terça-feira, 19 de março de 2013

CPI do Tráfico de Pessoas: Janete aprova requerimento pra ouvir acusados de adoção ilegal de bebê no Amapá

A Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – que investiga o tráfico de pessoas vai chamar para depor os acusados de envolvimento na adoção ilegal da bebê Jeane Ramos do Nascimento, levada de Macapá, Amapá, para Jundiaí, São Paulo, em processo que durou cerca de uma semana. Serão chamados para a CPI a avó de Jeane, Magali Bandeira Dos Santos, a assistente social Darlita Daniela Barros e os pais que estão com a guarda provisória da criança, em Jundiaí. O requerimento é da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), aprovado pela CPI dia 27 de fevereiro.


“Trata-se de um caso suspeito de tráfico de pessoas pela forma irregular com que se deu a adoção da referida criança, pela superposição das datas do pedido de adoção e do registro e pelas declarações da assistente que teria solicitado dinheiro para devolver a criança à avó”, afirmou a deputada Janete ao apresentar o requerimento.


A deputada pediu celeridade na convocação que foi ratificada nesta terça, 19, após reportagem do jornalista Luiz Carlos Azenha, no Jornal da Record, exibida ontem e disponível no site da emissora – clique aqui.

 
Fonte : Sizan Luis Esberci - Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP

Camilo e Randolfe jantam em BSB

Ontem, 18, o governador Camilo Capiberibe e o senador Randolfe Rodrigues jantaram juntos em Brasília. No cardápio principal a conjuntura política do Amapá, a transição geracional e 2014.

Enquanto isso em Pedra Branca do Amapari!

No último sábado, cerca de 2000 mil pessoas lotaram o comício do candidato Wilson Filho (PSB) no bairro Reviver em Pedra Branca do Amapari
 
A campanha pega fogo em Pedra Branca do Amapari. O candidato Wilson de Souza Filho (PSB), que foi eleito o vereador mais votado na eleição de 2012, presidente da Câmara de Vereadores e em seguida assumiu interinamente a prefeitura, faz uma campanha linda, militante e de massas. 

O governador Camilo Capiberibe aguarda pesquisa do Diretório Estadual do PSB pra decidir o tempo certo de entrar na campanha. Já o senador João Capiberibe e a deputada Janete Capiberibe, detentores de grande popularidade na região da Perimetral Norte e nas aldeias indígenas, devem intensificar agenda no próximo final de semana em apoio a campanha do prefeito. O deputado Agnaldo Balieiro e Cristina Almeida já participaram de outro comício da campanha.

A maioria dos vereadores e cerca de 15 partidos, além do presidente da Assembleia Legislativa, Junior Favacho (PMDB), o ex-prefeito Zezinho (PV), apoiam a candidatura do PSB no município. A eleição está marcada para o dia 07 de abril.

Oposição e mídia batem, mas Dilma sobe para 79%

É recorde; popularidade da presidente e de seu governo são inéditos, apura pesquisa CNI/Ibope; 79% aprovam sua maneira de governar; 63% consideram o governo ótimo ou bom; 38% reconhecem que as notícias publicadas na mídia são negativas para a gestão; mas 75% dizem confiar em Dilma Rousseff; oposição vai acentuar ataques ou fazer retirada estratégica para reavaliar situação?; quem segura essa mulher?

19 de Março de 2013 às 12:22

247 - Fustigada pelas críticas sobre o baixo crescimento do PIB, o estilo pessoal de governar e sua política de alianças, para o grande público a visão sobre a presidente Dilma Rousseff é outra: está fazendo uma gestão cada vez melhor.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Ecos do twitter

Antônio Luiz Costa, colunista da revista Carta Capital, endossando o texto do blog que denuncia a armação de setores corruptos do Amapá na ofensiva golpista contra os senadores João Capiberibe e Randolfe Rodrigues.

A onda de mentiras contra Randolfe e Capiberibe


Documento onde Fran Junior confessa falsificação de documentos da ALAP

Todos sabem que tenho inúmera críticas pontuais, políticas e ideológicas ao senador Randolfe Rodrigues por conta de suas alianças recentes no Amapá. Mas na última semana o ensolarado tem sido vítima junto com o senador Capiberibe de um campanha orquestrada por setores da direita local para tentar jogá-los na mesma lama que os corruptos locais chafurdam.Os dois senadores amapaenses estão sendo vítimas de uma verdadeira campanha difamatória com o aval nos bastidores de Sarney e cia, na tentativa desmoralizá-los diante da opinião pública e até mesmo da imprensa nacional.

Apesar de Randolfe processar este blogueiro na justiça e ter usado a PF pra me intimidar e tentar calar essa rouva voz da blogosfera, não posso deixar a coerência de lado e fazer coro com bandidos de "colarinho branco". Nunca tive nada pessoal contra o senador, apenas críticas políticas ao seu comportamento com homem público e sempre pautando o debate na política. 

Vejo que o senador pode contribuir e muito para virarmos a página tenebrosa de nossa história recente que envergonhou o Amapá nacionalmente e de certa forma com todas as críticas vem contribuindo, ainda que timidamente, pois nos momentos de enfrentamento e luta de classes da esquerda contra grupos poderosos do Amapá, o mesmo preferiu silenciar.
 
Acima observamos o documento, que o próprio Fran Júnior, na época que era presidente da ALAP, afirma que adulterou documento contra o deputado Jorge Salomão. O ex-deputado que hoje assessora o presidente afastado da ALAP, Moisés Souza (PSC), tenta jogar na vala comum o senador João Capiberibe (PSB) e o senador Randolfe Rodrigues (PSOL), prestando o serviço sujo, típico de políticos alinhados ao senador José Sarney. 

Apesar de Randolfe Rodrigues ter apoiado na campanha de 2010 o afilhado de Sarney, Lucas Barreto (PTB), que saiu derrotado na disputa pelo governo do Amapá para Camilo Capiberibe da Frente Popular PT-PSB, o falso dossiê de Fran Junior contra os dois senadores não passa de uma armação e intimidação do grupo de Sarney e de políticos que querem voltar ao poder em 2014.

A ofensiva de Fran Junior, que disputou diversas eleições pelo PMDB de Sarney, só serve pra mostrar ao PSOL que o caminho que tentam trilhar ao lado de políticos de direita e acusados de corrupção é o caminho errado. O lugar do PSOL é do lado da esquerda amapaense e combatendo os grupos que saquearam o Amapá ao lado do PSB e do PT, que hoje governam o estado e são vítimas da ofensiva sarneysista observada em meios de comunicação do império midiático do ex-senador Gilvam Borges (PMDB) e no jornal "A Gazeta" de Sillas Assis Jr, fiel escudeiro de Sarney.

Fran Junior é rodado e tem uma ficha tão suja como a de um chefe do crime organizado do tráfico do Rio de Janeiro, conforme condenações que o tornaram impedido de disputar qualquer cargo público e as recentes denúncias do MP sobre malversação de dinheiro público na ALAP. O ex-deputado ficha-suja sempre foi adversário da família Capiberibe que durante os oito anos de governo Waldez Góes (PDT), preso em 2010 na Operação "Mãos Limpas" da PF, resistiu bravamente ao esquema montado pra silenciar a imprensa e adormecer o povo do Amapá sobre o que rolava de podre nos tapetes e salas refrigeradas do Palácio do Setentrião.

Alguns dizem que o senador Randolfe Rodrigues vem recebendo os inúmeros ataques da "organização criminosa" pra aceitar um suposto convite de Sarney para disputar o governo e fazer dobradinha na reeleição do oligarca do Maranhão que infelizmente é senador pelo Amapá. Mas a pressão de setores do PSOL para que o partido se realinhe politicamente à esquerda no Amapá faz com que Randolfe reveja suas posições e desagrade Sarney e seus vassalos corruptos.

Tomara que o senador Randolfe Rodrigues aprenda a lição de que o seu lado político é na esquerda e no campo popular. A recusa ao grupo de Sarney e sua atuação conjunto com o senador João Capiberibe (PSB) que se aliaram ao MP para denunciar os desmandos de Moisés Souza na ALAP junto ao STF e STJ, ocasionou a ofensiva e onda de mentiras do grupo criminoso que fora considerado “harmonia” de 2002 à 2010.

O contra-ataque de Moisés Souza e Fran Junior contra os senadores Randolfe Rodrigues e João Capiberibe

Do blog do Nezimar Borges
 
A luta política para defenestrar “uma quadrilha”, nas palavras do Ministério Público, encastelada na Assembleia Legislativa do Amapá, teve capítulos de dar inveja aos mais renomados escritores de casos policiais. Tudo começou com a ilegalidade de uma eleição em que Moisés Souza foi eleito presidente com apenas 9 votos dos 24 deputados da Assembleia Legislativa.

Houve tantos outros capítulos com ações judiciais contra deputados. No entanto a peça fundamental para alijar de vez os usurpadores do poder coube ao Ministério Público que ofereceu denúncia contra Moisés Souza.

Diz-se que em política morre-se sempre atirando. Que o diga Roberto Jeferson no caso chamado pela mídia de “mensalão”. O mesmo acontece agora com um grupo que outrora possuía muito poder no Amapá, o mesmo grupo que um dia foi chamado de “harmonia”; os últimos sobreviventes que agora configuram como vilões moribundos  são o ex-presidente da Assembleia Legislativa e o derradeiro a cair da prefeitura de Macapá, respectivamente Moisés Souza e Roberto Góes.

Assim como Jeferson, hoje quem morre atirando é o deputado Moisés Souza que, dizem, semana passada comandou seu “consigliere” e braço direito, Fran Soares Júnior, a protocolar na Procuradoria Geral da República, um libelo com fragmentos que mais soam como peça de humor teatral com acusações sem fundamentos, retalhos de uma vingança contra seus algozes Randolfe Rodrigues e João Capiberibe.

Os dois senadores foram os responsáveis por dar conhecimento à Justiça brasileira das ilegalidades cometidas na ALAP; no final do ano passado, ambos os senadores enviaram ofício a todos os ministros do Supremo Tribunal Federal e a todos os ministros do Superior Tribunal de Justiça, além do Procurador Geral do Ministério Público Federal e a todos os juízes federais no Amapá, dando conhecimento da quadrilha (na acusação do MP) que estava sendo afastada da ALAP.

Veja no post “Senadores unidos contra a corrupção no Amapá” o teor do ofício que provavelmente tenha feito com que os ministros do STJ e do STF rejeitassem completamente as várias tentativas de Moisés Souza de retornar a presidência da ALAP.

Certamente isso justifica o contra ataque do consigliere de Moisés Souza contra os dois senadores da república, Randolfe Rodrigues e João Capiberibe.

Senadores criticam o ex-presidente da Assembleia do AP

Dimmi Amora e Andreza Matais / Folha de S.Paulo
 
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-PA) afirmou que não recebeu mensalão quando era deputado estadual e que o recibo anexado à petição ao Congresso é falso. "Não descarto que seja minha a assinatura. O que não bate é que nunca existiu aquele recibo de R$ 20 mil", disse.
 
Randolfe afirmou que o assunto ressurgiu no ano passado, na época da eleição, e que ele mesmo pediu investigação do Ministério Público e da Polícia Federal.
 
O senador disse que também solicitou à Assembleia Legislativa que encaminhasse cópia dos registros dos pagamentos que ele recebeu quando era deputado, o que ainda não ocorreu.
 
"Parece-me que é uma clara atitude retaliatória do presidente Renan porque ninguém deu credibilidade a essa denúncia. O denunciante não tem credibilidade para fazer a denúncia."
 
De acordo com o senador, no período em que o ex-deputado Fran Júnior o acusa de ter recebido o recursos, ele recorreu à Justiça para cobrar o pagamento do seu salário que havia sido cortado por fazer oposição.
 
O senador Alberto Capiberibe também negou o mensalão. "É uma coisa estranha ele assumir que cometeu um crime", disse, pelo fato de os supostos pagamentos terem sido na gestão de Fran como presidente da Assembleia. "São documentos absolutamente falsos."
 
As gravações, segundo o senador, são de entrevistas que ele deu à época.

Prefeito Clécio prefere andar de Jet para não encarar as ruas de Macapá



Problemas dos buracos que tomaram conta da cidade, os postos de saúde que não funcionam e a deficiência na coleta do lixo ainda não afetaram a rotina do prefeito de Macapá, Clécio Luis, que todos os domingos encontra tempo para passear com os amigos de jet ski.

Na foto, ele aparece com uma amiga, passeando no Rio Araguari, e acenando para quem estava no local. Muita gente, indignada, disse que o gestor tem o direito ao seu momento de lazer, mas passear de jet enquanto a cidade afunda é uma falta de respeito com o cidadão.

sábado, 16 de março de 2013

Os recados de Clécio Luis ao governo

O prefeito Clécio Luis usou de algumas artimanhas essa semana pra mandar recados ao governo e atacar o governador Camilo Capiberibe. A ação foi feita por meio de seu aliado Lucas Barreto, que é vereador de Macapá. A prova de que a estratégia pode ter partido do Palácio Laurindo Banha é a matéria disparada pela jornalista Graziela Miranda é assessora de imprensa da PMM e divide a bancada do Café com Notícia com a competente Ana Girlene. O prefeito da capital usa seu garoto de recado para atacar o governo e depois cobra parceria de Camilo Capiberibe nos bastidores. A estratégia é clara e seu canal na imprensa foi feito pela sua assssora e o programa que tem relação com a PMM. Essa é parceria que o PSOL quer com o PSB.

Dalva flerta com Waldez

Mesmo ocupando cargos no atual governo por meio de seu grupo político, a deputada Dalva Figueiredo (PT), reuniu recentemente com o ex-governador Waldez Góes (PDT), preso em 2010 na Operação "Mãos Limpas" da PF, para tratar de possíveis alianças do PT para 2014. 

Mas Dalvinha esqueceu de combinar com a vice-governadora Dora Nascimento, o deputado Joel Banha, Nogueira e outros grupos que juntos participam do atual e governo e possuem maioria no PT. 

Dalva flerta com a oposição corrupta e joga uma "casca de banana" pra melar a relação do PT com o PSB na tentativa de valorizar seu passe, já que está enfraquecida no partido e sua reeleição é um a incógnita. Com a palavra o PT e o governador Camilo Capiberibe!

Os delírios e a inversão de valores de Lucas Barreto sobre a Operação "Mãos Limpas"

“Eu perdi a eleição para a Polícia Federal. Eu preciso ter essa chance. Se o meu partido acatar, eu estarei lá, pois estou aprendendo muito na Câmara.” (Lucas Barreto durante entrevista ao programa Café com Notícia)
Lucas Barreto culpou a Polícia Federal que prendeu seu compadre Waldez Góes na Operação "Mãos Limpas" pela sua derrota eleitoral na disputa pelo governo em 2010.
 
Perguntas do blog: O vereador Lucas Barreto (PTB) foi preso ou alvo de operação da PF pra ele culpar a instituição pela derrota eleitoral de 2010? Lucas Barreto estava envolvido na escândalo da Operação "Mãos Limpas"? Ou Lucas Barreto perdeu a eleição por ter se calado durante a campanha diante da operação da PF que prendeu o seu compadre e ex-governador Waldez Góes (PDT) que lhe apoiou no 2º turno? 

O discurso de Lucas Barreto é vazio e fraco vindo de alguém que quer se posicionar como oposição e sem defender um programa político alternativo ao atual governo, deixando claro que a oposição não tem projeto de governo para o Amapá e quer apenas "tomar de assalto" o poder pra voltar a se locupletar do orçamento público, priorizando o projeto da elite local e de oligarquias atrasadas como fizeram no governo passado. 

Já tivemos oposição mais inteligente no Amapá, menos burra e idiota como a atual oposição que crítica o que é ético e o trabalho republicano da PF na Operação "Mãos Limpas" que prendeu uma das maiores quadrilhas de engravatados da história recente do Brasil e aplaude o que é errado como a corrupção e os corruptos, justificando uma derrota eleitoral porque se calou diante da roubalheira geral que aconteceu entre 2003 e 2010. 

Lucas Barreto é pobre politicamente e uma verdadeira vergonha para a política séria, honesta e o povo trabalhador que condena a "ladroagem" do dinheiro público. Deveria usar seu mandato pra pautar temas importantes e parar de fazer piada com a cara dos amapaenses. 

Mas esse discurso faz parte do jogo baixo e sujo da oposição de direita e é defendido por aqueles que apoiaram o governo do atraso, do abandono e do assalto aos cofres públicos. Só falta ele defender na imprensa a inocência de seu compadre Waldez Góes e afirmar que ele foi preso injustamente em 2010 pela PF na famosa Operação "Mãos Limpas". 

Podem rir da palhaçada!

STF afirma que greve "eleitoral" do Sinsepeap em 2012 foi ilegal e abusiva

O ministro Ricardo Lewandowski determinou o arquivamento da reclamação ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Estado do Amapá (Sinsepeap) contra decisão do Tribunal de Justiça daquele Estado (Tjap), que declarou ilegal e abusiva a greve deflagrada pelos professores da rede pública estadual, fixando multa diária de R$ 10 mil pelo eventual descumprimento da decisão.

O Tjap observou que o direito ao piso salarial nacional, garantido ao profissio-nal do magistério público pela Lei 11.738/2008 - objeto da greve -, é direito da categoria, mas ponderou que sua satisfação pode ser alcançada por diversas vias, como negociação sem greve, negociação com greve dentro dos limites legais, ou ação judicial adequada e própria que obrigue o Estado ao seu adimplemento.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Jornalista denuncia desmandos de Dilson Borges em Mazagão e Império de Comunicação silencia

Dilson Borges (centro) e a oligarquia midiática se calaram diante das denúncias de Hélio Nogueira
 
O jornalista e radialista Hélio Nogueira, profundo conhecedor das artimanhas da oligarquia Borges e do ex-senador Gilvam Borges (PMDB), dono de um verdadeira Império de Comunicação, construído ao arrepio da Constituição Federal que proíbe acúmulo de concessões de rádio e TV e veda o monopólio por parte de políticos, postou em seu facebook uma denúncia bombástica contra a gestão do irmão do coronel midiático Gilvam Borges. 

Os meios de comunicação da família Borges são utilizados pra bombardear diuturnamente o governo Camilo Capiberibe com ataques levianos e até mesmo mentiras propagandeadas de hora em hora com inserções que mais parece uma campanha pública de difamação nos moldes do que foi feito contra Lula, Dilma e o PT no plano nacional. A Constituição Federal garante a liberdade de imprensa, mas a rede de comunicação do fiel escudeiro de Sarney tem quebrado as regras da legislação e a Anatel, MPF e MP se calam diante do descalabro e dos excessos criminosos do Império de Comunicação. 

Acompanhem abaixo a denúncia do jornalista contra o prefeito de Mazagão. As rádios e TV´s da família silenciaram e jornais que são alinhados ao senador Sarney seguem a mesma linha.

PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO MUNICÍPIO DE MAZAGÃO: COROLÁRIO DE IMPROBIDADES ADMINISTRATIVAS
Por Hélio Nogueira via facebook

Quem abre o portal da transparência da prefeitura de Mazagão (http://mazagao.ap.gov.br/portal/) se depara logo de cara com pelo menos duas improbidades administrativas. Uma delas é o contrato 014/2013, empenhado no dia 12 de março. Por ele, o prefeito Dilson Borges, irmão do ex-senador Gilvam, contrata a empresa Aquino Albuquerque Rocha Advogados - ME, para prestar assessoria jurídica à prefeitura. Até aí não haveria problema, não fosse o valor milionário da prestação dos serviços: 130 mil reais por mês. Fernando Aquino, dono da empresa, foi advogado e chefe de gabinete do ex-senador Gilvam, quando este desfrutava das mordomias do Senado. Borges não esqueceu de chamar Aquino, um antigo aliado e pau-pra-toda-obra e pagar-lhe generosamente pela prestação de serviços. Na época do ex-prefeito José Carlos Marmitão, antecessor de Dilson Borges, a prefeitura tinha como contratado o advogado Daniel Dias a quem pagava 2 mil reais por mês.

Randolfe, a oposição ao governo Camilo e o cenário para 2014

O texto publicado ontem pelo jornalista Lauro Jardim no site da veja.com (leia aqui no blog) pode representar puro jogo de cena do senador Randolfe Rodrigues (PSOL) que adia o anúncio de sua candidatura, mas nos bastidores diversos militantes e dirigentes do PSOL já fazem pré-campanha para o ensolarado. Na verdade, Randolfe quer fugir do debate e das críticas de setores da política e da imprensa local e nacional. Por isso fica em cima do muro como diria o saudoso poeta Cazuza. 

Randolfe é liso como jeju (peixe  dos nossos lagos) e tenta agradar a todos para fugir das críticas. Agora achou de flertar com Sarney sobre a famigerada ALCMS, virando cabo eleitoral do oligarca que tenta reconstruir sua imagem e quem sabe ensaiar uma reeleição em 2014.

Randolfe flerta com Sarney para fugir do bombardeio midiático de setores da imprensa que devem obediência ao oligarca do PMDB. Bastou o jornal A Gazeta e o império de comunicação do ex-senador Gilvam Borges ensaiar ataques como os que são feitos diuturnamente contra o governo Camilo Capiberibe, para Randolfe subir no púlpito e passar a defender com “unhas e dentes o projeto” de Sarney da ALCMS, que de uns dias pra cá passou a se preocupar com os problemas do Amapá, inclusive escrevendo artigo sobre nossos problemas e planejando agenda de "visitas" e rodadas de encontros com setores da política e do empresariado local.

Parece que Randolfe entrou numa sinuca de bicou ou numa saia justa e prefere fazer "boca de siri" sobre suas pretensões para 2014. Diante dos boatos que já circulam nacionalmente dentro do PSOL e da imprensa sobre um suposto dossiê que poderia dinamitar a biografia do nosso "Harry Potter" como aconteceu recentemente com o deputado Gabriel Chalita em São Paulo, onde pipocaram denúncias contra o peemedebista que devem acabar com o seu sonho de virar governador.

Randolfe Rodrigues é a última esperança dos políticos tradicionais e da direita do Amapá de voltarem ao poder em 2014. A candidatura de Waldez Góes (PDT), preso em 2010 na Operação "Mãos Limpas" não vai decolar por conta do legado de corrupção de seu governo. Lucas Barreto (PTB) pode ser uma das alternativas, mas tem dificuldades de se posicionar como alternativa ao atual governo porque também come no "pirão" de Sarney junto com Randolfe e seu passado lhe condena, já que apoiou o projeto que arrasou o Amapá durante o desgoverno de seu compadre Waldez Góes.

O governador Camilo Capiberibe, conforme pesquisas de consumo do governo, vem recuperando sua popularidade diante das recentes inaugurações de obras e o anúncio de grandes projetos e investimentos milionários, mostrando sua capacidade de bom gestor que em apenas dois anos de governo recuperou um Estado arrasado pela corrupção e os desmandos da antiga "harmonia" que criou o caos e o atraso.

O senador Randolfe e o braço sindical do PSOL se juntaram ao grupo que arrasou o Amapá apoiando greves eleitorais e movimentos golpistas pra tentar desestabilizar o governo na tentativa de sangrá-lo. Falam que o atual governo é autoritário porque cortou na própria carne e rompeu com os maus costumes que ainda estão enraizados no setor público do Amapá. É claro que o governo também errou em alguns momentos de negociação com setores sociedade civil por conta da intransigência de alguns grupos do PSB que deveriam aprender a fazer “curso de negociação” com o movimento sindical, mas a greve eleitoral de 2012 passou dos limites do sindicalismo combativo e alcançou o seu objetivo central: demonizar Camilo e o PSB. 

O sindicato aparelhado pelo PSOL seguiu ordens de Randolfe e Clécio e fez acordo com o PDT da deputada Marília Góes, a nova musa do “moralismo” que agora achou de falar em ética e desmandos na tribuna da Assembleia Legislativa, mas esqueceu que foi o governo do seu marido que atolou o Amapá no lama.

A estratégia que uniu o PSOL e PDT era usar a greve como pano de fundo para sangrar o governo e desgastá-lo para tomar de assalto o poder pela via golpista institucional. Tanto é fato que o Sinsepeap pediu o impeachment do governador legitimamente eleito nas urnas na Assembleia Legislativa, mas sem sucesso.

A farsa foi desmontada e diversos professores após o processo eleitoral de 2012, reconheceram que o Sinsepeap errou na estratégia porque foi contaminado pelo clima eleitoral. Nunca antes na história do Amapá um governo tinha oferecido um reajuste de 16% para os educadores amapaenses. Mas o PDT e o PSOL em dissonância com a "imprensa marrom" fez os educadores acreditarem que o governo mesmo oferecendo um reajuste histórico era perseguidor e o inimigo da educação a ser derrotado. O Sinsepeap poderia ter aceitado os 16% e ter firmado compromisso posterior já que o GEA comprovou que um reajuste maior poderia inviabilizar o orçamento da Seed.

A campanha de 2014 está nas ruas e nas conversas de bares e bancos das ruas e praças. Só não ver quem não quer. As lições de 2012 devem servir de exemplo para o o governo que logo mais vai enfrentar o maremoto da data-base com o funcionalismo público. Mas também serve de exemplo para as categorias que ficaram cegas diante da campanha difamatória contra o governo, orquestrada pela imprensa e a oposição.