O prefeito de Macapá,
Clécio Luis, recebeu na noite desta quinta-feira (20) uma comissão de
manifestantes dos movimentos Ato Plural pela Melhoria nos Transportes
Públicos no Amapá e Um Passo à Frente, que reivindicam passe livre,
bilhete único, terminal de integração e ainda, que a Câmara de
Vereadores de Macapá vote um novo preço para as passagens de ônibus da
capital. Não houve definição sobre a liberação do passe livre, principal
bandeira dos manifestantes.
"Não tem condições de um pai de família sustentar o filho tendo que
pagar R$ 2,30 de passagem de ônibus, principalmente um pai que recebe um
salário mínimo", reclamou Eddi Martins, do Movimento Um Passo à
Frente.
Até às 22h desta quarta-feira, Clécio Luis não havia se pronunciado
oficialmente sobre a questão do passe livre aos estudantes. Eddie
Martins, do movimento Um Passo à Frente, disse que caso a reivindicação
do passe livre não fosse atendida, uma reunião seria agendada para esta
sexta-feira (21), na Praça da Bandeira. Há promessa de novos protestos.
Do portal G1 http://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2013/06/prefeito-de-macapa-e-manifestantes-se-reunem-mas-nao-chegam-acordo.html
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
PDT e o grupo da "harmonia" tentam pegar carona e se oportunizar de ato público em Macapá
Parte da imprensa marrom, principalmente as rádios e TV´s do ex-senador Gilvam Borges (PMDB), tentam por meio de seus "parajornalistas", caciques do PDT como o ex-governador Waldez Góes e membros da chamada harmonia, pegar carona e se oportunizar da espontaneidade do movimento legítimo e apartidário que convocou manifestações contra o aumento da passagem e melhoria do transporte coletivo.
O movimento pela melhoria do transporte público é uma "caixa de ressonância" do que ocorre em todo Brasil e está marcado para esta quarta-feira, 19, em Macapá a partir das 16h na Praça da Bandeira.
O oportunismo barato do grupo que envergonhou o Amapá, durante a operação "Mãos Limpas" da Polícia Federal, desencadeada em setembro de 2010, onde todo o primeiro escalão foi parar na cadeira, pela acusação de desvios que ultrapassam R$ 1,5 bilhão, está acontecendo nas redes sociais e nas emissoras do império de comunicação, ligado ao ex-senador Gilvan Borges.
O radialista Carlos Lobato, que apresenta programa matinal "Tribuna da Cidade" na rádio Tarumã é dos que tentam pegar carona de forma oportunista. Lobato é um dos maiores defensores das gestões desastrosas do PDT (Waldez Góes e Roberto Góes), marcadas por corrupção, e que tenta manipular a opinião pública.
O povo do Brasil protesta por um país melhor. Amanhã os manifestantes de Macapá protestam por mais direitos e melhoria da qualidade, diferente do passado quando pessoas foram defender a permanência de uma "quadrilha" no poder e recepcioná-los no Aeroporto Internacional de Macapá como verdadeiros "heróis" que estavam realizando uma viagem e não prestando contas de seus atos no Presídio da Papuda em Brasília.
É importante que a sociedade amapaense fique atenta para que esse grupo, que num passado não tão distante, onde eram recepcionados com festa no Aeroporto de Macapá, após cumprirem dias de pena no presídio da Papuda, não tentem enganar o povo mais uma vez.
Se essa turma que saqueou o Amapá entre 2003 e 2010 aparecer na manifestação, é melhor chamar a PF pra recolher todos e encaminhá-los novamente para o presídio da Papuda!
sábado, 15 de junho de 2013
Presidente do Conselho de Ética do Senado dá prazo pra Randolfe se defender de acusações
Denúncia feita ao Conselho de Ética do Senado taxa Randolfe de mentiroso
Afirmação é sustentada nas
negativas feitas pelo senador, sobre acusações de propinagem. Depois do
laudo de Molina, comprovando assinaturas, ele mudou o discurso
O mais novo capítulo da história que tem
revelado o rosto por trás da máscara de moralidade usada pelo senador
Randolfe Rodrigues começou a ser revelado há cerca de duas semanas. No
último dia 25 de maio, o Presidente do Conselho de Ética e Decoro
Parlamentar do Senado Federal, João Alberto Souza recebeu uma denúncia
contra o político do PSOL do Amapá. Mais uma para engrossar os
calhamaços de papel que têm desembarcado em Brasília, desde março e
mostrado ao Brasil um Randolfe Rodrigues bem diferente daquele que se
levantou contra Demóstenes Torres e o derrubou do Senado da República. O
crime foi o mesmo pelo qual ele é hoje acusado, corrupção. Os eleitores
do senador mais jovem do Brasil, também têm assistido atônitos, às
revelações bombásticas e semanais sobre as práticas denunciadas e
supostamente praticadas por Rodrigues em sua trajetória política, que
vai da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, até a chegada ao
Senado, presente da Operação Mãos Limpas deflagradas curiosamente às
vésperas da eleição de 2010.
De acordo com a denúncia entregue ao
Conselho, Randolfe Rodrigues é um mentiroso e faltou com decoro
parlamentar. A afirmação é sustentada com base nas declarações dadas
pelo senador, quando ele usou a tribuna e negou veementemente o
recebimento de propina paga pelo então governador João Alberto
Capiberibe em troca de apoio político entre os anos de 1999 a 2002,
período em que Randolfe Rodrigues era deputado estadual eleito pelo PT.
Ainda na tribuna, o parlamentar também declarou serem falsas as
assinaturas atribuídas a ele, que constam nos recibos reconhecidos em
cartório no valor de R$ 20 mil. Seria esta a quantia estipulada por
Capiberibe para comprar o voto favorável de Randolfe em tudo que fosse
de interesse do governo.
O discurso inflamado no plenário foi
tido como mentiroso a partir do resultado da perícia feita nas
assinaturas do senador. O documento é respaldado por ninguém menos que
Ricardo Molina de Figueiredo o mais renomado profissional da perícia
forense do País. Molina trabalhou no "Caso PC Farias" e foi peça
fundamental quando contraditou a tese de Badan Palhares, dando à
polícia, elementos novos e contundentes que levantaram suspeitas contra o
outro perito. Molina, em seu laudo grafotécnico afirma categoricamente
que foi Randolfe Rodrigues quem assinou os recibos atestando o
recebimento de R$ 20 mil. De acordo com as denúncias, teria sido esta a
quantia que engordou o salário do então deputado que recebia pouco mais
de R$5 mil. Ainda no laudo, o perito também concluiu não ter havido
qualquer montagem ou transposição. O fato fez mudar o discurso do
senador, que rapidamente reconheceu ter assinado os papéis deixando de
lado os ataques ferozes aos adversários. Mas foi só. O passo seguinte de
Randolfe Rodrigues foi o silêncio. Uma mudez que levanta inúmeras
dúvidas e especulações sobre sua conduta. Afinal, ele começou o mandato
aproveitando à exaustão os holofotes e flashes da imprensa nacional.
Pronunciava-se diariamente em programas televisivos que iam do
jornalístico ao humorístico, sempre criticando a conduta de colegas
acusados de envolvimento com fatos ilícitos. Foi um dos mentores da CPI
que investigou as ligações escusas do bicheiro Carlinhos Cachoeira com
políticos de peso e renome no Congresso Federal. Um deles, Demóstenes
Torres, transformado em alvo e eliminado por Randolfe. Estaria surgindo
um novo caçador de corruptos a exemplo de Fernando Collor de Melo, que
usou a perseguição aos "marajás" de Brasília como marketing de campanha e
foi eleito Presidente da República, para logo em seguida ser tragado
para dentro de seu próprio inferno pessoal. Randolfe armou praticamente a
mesma estratégia. Escolheu a bandeira política que mais comove e
emociona o eleitor, o combate à corrupção. A vitória nas eleições veio
de bandeja e já que tudo estava perfeito, agora bastava mirar em um alvo
e mostrar serviço. Ele só esqueceu que "pegadas" e "digitais" sempre
ficam no caminho. E elas são, hoje, as inúmeras assinaturas que constam
nos recibos periciados e que podem embasar até mesmo um pedido de
cassação de mandato a ser feito ao Conselho de Ética do Senado. A
denúncia endereçada ao senador João Alberto Souza, com recebimento em 25
de maio de 2013, como primeiro passo pede a intimação de Randolfe
Rodrigues considerando o número substancial de itens que o incriminam,
entre eles, as assinaturas periciadas e de autoria confirmada por
Ricardo Molina, que contraditaram o senador e o transformaram de arauto
da moralidade em mentiroso, em um curto período de tempo. Cabe ao
Conselho, dar continuidade à ação chamando Randolfe Rodrigues para ser
ouvido, como pede a denúncia de onze páginas.
Randolfe e seus bens
Mas as denúncias contra o senador
Randolfe vão além do recebimento de propina. Um levantamento divulgado
semana passada pela Tribuna Amapaense mostrou inúmeros imóveis com
propriedade atribuída a ele e colocados em nome de terceiros, no caso a
mãe e o padrasto. O montante dos bens relacionados chega a R$ 5
milhões, algo impossível de ser adquirido com o salário que ele diz
ganhar como professor, algo em torno de R$3 mil, ou com os vencimentos
do Senado, que chegam a R$26.723,13. Mais uma pergunta se faz diante de
tais informações: De onde veio o dinheiro para comprar casas, galpões e
prédios espalhados por Macapá? Assim como as outras, Randolfe Rodrigues
calou diante desta pergunta e permanece mudo. Ele também não disse nada
sobre o convênio auditado pelo Tribunal de Contas do Estado na época em
que era presidente do Centro de Juventude Chaguinha, onde foram
encontradas inúmeras irregularidades que vão da falsificação de
assinaturas a endereços falsos nas propostas de prestação de serviço. A
aprovação das contas de Randolfe, na época, causou estranheza e o caso
foi parar no Ministério Público, que afastou conselheiros e funcionários
do alto escalão do TCE. O convênio entre GEA e Centro Chaguinha foi
assinado quando Randolfe ainda sonhava com a Assembleia Legislativa. O
governador era João Alberto Capiberibe, também acusado nas denúncias
atuais feitas ao Senado, Tribunal Superior Eleitoral e Procuradoria da
República, de ter pago "mensalinho" ao hoje senador do PSOL do Amapá.
Ambos têm o nome nos escândalos que levaram o Amapá a ser projetado de
forma negativa no cenário nacional. Capiberibe já havia se antecipado
quando foi cassado por compra de votos e recebeu o título de ser o
primeiro senador do Brasil nesta condição. O desfecho para eles está nas
mãos dos políticos e ministros de Brasília, enquanto por aqui o que
existe é apenas o silêncio.
Repúdio internacional contra violência da PM contra jornalistas
Do Portal Imprensa - Após agressões sofridas por
profissionais de imprensa na última quinta-feira (13/6) durante os
protestos contra o aumento da passagem do transporte público, entidades
de proteção aos jornalistas manifestaram repúdio à ação policial.
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) solicitou que as
autoridades brasileiras permitam que os profissionais trabalhem
livremente sem temor de perseguição. "É inaceitável que a polícia
detenha e persiga repórteres que tentam realizar seu trabalho", disse
Carlos Lauría, coordenador sênior do programa das Américas do CPJ.
A organização Repórteres Sem Fronteiras apelou à Secretaria de
Direitos Humanos e à ministra Maria do Rosário para que iniciem uma
investigação sobre “as brutalidades e as graves violações das liberdades
constitucionais cometidas pela Polícia Militar“.
Para a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo),
“os ataques deliberados da Polícia Militar à imprensa” são condenáveis.
De acordo com a entidade, pelo menos quinze jornalistas foram feridos
durante a manifestação.
“A Abraji cobra dos responsáveis que os agentes envolvidos nas
agressões físicas contra repórteres e manifestantes sejam identificados e
punidos”, declarou, em nota. “A Abraji também espera uma explicação
oficial da Secretaria de Segurança Pública para a prisão de todos os
jornalistas detidos. Impedir o repórter de realizar seu trabalho é
violentar toda a sociedade; é atentar contra a democracia.”
Já a Conectas cobrou a realização de uma audiência pública com o
secretário de segurança, Fernando Grella, e com o secretário municipal
de direitos humanos, Rogério Sotilli. Nesta manhã, a entidade deu início
a uma série de contatos com diversas redes de organizações de direitos
humanos nacionais e estrangeiras.
“O que aconteceu foi um absurdo intolerável. Em nome de,
supostamente, cumprir uma ordem simples, como preservar o patrimônio ou
garantir a livre circulação pelas vias da cidade, a polícia incorreu
numa longa lista de gravíssimas violações, que inclui espancamentos, uso
sádico de munição não letal, cerceamento do direito de manifestação, de
associação, de circulação, de expressão, enfim, um desequilíbrio total,
seja por má fé ou incompetência”, protestou Lucia Nader, diretora
executiva da Conectas.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Um adeus a Jacob Gorender
Jacob Gorender, um dos mais notáveis entre os intelectuais marxistas brasileiros, despediu-se da vida hoje, em São Paulo, aos 90 anos de idade.
Por José Carlos Ruy no Portal Vermelho
Gorender, que se tornou uma personalidade pública tardiamente (ele tinha 55 anos quando publicou seu O Escravismo Colonial, em 1978), foi um homem de seu tempo, e nunca se afastou do combate a que se filiou na juventude - a luta por um mundo mais justo, que ultrapassasse as mazelas do capitalismo.
Não ficou alheio às controvérsias - aliás, sempre entrou nelas de peito aberto, com um rigor intelectual raro. Tornou-se, nas décadas finais de sua vida, um dos grandes intelectuais brasileiros, tendo sido autor de outros livros, entre eles Combate nas trevas, um estudo da luta armada contra a ditadura militar de 1964,
Fernando Bezerra chega em Macapá para liberar 16 milhões de investimentos na economia solidária
Articulação junto ao ministério da Integração Nacional foi feita pelo senador João Capiberibe que garantiu mais de 16 milhões para a economia sustentável do Amapá
Da Agência Amapá
Da Agência Amapá
Na próxima quinta-feira (13) será firmado acordo de cooperação técnica entre o governador do Amapá, Camilo Capiberibe e o ministro Fernando Bezerra Coelho, da Integração Nacional, que concederá o valor de R$ 16 milhões para o fortalecimento do Projeto de Arranjos Produtivos Locais (APL) do pescado, hortifrutigranjeiros, açaí e ecoturismo no Igarapé da Fortaleza.
A verba, advinda de dotação extra-orçamentária do Governo Federal, tem destino bem especificado no projeto, desenvolvido por diversos setores do Governo do Estado do Amapá (GEA) sob iniciativa e a interlocução do senador João Capiberibe (PSB-AP), junto ao Ministério da Integração Nacional.
O APL beneficiará as famílias agroextrativistas ribeirinhas, que sobrevivem da pesca artesanal - com o beneficiamento de sua produção e a integração aos roteiros eco turísticos da região - e os agricultores familiares assentados no Polo Hortifrutigranjeiro e Mini Polo de Fazendinha - também com o beneficiamento da produção. A gestão ficará a cargo da Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR) com apoio da equipe técnica das instituições governamentais estaduais.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Randolfe Rodrigues teria patrimônio orçado em R$ 5 milhões, em nome de laranjas, afirma jornal
Levantamento de bens revela que Randolfe Rodrigues tem patrimônio
orçado em R$5 milhões, em nome de laranjas. Nada foi declarado à Justiça
Eleitoral ou à Receita
José Marques Jardim
José Marques Jardim
Da Editoria do Jornal Tribuna Amapaense
Depois das denúncias feitas ao Senado, Procuradoria Geral da República e Supremo Tribunal Federal que
tratavam do recebimento de propina recebida na época em que era
deputado estadual no Amapá pelo PT, o comportamento do hoje senador Randolfe Rodrigues mudou
completamente. Os ataques ferozes que fazia em sua defesa deram lugar
ao silêncio que reforça o jargão popular de que quem cala consente.
O nada a declarar do parlamentar, que mesmo sendo do PSOL apóia o governo de Dilma Rousseff, ao lado de seu ídolo da juventude, o também senador João Alberto Rodrigues Capiberibe, se intensificou ainda mais depois que o perito da Unicamp, Ricardo Molina, um dos mais renomados do País, concluiu o laudo e comprovou
que as assinaturas nos recibos que atestavam o pagamento de R$20 mil
vindos do governo de Capiberibe, entre 1999 e 2002 eram mesmo do então
deputado Randolfe Rodrigues. Molina vai mais além e diz que não
houve qualquer alteração ou transposição que atestasse fraude. A
comprovação do perito colocou em xeque o posicionamento do Procurador
Geral da República Roberto Gurgel, que ao ter conhecimento das denúncias
tratou de arquivá-las sem ter para isso, qualquer embasamento ou
comprovação de que seriam falsas. Gurgel simplesmente se apoiou em uma
posição pessoal e estritamente particular e argumentou não acreditar que
um parlamentar assinaria de próprio punho o recebimento de dinheiro que
o pudesse incriminar.
O procurador foi alvo de ferrenhas críticas na imprensa nacional,
principalmente de revistas como a Carta Capital, que colocou em dúvida
sua conduta à frente de um dos órgãos mais importantes na garantia da
aplicabilidade da Justiça brasileira. Existiriam interesses no
comportamento duvidoso de Roberto Gurgel em querer defender
Randolfe Rodrigues e João Capiberibe, denunciados por propinagem? Os R$
20 mil pagos a Randolfe Rodrigues durante os quatro anos de seu mandato,
como atesta o laudo de Ricardo Molina engordaram o salário do
parlamentar de simplórios pouco mais de R$ 4 mil, para quase R$ 25 mil
ao mês. Por ano, o rendimento seria algo em torno de R$ 300 mil. Em
quatro anos de mandato, o faturamento do político chegaria a algo em
torno de R$ 1,2 milhão. Nos primeiros dias após a denúncia protocolada
na Capital Federal, a estratégia de Rodrigues e Capiberibe foi o ataque.
Deram as mãos e percorreram todas as emissoras de rádio pagas e
controladas pelo governo.
A essa altura, o senador também já havia deixado de ser oposição ao PT,
posicionamento do PSOL nacional, e se colocado embaixo das asas do PSB,
que é da base de apoio a Dilma. Lá, ele estaria protegido das investidas
de Fran Soares Júnior, autor das denúncias em Brasília e
ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá, quando Capiberibe era
governador e Randolfe, deputado. Os dois senadores trataram de tentar
desqualificar Fran, desconsiderando que o que estava sendo julgado não
era quem ofertava a denúncia, e sim o que ela continha.
Para João Capiberibe e Randolfe Rodrigues, o ex-presidente não tinha
condições morais para denunciá-los. Capiberibe só não lembrava em seu
discurso moralista, de sua cassação por compra de votos, que colocou o
Amapá na história política do País como o primeiro Estado a ter um
senador da República expulso do mandato. Já Randolfe não esbraveja mais
nos microfones dos programas sustentados pelo Estado governado pelo PSB,
que ele, até pouco tempo criticava.
Mas a história de Randolfe Rodrigues não para por aí. Ela tem novos
capítulos. O segundo episódio foi nova denúncia. Desta vez envolvendo o
nome do senador em irregularidades praticadas na época em que ele era
presidente do Centro de Juventude Chaguinha. Segundo o que chegou
novamente às mãos do STF, Senado e Procuradoria Geral da República, um
convênio firmado entre o Centro e o governo, revelou crimes que vão da
falsificação de assinaturas a peculato, envolvendo novamente o nome de
João Capiberibe. Empresas teriam sido citadas para executar serviços,
mesmo nunca tendo trabalhado com o segmento especificado. Tudo
constatado por auditores do Tribunal de Contas do Estado. O relatório
foi apresentado incriminando Randolfe e Capiberibe, mas curiosamente as
contas foram aprovadas, o que resultou no afastamento de altos
funcionários do TCE e até conselheiros.
Dora Nascimento lidera encontro sobre PAC no Ministério das Cidades
A vice-governadora do Amapá, Dora Nascimento, acompanhada pelos secretários de Estado da Infraestrutura, Amilton Coutinho e dos Transportes, Bruno Mineiro, e do diretor da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), Agostinho de Oliveira, participou nesta terça-feira, 11, em Brasília (DF), de reunião de Monitoramento de Empreendimentos do PAC. Na ocasião, ela representou o governador Camilo Capiberibe.
O encontro foi promovido pelos Ministérios das Cidades e Planejamento e teve como pauta a apresentação sobre o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), exposição das novas normas para gestão de obras com problemas de execução e novas medidas para aferição e liberação de recursos de medição de obra.
"O intuito do novo modelo é buscar a melhor eficácia na gestão da administração pública, além de dinamizar a execução de diversas obras, já que o RDC é uma modalidade nova de contratações, que torna mais célere todo o processo", explicou a vice-governadora.
Ministério Público requer execução de multa contra presidente da Assembleia Legislativa Junior Favacho
O presidente da Casa, deputado Júnior Favacho, foi multado em R$ 10 mil ao dia, por não cumprimento da Lei da Transparência
O Ministério Público do Amapá (MP-AP) ingressou, na última sexta-feira (07), com Ação Civil Pública na modalidade Obrigação de Fazer contra o presidente da Assembleia Legislativa do Estado Amapá (ALEAP), deputado Júnior Favacho, condenado ao pagamento de multa pessoal e diária no valor de R$10 mil (dez mil reais), por não cumprimento da Lei da Transparência.
Nos autos do processo (0038860-29.2011.8.03.0001), que corre na 5ª Vara Cível e de Fazenda Pública da Comarca de Macapá, o presidente da ALEAP foi intimado, no dia 25 de fevereiro deste ano, para tomar conhecimento da sentença, que estabelecia o prazo de 30 dias para o cumprimento da sentença sobre a divulgação, através da internet, das informações referentes às despesas da Casa de Leis.
O promotor de Justiça Afonso Guimarães, explica que o lapso concedido para o cumprimento da ordem judicial expirou no dia 27 de março e que somente a partir de 16 de maio houve a publicação das informações na internet. “Foram 48 dias de atraso, o que totaliza R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) de multa”, disse o promotor.
Além do atraso, o portal da Assembleia Legislativa não cumpre os dispositivos legais, pois não exibe as informações detalhadas e em tempo real das despesas do Poder, tais como: A folha de pagamento de pessoal, incluindo os deputados, os cargos comissionados e de confiança, além dos temporários e efetivos e os gastos individualizados por cada parlamentar com a verba indenizatória e verba de gabinete.
O promotor Afonso argumenta ainda que há descumprimento dos atos previstos no art. 48-A, da Lei Complementar nº 101/2000, que determina a publicação de todos os atos praticados pelas unidades gestoras no momento de sua realização, com a disponibilização mínima dos dados referentes ao processo, ao bem fornecido ou ao serviço prestado, bem como o lançamento e o recebimento de toda a receita, inclusive referente a recursos extraordinários. (Incluído pela Lei Complementar nº 131, de 2009).
“São, portanto, essas as informações que devem ser disponibilizadas na internet pela ALEAP para consulta pública, contudo, a pesquisa feita revelou que a Casa está longe de cumprir a sentença, eis que omite em seu sítio na internet informações relevantes e de interesse público”, ressalta o promotor.
Em manifestação no processo, a Casa de Leis pediu a extinção da ação, alegando o cumprimento das exigências. No entanto, o MP-AP verificou que o ícone para consulta de servidores não está ativo, as despesas com a verba indenizatória exibem informações genéricas com aquisição de produtos, sem indicar os fornecedores.
Nos autos do processo (0038860-29.2011.8.03.0001), que corre na 5ª Vara Cível e de Fazenda Pública da Comarca de Macapá, o presidente da ALEAP foi intimado, no dia 25 de fevereiro deste ano, para tomar conhecimento da sentença, que estabelecia o prazo de 30 dias para o cumprimento da sentença sobre a divulgação, através da internet, das informações referentes às despesas da Casa de Leis.
O promotor de Justiça Afonso Guimarães, explica que o lapso concedido para o cumprimento da ordem judicial expirou no dia 27 de março e que somente a partir de 16 de maio houve a publicação das informações na internet. “Foram 48 dias de atraso, o que totaliza R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) de multa”, disse o promotor.
Além do atraso, o portal da Assembleia Legislativa não cumpre os dispositivos legais, pois não exibe as informações detalhadas e em tempo real das despesas do Poder, tais como: A folha de pagamento de pessoal, incluindo os deputados, os cargos comissionados e de confiança, além dos temporários e efetivos e os gastos individualizados por cada parlamentar com a verba indenizatória e verba de gabinete.
O promotor Afonso argumenta ainda que há descumprimento dos atos previstos no art. 48-A, da Lei Complementar nº 101/2000, que determina a publicação de todos os atos praticados pelas unidades gestoras no momento de sua realização, com a disponibilização mínima dos dados referentes ao processo, ao bem fornecido ou ao serviço prestado, bem como o lançamento e o recebimento de toda a receita, inclusive referente a recursos extraordinários. (Incluído pela Lei Complementar nº 131, de 2009).
“São, portanto, essas as informações que devem ser disponibilizadas na internet pela ALEAP para consulta pública, contudo, a pesquisa feita revelou que a Casa está longe de cumprir a sentença, eis que omite em seu sítio na internet informações relevantes e de interesse público”, ressalta o promotor.
Em manifestação no processo, a Casa de Leis pediu a extinção da ação, alegando o cumprimento das exigências. No entanto, o MP-AP verificou que o ícone para consulta de servidores não está ativo, as despesas com a verba indenizatória exibem informações genéricas com aquisição de produtos, sem indicar os fornecedores.
“Outra omissão grave é a ausência de qualquer informação sobre o pagamento de diárias para deputados e servidores, sendo fato público que os valores praticados pela Casa de Leis estão bem acima da realidade de outras Casas Legislativas”, finaliza o promotor.
Entenda o caso
O Ministério Público do Amapá, por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Cultural da Comarca de Macapá, ajuizou, em outubro de 2011, Ação Civil Pública para que a Assembleia Legislativa divulgasse em seu portal informações exigidas por lei, para que toda a população tenha conhecimento do que é feito com o dinheiro destinado à manutenção do Poder Legislativo Estadual.
Embora a AL tenha solicitado, em dois momentos, a prorrogação do prazo para o cumprimento das exigências legais, e ainda que tenha divulgado o lançamento de seu portal da transparência, o MP-AP verificou que o Poder Legislativo segue afrontando a lei, posto que não fornece as informações exigidas, o que impede um efetivo controle social.
Parceria com a PMM: Governo vai reformar seis Unidades Básicas de Saúde em Macapá
Governador Camilo Capiberibe estende as mãos para o prefeito Clécio Luis estruturar saúde básica e reformar Unidades Básicas de Saúde (UBS)
Durante o lançamento das obras de reforma geral e ampliação do Hospital das Clínicas Alberto Lima (HCAL), ocorrido na manhã desta segunda-feira, 10, o governador Camilo Capiberibe anunciou que o Estado vai garantir os recursos necessários para a reforma das seis maiores Unidades Básicas de Saúde (UBS's) do município de Macapá.
Disse que para dar início as obras aguarda somente o orçamento que deverá ser apresentado nesta quarta-feira, 12, pelos técnicos da Secretaria Municipal de Saúde. "Temos que garantir a infraestrutura necessária para que o município também possa avançar na saúde, só assim conseguiremos oferecer atendimento digno à população", comentou o governador.
O secretário-adjunto de Saúde de Macapá, Rinaldo Martins, que estava presente no lançado das obras, lembrou que exemplo do governador Camilo Capiberibe, o prefeito de Macapá também pegou uma saúde sucateada. "Temos consciência das nossas dificuldades e da importância do Estado para a nossa capital", declarou.
Além da reforma das UBS's, o governador disse que vai garantir recursos para a conclusão do Hospital Metropolitano. Atualmente, existe uma emenda, cujo valor é insuficiente para concluir a obra, sendo necessária injeção de recurso de aproximadamente R$ 3 milhões para terminar a construção do hospital.
Improbidades: Justiça recebe denúncia contra ex-governadores Waldez Góes e Pedro Paulo por conta de calote dado em servidores
Waldez Góes e Pedro Paulo, além de ex-secretários de governo, responderão pelo crime de peculato por utilização ilegal dos recursos provenientes de empréstimos consignados.
O juiz da 4º Vara Criminal da Comarca de Macapá, Matias Pires Neto, recebeu a denúncia feita pelo Ministério Público do Amapá (MP-AP), contra os ex-governadores Waldez Góes e Pedro Paulo, além de ex-secretários de governo, pela prática do crime de peculato. Os réus serão julgados pela utilização ilegal de recursos provenientes dos empréstimos consignados contraídos pelos servidores públicos estaduais.
Desde 2003, em razão da Lei nº 10.820, os trabalhadores passaram a ter mais uma forma de contrair financiamentos bancários: o chamado empréstimo consignado em folha de pagamento. Nesse tipo de operação, o trabalhador procura uma instituição financeira, pactua o montante que receberá e a quantidade de parcelas, além de autorizar que o órgão público do qual é servidor faça a retenção do valor mensal para, em seguida, repassar ao banco credor.
"Essa modalidade de empréstimo tem contado com adesão da esmagadora maioria dos servidores públicos do Estado do Amapá, uma vez que, pela sistemática adotada, torna-se mais seguro para a rede bancária que pode apresentar baixas taxas de juros em comparação com as demais linhas de crédito existentes no mercado", avalia o promotor Afonso Guimarães, que subscreve a denúncia.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Mudanças no comando da PM
O governador Camilo Capiberibe estuda mudanças no comando da PM no Amapá. O nome do coronel Barbosa, que atualmente comanda o 4° Batalhão da PM em Santana é o nome mais cotado nas rodadas de apostas entre os oficiais e praças da Polícia Militar. Há quem diga que ele tem o apoio da cúpula do PSB por ser um militar flexível e politizado.
Imap sob novo comando
O professor universitário Maurício de Souza, não está mais no comando do Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial (IMAP) desde esta segunda-feira. Maurício pediu exoneração do cargo para tomar posse como servidor concursado no Tribunal de Contas.
Sem dúvida o governo deixa de contar com um dos melhores quadros da área ambiental a partir de hoje. O governador Camilo Capiberibe tentou manter Maurício no cargo e insistiu para ele não sair do governo, mas a estabilidade como novo servidor falou mais alto. O prazo para Maurício tomar posse estava se esgotando.
'Tem dinheiro e agora tem gestão', afirmou o governador Camilo no início das obras do Hospital Geral
Está prevista, ainda, a construção de outros dois centros cirúrgicos e
UTIs com dez novos leitos. Na ampliação estão previstos laboratórios de
Anatomia Patológica e Farmatológica, Residência Médica, Cozinha
Industrial e Nutrição Parental – que terá capacidade para atender, além
do HCAL, os hospitais da Mulher Mãe Luzia, da Criança e do Adolescente e
de Emergência. Com as obras de reforma e ampliação, passará de 80 para
220 o número de leitos no HCAL.
Outra importante novidade do projeto foi anunciada pelo governador
Camilo Capiberibe. Segundo ele, a atual Unidade de Alta Complexidade em
Oncologia (Unacon) vai ser transformada em um Centro de Assistência de
Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), que ofertará o serviço de
radioterapia. "Atualmente, os nossos pacientes que precisam de
radioterapia têm de viajar para fora do Estado. Em dez meses, isso não
será mais necessário", asseverou o governador.
Na cerimônia, autoridades e lideranças comunitárias usaram da palavra
e o tom geral foi de desejar parabéns ao governador Camilo pela
iniciativa, que, sintetizando as falas, seria um marco histórico na
melhoria da qualidade da saúde do Estado do Amapá.
sábado, 8 de junho de 2013
Petistas realizam Ato Público em defesa da Democracia e continuidade da Frente Popular
Cerca de 1000 pessoas entre militante e filiados do PT estiveram presentes em peso ontem, 07, no grande Ato Político em
defesa da democracia no PT e repudiando o atual momento pelo qual passa o partido no Amapá, onde dirigentes da Executiva Estadual acusam a presidenta do Diretório Estadual Nilza Amaral e o grupo do ex-prefeito Nogueira e Marcivânia Flexa de tentaram fazer mudanças na Executiva por meio do que chamam de "golpe" na democracia petista.
O evento político foi uma prévia do que será a disputa do Processo de Eleições Diretas (PED) em dezembrou que deverá renovar a atual direção. O Ato Político contou com a presença
de lideranças, dirigentes militantes das correntes Partido de Lutas e de Massas (PTLM), Movimento PT,
Democracia Socialista (DS), Articulação de Esquerda (AE) e grupos considerados independentes.
A presença da vice-governadora do Amapá e membro do Diretório Nacional do PT, Dora
Nascimento; deputado estadual, Joel Banha; Secretário de Segurança,
Marcos Roberto; vereador de Macapá Rocha do Sucatão; vereadora de Porto
Grande, Marilândia; o ex-prefeito de Mazagão, Antônio Elias; e os
presidentes do PT de Santana (José Amiraldo) e do PT de Macapá (Manoel
Bacelar); reforçaram o tom da defesa do projeto e da aliança de esquerda denominada Frente Popular, que elegeu o governador Camilo Capiberibe (PSB) e Dora Nascimento como vice nas eleições de 2010.
O evento
mostrou a força de quem quem defende que PT continue com aliança vitoriosa de 2010 e ressaltou o respeito a democracia interna no partido, visto nas falas de diversos dirigentes de Executivas e Diretórios
Municipais e membros da Executiva e Diretório Estadual.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Petistas realizam Ato Público em defesa da Democracia no PT
Vai ser realizado hoje a partir das 18h, na sede do Sindicato dos Urbanitários, um grande Ato Político em defesa da Democracia no PT. Compartilho o convite com os leitores do blog.
Vannuchi na OEA; mídia perde mais uma
Por Altamiro Borges, no blog do Miro
O brasileiro Paulo Vannuchi foi eleito na noite desta quinta-feira (6)
como um dos três novos integrantes da Comissão Interamericana de
Direitos Humanos (CIDH). A escolha ocorreu durante a Assembleia Geral da
Organização dos Estados Americanos (OEA), que ocorre em Antigua, na
Guatemala. O ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos do governo
Lula vai cumprir um mandato de três anos (2014-2017) ao lado de James
Cavallaro, dos EUA, e do reeleito José de Jesús Orozco Henríquez, do
México.
Paranoia da inflação e hipocrisia da burguesia - Por João Pedro Stedile
POR JOÃO PEDRO STEDILE, no Terra Magazine
A
imprensa burguesa tem propagandeado que a inflação está fora do
controle com a divulgação de noticias, artigos e comentários de
políticos de oposição ao governo federal.
Com
isso, colocam o tema dos preços como um fantasma atrás da porta de cada
família brasileira, prestes a assaltá-la e tomar o seu dinheiro.
A
construção dessa paranoia começou com a divulgação de matérias
sensacionalistas sobre o aumento do preço do tomate, como se a
valorização desse alimento tivesse de forma isolada incidência real na
inflação dos gastos da maioria da população.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
CPT afirma que 380 mil hectares de terras do Amapá são griladas
As vésperas da audiência pública que vai discutir a situação da Floresta Estadual do Amapá (Flota), que está sendo promovida pelo deputado estadual Eider Pena (PSD), réu em processos na Justiça Federal, onde é acusado de praticar grilagem de terras, o representante da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Sandro Galazzi, fez revelações bombásticas que demonstram os reais interesses de poderosos grupos políticos e econômicos que são contrários à criação da Flota.
As revelações foram feitas nesta quinta-feira, 06, durante encontro com o governador Camilo Capiberibe, solicitado pelo Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) e outros movimentos sociais.
Sandro Gallazzi afirmou que “cerca de 380 mil hectares de terras do Amapá são griladas”, o que corresponde a 380 mil campos de futebol. O estrago feito por grileiros em alguns municípios pode ser tão grande, que em alguns casos toma conta de metade da área territorial existente.
Na semana passada a deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), requereu a Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público Federal (MPF), que investiguem a grilagem e o incentivo à grilagem de terras na Floresta Estadual do Amapá (Flota) por setores ligados à indústria madeireira e ao agronegócio.
Em nota, governo diz que não participará de audiência pública sobre a Flota
Nota de Esclarecimento
Sobre a realização da audiência pública que vai discutir a
situação da Floresta Estadual do Amapá (Flota), que acontece nesta
sexta-feira, 7, na Assembleia Legislativa do Amapá, organizada pelo
mandato do deputado estadual Eider Pena (PSD), o Governo do Estado
esclarece que:
A Assembleia Legislativa do Estado do Amapá é a casa do povo e o
lugar, por excelência, para a realização dos grandes debates que dizem
respeito aos interesses do povo do Amapá. E o Governo do Estado tem
participado, em todas as oportunidades, nas quais tem sido convidado.
Contudo, apesar da gestão da Flota ser de responsabilidade do Estado,
nenhum órgão do Governo foi convidado para participar das diversas
mesas de debate propostas, nem, tampouco, para apresentar os inúmeros
avanços construídos durante esta gestão.
Desta forma, o Governo do Estado comunica à sociedade amapaense que:
1) Não participará da referida audiência pública por entender que o
Governo do Estado do Amapá não pode ser mero espectador deste debate e
não aceita a exclusão dos seus gestores das referidas mesas.
2) O Governo vem trabalhando, ao longo dos últimos dois anos e cinco
meses, na construção de políticas de gestão das florestas públicas e da
biodiversidade que permitam a utilização sustentável dos nossos recursos
naturais e florestais, olhando, particularmente, para os interesses dos
povos tradicionais. O objetivo é estimular a legalização da exploração
da madeira através do manejo florestal regulamentado e fiscalizado,
partilhando a riqueza gerada pelos nossos recursos naturais com os povos
da floresta.
3) É importante esclarecer que, no último dia 6 de maio, o Governo do
Estado realizou o 1º Seminário Sobre Concessões Florestais, no qual se
debateu a importância da política do setor florestal no Amapá. Na
oportunidade, foram convidadas autoridades do Estado do Amapá e de
outros estados brasileiros, Assembleia Legislativa, bancada federal,
senadores, representantes do setor florestal, universidades e movimentos
sociais do Amapá.
Governo do Estado do Amapá
Governo oficializa apoio ao Mosaico de Áreas Protegidas do Amapá e Pará
O Governo do Estado oficializou o apoio a um novo instrumento de
proteção ambiental que vai ajudar a gerir as políticas públicas voltadas
às populações de uma área que abrange partes do Amapá e do Pará.
Numa cerimônia realizada no Palácio do Setentrião, na manhã desta
quinta-feira, 6, foi aberta a Reunião de Instalação do Conselho
Consultivo do Mosaico de Áreas Protegidas do Oeste do Amapá e Norte do
Pará - entidade recém-reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente.
O Mosaico compreende uma área de 12 milhões de hectares de florestas
tropicais, que abrange comunidades indígenas, quilombolas,
extrativistas, entre outras unidades de conservação, onde são
desenvolvidas - algumas ilegalmente - atividades como mineração,
extração de madeira, entre outras, que causam impacto ao meio ambiente.
Incide parcialmente sobre 11 municípios no Amapá e cinco no Pará.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
CCJ do Senado aprova indicação de Luís Roberto Barroso para STF
Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Luís Roberto Barroso para o Supremo Tribunal Federal. Após longa sabatina, que durou cerca de oito horas, os membros da comissão aprovaram o nome de Barroso por 26 votos favoráveis e 1 contrário. Caberá agora ao plenário do Senado votar, em regime de urgência, para a aprovação final.
Barroso foi questionado sobre diversos temas, inclusive alguns atualmente em análise no STF, como o controle prévio da constitucionalidade do projeto de lei que trata da criação de partidos políticos. Para ele, a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes determinando a suspensão da tramitação do projeto foi “uma decisão atípica”.
Editorial do jornal Brasil de Fato contra a redução da maioridade penal
O direito de nossas crianças e adolescentes
Não podemos aceitar o retrocesso que se apoia no discurso simplista da redução da maioridade penal. Os movimentos sociais devem enfrentar esse debate ideológico e impedir mais essa ofensiva conservadora
Os setores mais conservadores empunham a bandeira da redução da maioridade penal, como uma solução que poderia reduzir a criminalidade em nosso país.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, explora o pânico que os grandes meios de comunicação deflagram a partir de alguns crimes que apavoram o imaginário social, sempre com a finalidade de desviar o foco da crise de Segurança Pública que assola São Paulo.
Numa atitude demagógica, apresentou uma proposta defendendo penas mais rígidas para menores infratores, ampliando para até oito anos a punição para jovens que cometerem delitos graves. O projeto quer alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Atualmente, a internação máxima prevista pelo estatuto é de três anos, mas uma pessoa pode ficar internada até os 20 anos e 11 meses, se ela for pega na véspera de completar 18 anos.
Com dez vetos, Dilma sanciona Lei dos Portos
Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff sancionou a nova Lei dos Portos, com dez vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional em maio. Os vetos englobam 13 pontos, e os principais referem-se a dispositivos que tratavam da renovação e prorrogação de concessões de portos e da garantia de concorrência que o novo marco regulatório quer implementar. O texto sancionado foi publicado hoje (5), em edição extra do Diário Oficial da União.
"Os vetos foram feitos para garantir o objetivo principal da lei, que é garantir a abertura e a competitividade do setor e afastar qualquer insegurança jurídica”, justificou a ministra Gleisi Hoffmann, chefe da Casa Civil.
Governadora em exercício Dora Nascimento faz balanço de 2,5 anos de gestão
Entrevistada no programa radiofônico Jornal da Manhã – transmitido pela
Rádio Cidade e ancorado pelos jornalistas Paulo Silva e Domiciano Gomes
–, a governadora em exercício do Amapá, Dora Nascimento, fez um balanço
dos 2 anos e quase 6 meses em que esteve, ao lado do governador Camilo
Capiberibe, comandando o Executivo estadual.
A entrevista foi ao ar na manhã desta quarta-feira, 5. Por quase uma
hora, ela falou como o governo trabalhou para resgatar a credibilidade
do Estado do Amapá com os parceiros, principalmente junto à gestão da
presidente Dilma Rousseff.
Além de responder perguntas de ouvintes, Dora Nascimento fez um resumo
dos investimentos já realizados pelo governador Camilo Capiberibe, e dos
que serão feitos a partir do recurso de R$ 2,8 bilhões liberados pelo
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nas áreas
de Habitação, Saúde, Infraestrutura, Transporte e Educação, além de uma
análise das relações com o Poder Legislativo. Também tangenciou sobre a
parceria com a Prefeitura Municipal de Macapá (PMM).
A volta da credibilidade do Amapá e orgulho de ser amapaense
A volta da credibilidade do Amapá
* Por Emerson Silveira
Os
anos 2.000 foram se passando e a credibilidade do Amapá foi se esvaindo
por conta da má gestão e do desvio de vultosas somas dos cofres
públicos até chegar ao fundo do poço, em setembro de 2010, com a
Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal. Mais de uma dezena de
autoridades, entre elas, um ex-governador e o seu sucessor, foram
presas.
Em resposta aos desmandos, o eleitorado do Amapá
decidiu tirá-los definitivamente do poder estadual pelo voto, elegendo
para o Governo do Estado os jovens Camilo Capiberibe - PSB Governador e
Dora Nascimento -PT Vice - Governadora na aliança histórica de dois partidos de esquerda que relembrou os moldes da Frente Popular em outros momentos da história mundial.
Infelizmente, é necessário citar esses lamentáveis episódios que
infelicitaram o Amapá por oito anos para que possamos entender o atual
momento.
Para recuperar a credibilidade, a confiança, a
dignidade e o orgulho de ser amapaense, o Governador Camilo trabalhou
durante dois anos com austeridade e resignação.
Porém, vale lembrar que as mudanças não acontecem sem traumas!
Para reconquistar a confiança junto às autoridades da União, o
Governador Camilo teve que arrumar a casa contrariando interesses,
utilizando a arma a seu alcance: a austeridade.
Uma luta difícil.
Foi preciso vencer centenas de prestações de contas inadimplentes
deixadas por aqueles que ocuparam o governo por oito anos e pela
desconfiança que esse fato gerou nas autoridades federais.
Agora, o Governador atravessa uma fase em que os beneficiados por sua
ação ainda não entenderam o momento presente e aqueles que tiveram seus
interesses contrariados estão irados. Irados porque não mais podem se
locupletar do erário público.
A austeridade venceu a desconfiança.
A prova disso é a liberação de R$ 2,8 bilhões do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Amapá, a título de
empréstimo. O valor total do empréstimo é igual ao montante que a
Agência Nacional de Petróleo (ANP) arrecadou no último leilão de
petróleo e gás.
O financiamento do BNDES vai alçar o Estado a
uma melhor condição econômica e desenvolvimentista de sua história. A
credibilidade, a confiança, a dignidade e o orgulho de ser amapaense
foram recuperados pelo Governador Camilo. É a devolução ao povo do Amapá
do dinheiro que foi desviado dos cofres públicos.
A autoestima
do amapaense está em alta e vai crescer com a aplicação desses recursos
em obras de médio e grande porte: infraestrutura rodoviária, educação,
saúde, energia, segurança pública, saneamento básico, habitação,
cultura, assistência social e erradicação da pobreza.
Os
recursos liberados pelo governo da presidente Dilma Rousseff - PT
representam o resgate da credibilidade do Amapá perante a Nação.
É o maior volume de recursos já emprestado a uma unidade da Federação,
fato que demonstra o respeito e o respaldo que o Governo do Amapá, antes
desacreditado, reconquistou junto à União.
Dobramos mais uma página triste da nossa história. Voltamos a ter orgulho de ser amapaense.
MPE ratifica como 'calúnia' acusação contra João Capiberibe
Redação
Passados três meses da declaração de improcedente a acusação contra o
senador João Capiberibe (PSB-AP), feita pelo radialista Pedro dos Santos
Martins, mais conhecido como “Pedro Da Lua”, o Ministério Público do
Estado do Amapá (MPE) ratificou em decisão subscrita pelo promotor de
justiça Adauto Luiz do Valle Barbosa, o arquivamento da ação a respeito
da compra de um imóvel em Macapá, quando Capiberibe era governador do
Estado.
Para o promotor, a ação fruto do encaminhamento da Procuradoria da
República do Estado do Amapá ao MPE, configurou em duplicidade de
procedimento anteriormente analisada pelo órgão como descrito em seu
despacho:
- Observo que a controvérsia já foi objeto de análise por parte deste
órgão, culminando com o parecer de arquivamento. Sem dúvida, trata-se
agora de duplicidade de procedimento de investigação onde o primeiro já
foi arquivado. Dito isso, determino que cópia do parecer de arquivamento
daquele outro procedimento seja encaminhada ao Conselho Superior do
Ministério Público para fins de homologação –
As acusações de Da Lua, concluídas como caluniosas pelo MPE após
rigorosas investigações, foram em torno de uma suposta aquisição
irregular, por parte do então ex-governador Capiberibe, de uma casa das
mãos do sócio da empresa Engeform S/A, engenheiro José Ricardo Dabus
Abucham, mediante troca de favores pessoais.
Para o MPE o contrato de aquisição do imóvel, firmado entre João
Capiberibe e a empresa Engeform S/A, “encontra-se revestido de total
legalidade”. De acordo com o parecer, não houve irregularidade na
transação comercial pessoal, nem quaisquer alterações nos contratos
celebrados à época, entre o Governo do Estado do Amapá e a Engeform S/A.
Vale destacar que o radialista Pedro dos Santos Martins, “Pedro Da
Lua”, responde por várias ações na justiça por calúnia e difamação.
MZ Portal: Diretório Estadual do PT recompõe a Executiva partidária e reafirma apoio a Frente Popular
Do MZ Portal
O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) reuniu nesta
segunda-feira (3) para deliberar sobre várias questões internas à
legenda. Entre as decisões tomadas está a anulação do ato da presidente
do PT, Nilza Amaral, que trocou membros da Executiva Estadual. Para o
DE, o ato é irregular porque não seguiu os trâmites regimentais e
estatutários.
A reunião iniciou com a presença de 35 dos 36 membros do DE. Durante a
discussão sobre o ato da presidente, 15 participantes vinculados ao
ex-prefeito de Santana, Antônio Nogueira, e à professora Marcivânia
Flexa se retiraram da reunião antes da deliberação final sobre o
assunto. Apesar da manobra, o quórum mínimo para votação foi mantido e a
anulação do ato foi aprovada por unanimidade.
Também foi ratificada pelo DE a resolução da Executiva Estadual que
reafirmava a aliança político-eleitoral com o PSB como uma necessidade
estratégica para o enfrentamento com a "direita retrógrada", que é
apoiada por setores "ditos de esquerda, que insistem em operar um
projeto de destruição do Partido dos Trabalhadores".
"O Partido dos Trabalhadores vislumbra a União de seus quadros em torno
do fortalecimento da Aliança PT/PSB, pautada na decisão histórica de
construir um governo voltado para os princípios que norteiam a razão de
existir do PT: Transparência e Participação Popular", diz a resolução da
Executiva.
Como observador, participou da reunião o secretário de Mobilização da
Executiva Nacional do PT, Jorge Coelho. Para ele, a decisão do Diretório
foi acertada. Segundo o dirigente, qualquer modificação na Executiva ou
em qualquer órgão do PT tem de seguir as normas partidárias, coisa que,
nesse caso, não teria acontecido.
Jorge Coelho também afirmou que não é permitido para quem assume a
presidência do PT, em qualquer nível de poder, assumir cargos de
confiança em governos estaduais ou municipais. Norma partidária que
coloca em xeque a presidente Nilza Amaral, que também é diretora do
Procon, órgão vinculado ao Governo do Estado.
terça-feira, 4 de junho de 2013
PT Amapá esclarece fatos acontecidos em reunião do Diretório Estadual
NOTA
DE ESCLARECIMENTO
Diante da veiculação de
informações por parte de alguns setores da imprensa local sobre os acontecimentos
decorrentes da reunião do Diretório Estadual do PT Amapá, ocorrida no dia 03 de
Junho de 2013, às 19 h na Sede do PT, cabe esclarecer que:
1.
Apesar dos ânimos exaltados e das
discussões generalizadas, por conta das disputas internas no PT, não houve agressão
física a nenhum filiado/filiada presente na reunião;
2.
Que nenhuma modificação de membros do
Diretório ou da Executiva pode ser feita sem a deliberação do respectivo
Diretório. Portanto, a mesa formada e a lista de presença deveriam ser feita
com base nos membros do Diretório que tomaram posse em 2010, visto que nenhuma
mudança fora pleiteada;
3.
Com base na Ata de Posse dos membros do
Diretório, a reunião aconteceu dentro da normalidade, procedendo-se as
deliberações necessárias;
4.
Que a reunião foi
assistida pelo companheiro Jorge Coelho, Secretário Nacional de Mobilização do
PT e responsável pelo acompanhamento do partido na região Norte.
Dentre as deliberações procedidas,
sob a orientação do representante da Executiva Nacional do PT e com base nos
dispositivos legais do Estatuto Partidário, destacamos a aprovação por
unanimidade dos presentes, a nulidade do
“Ato da Presidência” que tentava modificar a composição de membros do
Diretório e da Executiva por meio de uma manobra ilegal, bem como todos os atos
produzidos posteriormente.
Diretório Estadual
do Partido dos Trabalhadores
Secretaria Estadual
de Comunicação do PT-AP
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