causado nos processos políticos vindouros e na consolidação do projeto de poder da Frente Popular comandada pelo PSB, PT e partidos aliados.
A oposição corrupta vai apostar todas as suas fichas para atrapalhar e não deixar o GEA trabalha em prol da população mais carente. Eles estão com medo de 2012. Eles estão desesperados e partiram para o ataque rasteiro, prejudicando a população.
Leia abaixo o texto onde antecipo a ofensiva golpista da oposição, onde foi discutida a estratégia política numa reunião secreta.

Governador e bancada federal cobram posição do Ministério de Minas e Energia sobre a CEA

"Queremos uma resposta para que possamos avançar nas discussões em outros setores do governo federal". Com essa cobrança veemente, o governador do Amapá, Camilo Capiberibe, exigiu do secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Zimmerman, um posicionamento oficial do órgão sobre a proposta apresentada pela Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA).

O Governo do Amapá, com o apoio de deputados federais e senadores, apresentou suas alternativas para solucionar os problemas da Companhia em agosto deste ano e até hoje não recebeu uma resposta oficial do Ministério.

A audiência, inicialmente marcada com o ministro Edson Lobão, acabou sendo realizada com o secretário-executivo do Ministério e com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Hugo Augustin Filho, que não debateu os pontos da proposta apresentada e retomou a solução de um empréstimo ao Estado do Amapá para que as dívidas fossem pagas. Arno ainda citou o caso da CELG - Companhia Elétrica de Goiás, que terá um empréstimo de mais de R$ 5 bilhões para a solução dos problemas de energia.

O governador Camilo Capiberibe rebateu prontamente: "O Amapá não é Goiás, precisamos de uma solução que não penalize o nosso povo com a inviabilização de nosso desenvolvimento".

O secretário-executivo afirmou ao governador que, para apresentar a resposta oficial do Ministério, precisaria consultar o ministro Lobão e alegou uma viagem com a presidente Dilma Rousseff à Venezuela para deixar a reunião.

O governador Camilo reagiu ao que considerou um desrespeito com o povo do Amapá, representado por ele e pelos parlamentares federais presentes ao encontro, e deixou imediatamente a sala de reuniões.

"Talvez o ministro desconsidere também, pessoalmente, os senadores e os deputados federais eleitos pelo Amapá, mas ele não pode desrespeitar o povo amapaense. Me retirei da reunião porque percebi menosprezo pelas questões que afligem o povo do Amapá e emperram nosso desenvolvimento", criticou o governador ao deixar o Ministério.

Também deixaram a reunião os senadores Randolfe Rodrigues e João Capiberibe e os deputados federais Evandro Milhomem, Bala Rocha, Vinícius Gurgel e Luiz Carlos. (Murilo Caldas/SEGB)

Comunicado Oficial do GEA sobre a saúde da secretária Jacinta Carvalho

O Governo do Estado do Amapá informa que a secretária de Estado da Comunicação, Jacinta Carvalho, encontra-se internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital São Camilo, desde segunda-feira, 28, vítima de uma infecção desconhecida que evoluiu rapidamente caminhando para um quadro de septicemia (é uma infecção geral no organismo grave, desenvolvida por via sanguínea a partir de outra infecção já existente) que atingiu de maneira violenta o pulmão, mas atualmente o quadro clínico está estável e ela reagiu bem a medicação.

Que todos os procedimentos médicos estão sendo feitos para descobrir a causa da infecção e garantir sua plena recuperação.

Informa também que nesta sexta-feira, 2, a partir das 17h, será feita uma corrente de oração pela recuperação dela, no Palácio do Setentriäo e convida amigos e parentes para se fazerem presentes.

Pinochet mandou matar Neruda, diz ex-ajudante

Do Sul 21
 
Nos documentos oficiais do regime do ditador Augusto Pinochet, o poeta chileno Pablo Neruda teria morrido por complicações decorrentes de um câncer de próstata. Não é o que diz Manuel Araya, motorista, ajudante e amigo pessoal de Neruda: para ele, não restam dúvidas de que o poeta foi assassinado. Em declarações a duas emissoras locais de rádio (Cooperativa e Bío Bío de Chile), Araya garante que Neruda foi envenenado com uma injeção fatal na Clínica Santa María, onde estava internado. Segundo a testemunha, o Prêmio Nobel de Literatura (1971) não foi internado lá por estar mal de saúde, e sim como uma medida de segurança. “Pensávamos que na clínica estaria mais seguro. Nunca pensamos que lhe iam dar uma injeção e ele ia morrer”, garante Manuel Araya.

Pablo Neruda foi assassinado a mando de Pinochet, denuncia antigo ajudante (2)

O ajudante de Pablo Neruda conta ter recebido uma ligação do próprio poeta, dizendo que tinham injetado algo em seu estômago e se sentia fraco e com febre. Araya foi então até a clínica, onde um médico pediu que saísse para comprar um determinado remédio. “Eu lhe disse que nós estamos pagando e o medicamento deve ser fornecido por eles”, assegura Araya, que acabou concordando em ir à farmácia comprar o remédio – sendo detido por oficiais da ditadura chilena na rua, horas antes da morte de Pablo Neruda. “Ele estava doente de câncer, mas resistia muito bem. Ele não estava mal, não tinha por que ter morrido”, enfatiza a testemunha, lembrando que Neruda se preparava para viajar ao México – viagem que, insinua Manuel Araya, era indesejável para a ditadura de Pinochet. O Partido Comunista chileno, na figura de seu presidente Guillermo Teillier, já manifestou-se dizendo que é “um dever moral” da sigla exigir uma investigação sobre o assunto. Pablo Neruda também era militante comunista e teve papel político destacado durante o governo de Salvador Allende (1970-1973).

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Governador do Amapá reclama de "má vontade" de Edison Lobão com o Amapá


 
Inimigo político do cacique peemedebista José Sarney, o governador do Amapá, Camilo Capiberibe, reclamou da “má vontade” do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), em resolver o problema do seu estado com a dívida da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA).

Segundo ele, foi encaminhada ao ministério há mais de dois meses uma proposta de passar a empresa para a União, mas até agora não obteve qualquer resposta.

– Existe uma má vontade política no ministério, acho que eles não tem a intenção de ajudar a gente a resolver o problema. Não sei se é uma questão partidária, mas que é uma questão política, eu não tenho a menor dúvida — disse ao Poder Online.

Sarney indica para o INCRA-AP advogada que atuou contra os Capiberibe

Advogado indicada pelo PMDB atuou junto com Fernando Aquino, integrante da Polícia do Senado, que teve o registro cassado pela OAB este ano.
Gilvam Borges ganhou o INCRA-AP como presente natalino de José Sarney

O senador José Sarney(PMDB-AP), presidente do Congresso Nacional, presenteou seu fiel escudeiro, o ex-senador Gilvam Borges (PMDB-AP), com um prêmio de consolação por conta de sua derrota política nas urnas e nos tribunais. Borges perdeu no voto e na justiça o mandato de senador para João Capiberibe, que tomou posse no dia 29 de novembro.
José Sarney articulou nacionalmente a nomeação da advogada Neiva Lúcia da Costa Nunes para a superintendência regional do INCRA-AP. Ela está nomeada desde o dia 15 de novembro, se encontra em Brasília e deve tomar posse esta semana no cargo.
Neiva Lúcia atuou em diversos processos do PMDB-AP contra o PSB, a família Capiberibe e ao lado de Fernando Aurélio de Azevedo Aquino, homem de confiança de Sarney, integrante da Polícia do Senado Federal, que teve seu registro de advogado cassado pelo Conselho Federal da OAB este ano.
Aquino foi acusado de atuar irregularmente na defesa de Sarney nas eleições de 2006 no Amapá, onde vários jornalistas do estado foram censurados e condenados a pagar multas milionárias ao presidente do Senado.
A advogada Neiva Lúcia também atuou na defesa de alguns veículos de comunicação do Sistema Beija-Flor de Rádio e Televisão, que é ligado ao grupo político do ex-senador Gilvam Borges. As ações quase sempre movidas pelo PSB visavam à punição dos veículos que em campanhas eleitorais foram acusados pelos Capiberibe de infringirem a lei eleitoral.
Mas a principal atuação de Neiva Lúcia se deu no processo de cassação eleitoral do casal João e Janete Capiberibe em 2005, numa armação orquestrada pelo PMDB que lhe acusaram de comprar dois votos por 26 reais parcelados. A ação não foi só um atentado contra o casal Capiberibe, mas contra a República, ferindo de morte a nossa Constituição Federal.
Recentemente o ex-senador Gilvam Borges concedeu uma entrevista na TV Tucuju para afirmar que teria sido convidado a assumir o cargo de superintendente do INCRA-AP. Borges afirmou a recusa do convite, mas não dissera que indicou a sua advogada e “amiga pessoal” para o órgão federal, contando com as bênçãos de Sarney.

Diploma de jornalista é idiotice

Gianni Carta, Carta Capital

Como definir o jornalista? “Qualquer um que fizer jornalismo”, responde o escocês Andrew Marr no seu livro My Trade (Pan Books, 2005, 300 págs). Jornalista de mão cheia, ex-editor do diário The Independent e da Economist,  Marr diz quem são as pessoas mais propensas a mergulhar no jornalismo: “bêbados, disléxicos e algumas das pessoas menos confiáveis e mais perversas da Terra”.

Mas há consolo no livro de Marr, consagrado à história do jornalismo britânico. “Tirando o crime organizado, o jornalismo é a mais poderosa e agradável antiprofissão”.

Marr, de 51 anos, causaria um grande alvoroço no Senado brasileiro. Por dois motivos. Primeiro, porque sua ironia seria levada a sério pela maioria dos senadores. Em segundo lugar, Marr formou-se em Letras.

E aí mora o problema.

Marr, iconoclastia à parte, não seria considerado um jornalista pelos senadores brasileiros pelo fato de não ter estudado jornalismo.

O Senado acaba de aprovar uma proposta de emenda constitucional para tornar obrigatório o diploma de nível superior para o exercício do jornalismo. Haverá outra votação no Senado. Se a emenda for aprovada será analisada pelos deputados.

Claro, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubará a medida (se aprovada pelos deputados). Em junho de 2009, vale recapitular, o STF acabou com a exigência do diploma para jornalistas. A norma era incompatível com o princípio de liberdade de expressão.

Mas o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), autor da proposta, não concorda com o STF. “Todas as profissões têm o seu diploma reconhecido, menos o diploma de jornalista, o que é uma incoerência, uma distorção na legislação brasileira”, declarou.

E senadores, precisam de diploma? Nenhum.

Basta ter nacionalidade brasileira e mais de 35 anos de idade. Na França qualquer deputado graduou-se no mínimo em ciências políticas. E isso fica claro nos discursos na Assembleia Nacional e no Senado. Lá fala-se em ideologia partidária, entre outros temas aqui ignorados.

E aqui aproveito para fazer uma sugestão: já que jornalistas precisam, segundo os senadores, de diploma, por que não aplicar a mesma proposta para os senadores brasileiros? Os debates, quiçá, se tornariam mais fecundos.

Certo é que, de forma geral, os colegas formados por universidades de jornalismo a pipocar Brasil afora, quase todos a trabalhar para a mídia ultraconservadora, não têm contribuído para melhorar o nível da mídia.

Os grandes diários brasileiros, com colegas com canudo de jornalista ou não, são ilegíveis. Por exemplo, um dos destaques da Folha de São Paulo na quinta-feira 1º é que a apresentadora Fátima Bernardes “deve deixar a bancada do ‘Jornal Nacional’”. Ela estaria “cansada”.

Eis a questão: o nível das escolas de jornalismo é baixo, ou seriam os patrões que limitam o trabalho de apuração dos repórteres – e principalmente dos colunistas? Seriam as duas coisas? Como dizia o grande jornalista italiano Enzo Biagi (outro que não tinha diploma de jornalista): “Meus únicos patrões sempre foram meus leitores”.

Nos Estados Unidos e na Europa o canudo de jornalista não é necessário para exercer a profissão. Basta um diploma, isto é, uma especialização. Lá é comum estudantes com ambições jornalísticas trabalharem nos jornais das universidades enquanto se formam em história, ciências políticas, economia, etc. Na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, por exemplo, alunos de diferentes departamentos trabalham no excelente diário Daily Bruin, distribuído gratuitamente no campus e nos bairros em torno de Westwood, onde fica a UCLA.

Na França e no Reino Unido ninguém precisa de diploma de jornalista para trabalhar na mídia. Marr, que especializou-se em literatura inglesa em Cambridge, oferece: “Tudo que o jornalista precisa é ser curioso e saber farejar uma boa história. E mesmo dominando a gramática, só se aprende a escrever escrevendo”.

Vale acrescentar: o jornalismo se aprende indo à rua. “É preciso tirar a bunda da cadeira”, martelava Reali Jr.

O repórter tem de continuar a praticar esse método inclusive para entender o que escreve. Precisa usar os fatos com honestidade, mas ao mesmo tempo tem de entender que o jornalismo tem seus limites, não é uma ciência. Ah, e sempre que possível o senso de humor ajuda. O diploma de jornalista só serve para enfeitar parede.

Randolfe Rodrigues considera inaceitável tratamento dado às autoridades do Amapá pelo MME

Inaceitável. Essa foi a definição do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) para o tratamento recebido por ele, pelo governador do estado, Camilo Capiberibe, o senador João Capiberibe e os deputados Evandro Milhomem, Sebastião Bala Rocha e Luiz Carlos, no Ministério das Minas e Energia, nesta quinta-feira (01).
Empenhados em resolver o problema da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), o governador, senadores e os deputados tentaram uma reunião com o chefe da pasta, ministro, Edson Lobão, o que não foi possível. Foram então, recebidos pelo secretário executivo do ministério, Márcio Zimmermann que teve de abandonar a reunião antes de seu término alegando uma viagem com a presidenta Dilma.
Durante o encontro as autoridades amapaenses tentaram sem sucesso, fazer com que Zimmermann se comprometesse em enviar uma declaração escrita ao estado referente à proposta feita pelo governo amapaense que busca uma solução para a CEA. Há mais de dois meses que essa proposta foi enviada para o MME, que até hoje não se pronunciou.
Segundo o secretário executivo, a carta do governo do estado foi remetida para o Ministério da Fazenda. Isso porque pela proposta feita, a União assumiria o controle da CEA, parte das dívidas e 84,1% da Companhia. O Estado ficaria com 15,8% e as prefeituras, que já são sócias, com o restante. Atualmente, a dívida da CEA é de mais de R$ 1, 5 bilhão. Mesmo assim nenhuma das duas pastas se pronunciou sobre a proposta.
No Twitter o senador manifestou sua indignação com o desrespeito ao governador, senadores e deputados presentes. Na tribuna, Randolfe também pretende fazer o seu protesto com o fato ocorrido nesta manhã.

CEA: Bala Rocha faz apelo pela federalização

Nesta quinta-feira, 1, o Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann e o Secretário do Tesouro, Arno Hugo Augustin Filho, receberam o Governador do Amapá, Camilo Capiberibe, e a Bancada do Amapá, representada pelos Senadores Randolfe Rodrigues (PSOL), João Capiberibe (PSB) e os Deputados Federais Bala Rocha (PDT) e Evandro Milhomem (PDdoB).
Na pauta, a delicada situação financeira da Companhia Energética do Amapá. O Governo Federal acena com um empréstimo via BNDES, proposta rechaçada, pois obrigaria o governo a se endividar para pagar uma dívida, e não para realizar investimentos.
A proposta defendida pelo GEA e Bancada é federalização, opção que transferiria o ônus de mais de R$ 1 bilhão para o Governo Federal. O pedido, feito em agosto, até agora não obteve resposta do MME, sendo este, na avaliação dos políticos, o principal entrave para o avanço das negociações.
Outro problema é a constante interrupção da energia. Zimmermann adiantou que a solução definitiva para este caso é a integração com o sistema, que ocorrerá somente em 2013, por meio do Linhão de Tucuruí.
Confira o discurso do Deputado Federal Bala Rocha (PDT/AP)

Retaliação do PMDB: Sarney não autorizou Lobão a receber Camilo Capiberibe e bancada do AP

Parece que as retaliações de Sarney e do PMDB contra os interesses do Amapá e o governador Camilo Capiberibe começaram essa semana. O ministro Edson Lobão, do Ministério de Minas e Energia se recusou a receber o governador e a bancada federal do Amapá. Lobão é uma indicação pessoal do presidente do Senado José Sarney no governo Dilma.

O chá de banco na bancada federal e no governador tem a intervenção direta do presidente do Senado, José Sarney (PMDB), que esta semana sofreu mais uma derrota política para os Capiberibe, depois que foi obrigado a empossar João Capiberibe (PSB) como senador pelo Amapá. Capiberibe estava fora do mandato porque tinha sido barrato pela Lei da Ficha Limpa. Ele substituiu Gilvam Borges (PMDB), principal escudeiro de Sarney na bancada federal.

O ministro Edson Lobão trabalha agora sob o comando do senador Sarney contra a bancada federal e o governador Camilo Capiberibe, com o objetivo de retardar uma solução responsável para a federalização da CEA e que não prejudique o povo do Amapá. 

Lobão defende que o GEA e o povo amapaense banque uma dívida bilionária, fruto da irresponsabilidade do governo passado comandado por Waldez Góes (PDT), aliado político de primeira hora de Sarney e do PMDB.