quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Efeito CAFÉ NA CARA - jornalista Simone Guimarães denuncia censura na AL

Do blog do Simone Guimarães

O episódio que resultou em café na cara do blogueiro  Heverson Castro está rendendo. Hoje fui tentar fazer uma matéria na AL sobre a discussão do orçamento e fiquei sabendo que os jornalistas não podem mais entrevistar os deputados enquanto eles estiverem em plenário. Pra que não sabe antes era só pedir para o pessoal da comunicação chamar os parlamentares que fazíamos as entrevistas na antessala do plenário. Depois da discussão do blogueiro e a deputada Mira Rocha, isso mudou. Quem quiser falar com os representantes do povo tem esperar.

Não sei quem está com a razão. A deputada que revidou a alguma ação do blogueiro. Ou o blogueiro que foi atingido com café com leite no rosto. Sempre há os dois lados de uma história e a intenção aqui não é identificar vilões ou mocinhas.  
Pra se ter uma ideia nem todos os jornalistas da comunicação da AL  tem acesso ao plenário. Isso ninguém me disse, eu vi.

Não sei qual o  objetivo da medida de proibir a entrada dos jornalistas, será que somos uma AMEAÇA ???

CQC: Cristina Almeida afirma ser infundadas as denúncias de Roseli Matos

A deputada estadual Cristina Almeida (PSB/AP) protocolou nesta quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa do Amapá (AL), sua defesa referente à denúncia infundada da deputada Roseli Matos (DEM/AP) referente à reportagem do Programa Custe o Que Custar – CQC, veiculada pela TV Bandeirantes, canal 4.

Em sua defesa, Cristina Almeida alegou improcedente a denúncia da deputada Roseli Matos, uma vez que não foi instaurado o processo legal para a apuração da suposta quebra de decoro parlamentar, pois até hoje não foi instaurada uma Comissão Permanente de Ética dentro da AL, uma vez que o procedimento deveria partir da Comissão e não da Mesa Diretora. A representação oferecida pela deputada Roseli Matos é inconsistente, não apresenta prova alguma para quebra de decoro parlamentar.

Cristina Almeida quando afirmou que não recebe a verba indenizatória se referia ao valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Cristina está protegida pela imunidade material de opinião, palavras e votos, imunidade esta garantida pela Constituição Estadual e Federal.

O Artigo 96 da Constituição Estadual do Amapá dispõe que os deputados são invioláveis civis e de suas opiniões, palavras e votos. Portanto, a denúncia deverá ser arquivada por absoluta inconsistência jurídica, pois em momento algum a deputada Cristina Almeida apresentou conduta que configurasse quebra de decoro parlamentar.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Amapá foi o Estado que mais gerou emprego no Brasil nos últimos 12 meses

De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o Amapá foi, proporcionalmente, o Estado que mais gerou empregos com carteira assinada em todo o Brasil nos últimos 12 meses. A elevação foi na ordem de 10,87%, posicionando o Amapá à frente de todos os demais estados da Federação.

Em todo o Brasil, o crescimento foi de apenas 5,23% nos últimos 12 meses. O período da pesquisa corresponde a dezembro de 2010 a novembro de 2011. Os setores que mais empregaram no Amapá foram o da construção civil, serviços e comércio.

Com a verticalização de Macapá e as diversas obras realizadas pelo Governo do Amapá, o segmento da construção empregou só em novembro deste ano um total de mais de 300 postos de trabalho, segundo o Caged. Para o setor do comércio, apesar de ter iniciado o ano passando por um momento crítico, em função da crise mundial, a expectativa é que nesse período natalino a situação mude o cenário.

"Em 2011, o comércio amapaense passou por um momento difícil. O Estado chegou a sofrer retração econômica, mas o período do Natal é a melhor época para o comércio reagir", explica o presidente da Fecomércio no Amapá, Ladislau Monte.

Trabalho e renda aquecem o comércio
O reflexo dessa reação nas vendas, citada pelo presidente da Fecomércio, dá-se principalmente pelo aumento das contratações temporárias, as quais só em novembro deste ano chegaram a 2.679, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Neste contexto, há também grande estímulo promovido pelo GEA que reflete nas boas vendas do comércio, por conta da contratação de centenas de trabalhadores para atuar nas obras da construção pública. "Isso proporciona renda aos amapaenses, o que fomenta as vendas de modo geral", explica o presidente da Junta Comercial do Amapá, Jean Alex Nunes.

Para Ladislau Monte, essa preocupação do GEA em gerar novas frentes de trabalho acaba gerando boa relação entre o Executivo e o segmento comércio. "Nossa relação com o governo é de respeito. Procuramos manter um bom relacionamento para gerar resultados positivos à classe empresarial e, principalmente, à sociedade amapaense", garante.

Segundo dados do IBGE sobre a Pesquisa Geral do Comércio (PMS), houve um aumento de 3,5% no volume de vendas no mês de outubro, comparado ao mesmo período do ano anterior. (Júnior Nery/Secom)

Senador João Capiberibe critica orçamento da Assembléia Legislativa e cobra cumprimento da Lei da Transparência

O senador João Capiberibe (PSB-AP), autor do PL da Transparência que obriga a União, Estados e Municípios a divulgarem os gastos públicos na internet, criticou hoje a falta de transparência e o descumprimento da Lei Complementar 131/2005 por parte da Assembleia Legislativa do Amapá (AL-AP).

Capiberibe se posicionou por meio de seu perfil no twitter (@joaocapi) sobre o orçamento estratosférico da AL, que já gastou cerca de 140 milhões em 2010 e não publicou seus gastos na internet. Além disso, o senador repudiou a postura do legislativo que deseja aumentar seu orçamento em 2012 por meio de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

“Absurdo! O pres. Moises Souza da Alap além de não cumpri a Lei da Transparência quer  mais dinheiro em 2012 para gastar sem prestar contas,” disparou João Capiberibe ao criticar o presidente do legislativo estadual, deputado Moisés Souza(PSC).  

Antes de exigir mais dinheiro para 2012, o pres. Moises Souza da Alap deveria prestar conta dos 140 milhões que gastou em 2011”, postou João Capiberibe em seu perfil no twitter.

Para finalizar o senador lembrou-se do episódio da eleição da Mesa-Diretora onde uma manobra política elegeu Moisés Souza para a presidência do legislativo estadual: É bom lembrar que Moises Souza da Alap conseguiu o inusitado ganhou a mesa com apenas 8 votos contra 16. A minoria derrotou a maioria. Como?

Segundo informações repassadas pelo consultor da AL, o ex-deputado Jurandil Juarazes, durante audiência pública provocada pelo Ministério Público, a proposta do legislativo estadual seria fechar seu orçamento em torno de R$ 156 milhões, contrariando a proposta constitucional do Executivo Estadual. Apenas os deputados podem mudar por meio de emendas os valores direcionados aos poderes.

A pergunta que não quer calar: Pra onde e como serão gastos esse dinheiro todo, já que a AL não dispõe de Portal da Transparência e desrespeita a Lei Capiberibe?

CPI da Privataria é protocolada com 206 assinaturas

Apuração de denúncias sobre pagamento de subornos relacionados às privatizações dos anos 90 não será usada de forma eleitoreira, garante o delegado Protógenes (PCdoB-SP)

Eduardo Militão, Congresso em Foco

O deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) protocolou nesta quarta-feira (21) a CPI da Privataria, para investigar pagamentos de propinas e lavagem de dinheiro durante as privatizações da década de 90, feitas no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

As acusações estão no livro “A privataria tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que também dispersa acusações sobre espionagem dentro do próprio PT. O requerimento apresentado tinha 206 assinaturas e vai ser levado à análise pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que até agora não autorizou a criação de nenhuma comissão parlamentar de inquérito, apesar de outros quatro estarem “na fila”.

Mas hoje Maia disse que vai autorizar a instalação de outras duas CPIs. Também afirmou que a investigação sobre a “privataria” parece ter o objetivo de esclarecer os fatos e dar voz aos acusados de corrupção no livro. “É uma CPI explosiva, com contornos muito claros de debate político”, avaliou Maia. A análise para a abertura da apuração só vai acontecer em 2012.

Protógenes disse que, apesar do ano eleitoral, a CPI não será usada como instrumento de difamação de adversários na corrida às prefeituras no ano que vem. O delegado ainda disse que a CPI deverá chamar para depor os personagens citados por Amaury no livro, como o ex-governador José Serra (PSDB), o tesoureiro tucano Ricardo Sérgio, o banqueiro Daniel Dantas e o ministro do Desenvolvimento Eocnômico, Fernando Pimentel, do PT.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

“Cidade do Samba" será inaugurada hoje

A Cidade do Samba será inaugurada nesta terça-feira, 20, com a entrega dos galpões, apresentação das baterias das escolas de samba e show com o sambista Arlindo Cruz. O governador Camilo Capiberibe repassa para a Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesa) os cinco galpões que serão utilizados pelas agremiações para a confecção de alegorias e fantasias no período pré-carnavalesco.

A obra iniciou em 2009, ficou paralisada por falta de repasse para a empresa e foi retomada este ano. Na inauguração serão prestados serviços de saúde, assessoria jurídica, feira de artesanato, balcão de orientação para autônomos, campanha de trânsito, teatro e entretenimento infantil.

O projeto foi idealizado pelo hoje senador João Capiberibe (PSB/AP), quando governador do Amapá. Quando estiver totalmente concluído vai garantir um galpão para cada uma das dez escolas de samba, Corpo de Bombeiros, área externa urbanizada e estacionamento. Nesta primeira etapa estão sendo entregues cinco barracões, medindo 25X60m, com setor administrativo refrigerado, banheiros, iluminação, água, caixa d’água, área externa, estacionamento, bar, cozinha e ventilação. A intenção é iniciar a segunda etapa ainda em 2012.

Cada galpão será ocupado por duas agremiações para que possam construir suas alegorias próximas ao Sambódromo, acabando com um dos maiores problemas de logística do Carnaval. O governo do Estado vai ceder, em regime de comodato, os galpões para a Liesa, que vai administrar junto com as escolas que irão assumir responsabilidades pelo uso. A distribuição dos ocupantes de cada galpão será decidida pelo Conselho da Liga das Escolas de Samba, que priorizou as afinidades entre as escolas.

O Governo do Amapá trabalha em conjunto para a organização do Carnaval de 2012, que tem como meta manter a tradicional cultura brasileira, proporcionar diversão, aumentar a geração de empregos, motivar o turismo e movimentar a economia com a procura por serviços. A Cidade do Samba é o primeiro grande evento voltado para estes objetivos.

Para que ela seja entregue dentro do padrão esperado, a Secretaria de Estado de Transportes (Setrap) melhorou a avenida Ivaldo Veras e nivelou a via com a Cidade do Samba. O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) fez a sinalização. A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) vai transferir a rede de alta tensão para trás dos galpões. A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) prepara a programação e a Secretaria de Estado da Infra-Estrutura (Seinf) finalizou os serviços.

O investimento do governo estadual para que a Cidade do Samba fosse erguida foi de R$ 9.418.473,36, incluindo o aditivo de R$ 419.633,94. Desse total, o governador Camilo Capiberibe repassou R$ 5.265.585,40. A Cidade do Samba será o maior centro de atividades carnavalescas já visto no Amapá. Nela serão gerados centenas de empregos diretos e indiretos que tornam possível a folia. Após muitos anos as escolas voltam a ter repasse antecipado, o que possibilita a contratação de serviços mais rapidamente. O governo repassou R$ 1 milhão, dos R$ 2,5 milhões que estão assegurados. As escolas do grupo especial receberam cada uma R$ 88.920,00, e as do grupo de acesso R$ 80.370,00.

A programação de inauguração da Cidade do Samba inicia às 18h.
(Texto: Mariléia Maciel, da Secretaria de Estado da Comunicação)

domingo, 18 de dezembro de 2011

APERTO NA FAMÍLIA SARNEY

Não é bem toda a Ilha de Curupu que está à venda, mas parte dela; quem está anunciando a transação é o sobrinho de Sarney com dona Marly, o radialista Gustavo da Rocha Maciel, que mora e trabalha na Espanha e Portugal. Ele quer a bagatela de R$ 20,2 milhões por um pedaço do paraiso na terra que fica no litoral maranhense, a 2o km de São Luis. Apenas 12,5% da ilha serão negociados, já que Curupu possui 16 milhões de metros quadrados. É a maior de um complexo de três ilhas, e abriga áreas de manguzais, 18 kms de praia, e até dunas, um pedaço dos famosos lençóis maranhenses, destaca reportagem do jornalista Eduardo Kattar, de O Estado de São Paulo. A notícia postada as 22,oo hs de ontem no portal do Estadão na rede mundial de computadores já atinge a marca de 3 mil comentários. Gustavo disse que tomou a iniciativa por que passa por dificuldade fora do País e precisa se capitalizar. Na foto, vista do alto, parte da ilha paradisiáca pertencente ao clã político liderado pelo senador José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado Federal. (Do blog do João Silva)

Sarney e a verba indenizatória da AL amapaense

No blog do Nezimar Borges
A Assembléia Legislativa do Amapá afronta os amapaenses que prezam pela ética e pela moralização da política, ela desafia também o Ministério Público e a Constituição ao estender a verba indenizatória de R$ 50.000,00 para até R$ 100.000,00 mensais, expondo mais uma vez o cidadão amapaense a um escândalo nacional.

Além de tudo, esse escândalo aético infelizmente atinge a população amapaense quando se compara a um burrico, parvo e desprovido de inteligência; segundo a chacota humorística ao se referir às pessoas daqui, principalmente reforçadas pelo histórico dos inúmeros escândalos dos últimos anos.

Pois enquanto se pensava que havia se chegado ao fundo do poço com os escândalos da Operação Mãos Limpas, vem lamentavelmente mais esta: a Assembléia Legislativa com a maior verba indenizatória da história do Brasil. Isso, fora os salários de cada deputado, ou “deputadinhos” no sarcasmo do CQC, programa de humor moralizante de audiência inconteste no país.

E pensar no porquê disso tudo, sobretudo nas excrescências mais do que acentuadas acontecerem no Amapá, torna esta terra uma “liliput” para jornalistas mais indignados com a postura eleitoral do povo frente ao mandato de um certo maranhense. Sendo, portanto, Sarney o mal maior que causa todos esses escárnios, sim ele, mais uma vez sem querer polemizar, ao contrário, pois há farta argumentação. Uma delas foi o inegável apoio de Sarney sobre os acontecidos nos últimos anos como avalista, além de servir como baliza na catalisação dos rumos da política no Estado até 2010.

O desfecho desastroso dessa política ocasionou a prisão de uma casta encastelada no poder local, mas é importante mencionar que o esquema montado não se desfaz naturalmente de um dia para outro. Alguns protagonistas acusados pela Polícia Federal ainda perduram com mandatos na AL, e a eleição do atual presidente da casa foi inusitada, onde uma minoria de 9 deputados subjugou outros 15 que eram contra a eleição de Moisés Souza. Ele não conseguiria ser presidente sem o apoio de parte do judiciário e de Sarney.

Mais tarde, depois da eleição na Assembléia Legislativa ser definida nos tribunais, o “presidente” Moisés Souza, assim como outros congêneres de outrora, logo se cercou mais uma vez do apoio do senador José Sarney ao encontrar-se com ele em julho passado logo após a decisão da justiça, onde retribuiu o apoio com o movimento “Fica Sarney”. Depois disso ele aumentaria a verba de 50 mil para 100 mil, talvez com o objetivo de se sustentar no cargo com o apoio de quase todos os deputados, satisfazendo com isso gregos e troianos, já que não foi eleito pela maioria dos parlamentares.

Como se vê fica fácil conjecturar como seria a política local sem o embuste Sarney, representante do que há de mais deplorável na política, fazendo com que aqueles que possuem o perfil de pseudolíder se perfilam em atrair seu apoio para finalmente se locupletar do bem público.

Brasil: País rico é País sem corrupção

Aniversário da prisão do prefeito Roberto Góes na operação "Mãos Limpas" da PF

Laranjal do Jari completa 24 anos e comemora avanços sociais

Euricélia Cardoso emocionou mães do Bolsa Família durante homenagem do aniversário da cidade

Neste sábado, 17, o município de Laranjal do Jari completou 24 anos desde que foi criado em 17 de dezembro de 1987, por meio da lei federal n.º 7.639, que o desmembrou do município de Mazagão. Tendo suas origens ligadas a episódios da história de colonização do rio Jari e influências socioeconômicas decorrentes da implantação e funcionamento do Projeto Jari Florestal, o município desponta como uma das alternativas de crescimento econômico do Amapá, agora com a construção da Hidrelétrica de Santo Antônio.
 
Apesar de contar com um arsenal turístico invejável, o município ainda hoje convive com situações contraditórias devido à ocupação desordenada e a ausência de planejamento urbano nos primeiros anos de fundação da antiga Vila, o que ocasionou o surgimento de conglomerados de palafitas, sinônimo de pobreza e preconceito social. O sonho de emprego atraiu pessoas de outras regiões do país que vieram habitar Laranjal do Jari, embalados pelo sonho do projeto empresarial do norte-americano Daniel Ludwig.
 
O atual quadro de exclusão social começa a mudar a partir da implantação de políticas sociais e de geração de emprego e renda. Um dos artífices da atual gestão municipal foi inserir o município em programas do governo federal como é o caso da Bolsa Família. 
 
“Quando eu assumi a prefeitura em 2005, cerca de 300 famílias eram assistidas pelo programa Bolsa Família. Nós conseguimos mudar essa realidade e hoje contamos com quase 5.000 famílias cadastradas junto ao governo federal, recebendo o benefício e contribuindo para fomento da economia local”, avalia a prefeita Euricélia Cardoso que está no seu sétimo ano de mandato.
 
A atual gestora vem recebendo elogios pelos avanços obtidos nos últimos anos, mas destaca que ainda há muita coisa para ser feita para superar o atual paradigma social do município. Um dos elogios foi feito pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL) que recentemente visitou a região e prometeu ajudar o Vale do Jari com emendas federais.
 
Randolfe Rodrigues elogiou a belíssima obra do Centro de Fisioterapia da cidade construído pela atual gestão e disse que ficou impressionado com a estrutura do local que chega a ser melhor que outros centros do Amapá e da região norte. 
 
Pela cidade há diversas obras tocadas pela prefeitura e pelo Governo do Estado, visando à ampliação do sistema de água, saneamento básico e assistência básica à saúde dos munícipes.
 
No sábado, dia do aniversário da cidade foi inaugurada uma das melhores Unidades Básica de Saúde da região do Vale do Jari, que beneficiará a comunidade da Vila da Padaria, localizada na zona rural do município. Além da UBS construída pela prefeitura, o Governo do Estado retomou a obra de reforma e ampliação do Hospital Estadual de Laranjal do Jari. Os diversos investimentos devem ajudar na melhoria da saúde pública da população laranjalense.
 
Uma das obras que merece destaque é a construção do Instituto Federal do Amapá (IFAP), que se encontra em fase de conclusão. A obra possui uma grande estrutura física e deverá atender a formação da população local com cursos técnicos e profissionalizantes, suprindo a demanda da região do Vale do Jari.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Que deselegante deputada!

Gostei da montagem!

Frase da Semana: E se fosse um blogueiro que tivesse jogado café na cabeça da deputada?

"A deputada Mira Rocha derramou café na cabeça do blogueiro Heverson Castro, dentro da Assembléia Legislativa. O fato, com todo o conteúdo de humilhação que o envolveu, não teve a divulgação que teria, se um blogueiro jogasse café na cabeça da deputada. Lamentável." (Jornalista Correa Neto, em texto publicado no seu sitio)

BNDES abre as portas para o desenvolvimento do Amapá

Em reunião, governador Camilo Capiberibe apresentou ao presidente do BNDES quatro opções para investimentos dos recursos do Fundo Amazônia 
 
Trabalho diligente. É isso que o Governo do Amapá está fazendo em relação à aplicação de recursos federais, de acordo com a avaliação do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.
 
"O trabalho diligente do Governo do Amapá é imprescindível para a parceria com o BNDES. Queremos contribuir ainda mais com o desenvolvimento do Estado e, para isso, além dos recursos em empréstimos, vamos buscar projetos com foco na sustentabilidade que possam ser viabilizados com o Fundo Amazônia", garantiu Luciano Coutinho, durante encontro com o governador Camilo Capiberibe no escritório do banco, em São Paulo, nesta sexta-feira, 16.

A reunião, segundo o governador, serviu para agradecer a liberação da primeira parcela de R$ 85 milhões do total de R$ 188 milhões que o Estado vai receber do banco. Camilo Capiberibe anunciou que esse dinheiro será aplicado em diversos setores do governo, como construção de escolas, pavimentação de estradas, equipamentos hospitalares e de segurança pública.

De acordo com o presidente do banco, o Amapá tem crédito para receber, além dos R$ 188 milhões que estão sendo liberados agora, mais R$ 980 milhões. Os recursos estarão disponíveis após avaliação de carta-proposta do governo estadual a ser apresentada em fevereiro do ano que vem.

"Com mais R$ 1 bilhão vindos do BNDES, poderemos finalmente trabalhar a infraestrutura do Estado, aplicar na pavimentação de nossas rodovias e na ampliação da estrutura do porto de Santana para atender demandas como as que acertamos recentemente no Mato Grosso, para escoar a produção de grãos daquela região", explicou o governador Camilo.

A reunião teve ainda outras boas notícias para o Amapá. O presidente do BNDES disse ao governador que a entidade pretende investir recursos do Fundo Amazônia em empreendimentos do desenvolvimento sustentável.

"Nossa intenção é promover negócios que garantam renda aos moradores da floresta, para que eles se dediquem à preservação dos recursos naturais", disse Luciano Coutinho.

O governador Camilo Capiberibe apresentou ao presidente quatro opções para investimentos dos recursos do Fundo Amazônia: a cadeia produtiva do açaí, que movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano só no consumo interno, a produção de castanha do Brasil e de seus derivados, o manejo sustentável de florestas e a produção de medicamentos fitoterápicos.

"Investindo nesses quatros pontos de potencial de desenvolvimento sustentável, conseguiremos gerar emprego e renda sem precisar desflorestar nosso Estado", explicou Camilo.

O encontro terminou com o convite do governador ao presidente do BNDES para visitar o Amapá. "Quero que o senhor vá lá, e vamos lhe servir uma tigela com o açaí mais puro, para que o senhor saboreie a moda amapaense, com camarão ou charque frito e farinha, para agradecer pela parceria entre BNDES e GEA", disse o governador.

O presidente Luciano Coutinho afirmou que poucos vão ao banco para agradecer, como fez o governador Camilo Capiberibe, e que a parceria está estabelecida e os resultados já começam a aparecer. (Murilo Caldas/SEGB)

Os “balões de ensaio” da Assembléia - Por Antônio Correa Neto

Quantos balões de ensaio a Assembléia Legislativa soltou nos dias mais recentes? Pelo menos três, e nenhum pegou vento. “Balão de ensaio”, no caso, é o vazamento proposital de alguma idéia que alguém pretende tornar realidade, se a reação for positiva. Quando não é, os interessados costumam dizer que nunca “pensaram naquilo”. Tem político que usa muito isso.
 
O primeiro dos recentes “balões de ensaio” subiu logo no início da discussão do orçamento do Estado. Alguém da cúpula do Legislativo “encumpridou” os olhos e bateu: R$ 156 milhões para a Casa. O balão subiu, o vendaval da reação popular foi forte e ele caiu. A bola baixou e a pretensão ficou nos R$ 113 milhões de antes.

O segundo foi a tal da “CPI do Ministério Público”,um projeto delirante de alguns deputados, pressionados pela ação dura do MPE atual, no caso da verba indenizatória de cem mil reais, que calcularam seu poder de intimidação com base na pusilanimidade de antes. Sentiram, na reação do MPE, que não conseguiriam fazer medo a ninguém, recuaram e puxaram o balão de volta.

No terceiro balão foi pintado o nome da deputada Cristina Almeida, e era nada mais que uma tentativa de desviar a atenção do respeitável público, da vergonhosa fuga empreendida para não “enfrentar” o repórter do CQC. Houve ranger de dentes, alguns esbravejaram e anunciaram que iriam cassar o mandato da deputada, que disse ao CQC não receber a verba de cem mil reais. Dessa vez houve reação interna: o deputado Keka Cantuária disse, em público, que “quem cassa mandato de deputado é o eleitor”. Baixaram o facho, o vento passou a ser brisa, e o balão desceu suavemente na grama de um jardim. Então a conversa mudou: “mas quando. Nós nunca pensamos em cassar ninguém”, disseram. Só não explicaram por que a deputada Cristina Almeida recebeu uma “notificação” para defesa prévia, se não havia nenhuma intenção de cassar seu mandato?

Publicado no site do Correa Neto

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

No Amapá, a única deputada opositora à verba indenizatória de R$ 100 mil pode perder o cargo

Cristina Almeida (PSB) tem um projeto para reduzir o teto do reembolso mensal da Assembleia para R$ 30 mil, o que ainda seria um dos mais altos do país

DANILO THOMAZ

Desde o começo do ano, os 24 deputados estaduais do Amapá já eram os campeões nacionais da verba indenizatória. Cada um tinha direito a reembolsos mensais que poderiam totalizar R$ 50 mil. Para a mesa diretora da Assembleia amapaense, porém, esse valor não era suficiente. Em julho, os sete deputados da mesa alargaram o limite das indenizações para R$ 100 mil mensais, cinco vezes mais que o teto paulista, por exemplo. Agora, a única deputada que afirma discordar dessa ampliação pode perder o mandato. Cristina Almeida (PSB) foi notificada para explicar uma declaração dada à TV em que afirma nunca ter recebido o reembolso. Se não convencer os colegas em até 10 dias, sua cassação será votada num processo por quebra de decoro.
A autora do pedido de explicações é a deputada Roseli Matos (DEM). Ele afirma que ficou ofendida com uma declaração de Cristina veiculada no programa CQC, da Band. “Cristina faltou com a verdade quando afirmou que não recebia (a verba indenizatória), dando conotação como se fosse irregular a atitudes dos outros parlamentares que recebem, inclusive eu”.

Cristina nega ter dito ao CQC que não recebe verba indenizatória. “Eu nunca recebi no valor de R$ 100 mil”, diz. “Estão querendo desvirtuar (o que eu disse). A minha crítica sempre foi com relação ao valor da verba indenizatória.” Segundo ela, o maior gasto mensal de seu gabinete foi de R$ 50.020. O menor, de R$ 44 mil. No trecho da entrevista que foi ao ar, editado, a fala de Cristina é interrompida no momento em que ela afirma que não recebeu reembolsos. Procurada, a assessoria da Band disse não ter mais o material bruto da reportagem.

Cristina Almeida é autora de um projeto que reduz a verba indenizatória dos deputados do Amapá para o teto de R$ 30 mil. Ainda assim seria um dos mais altos do país. Perderia apenas para Alagoas (R$ 39 mil) e Maranhão (R$ 32 mil). Ela acredita que seus colegas não aceitarão suas explicações: “A resposta não será acatada, já que o presidente Moisés de Souza (PSC) tem maioria na Casa. Ele prosseguirá num processo de cassação”, diz.

A deputada não é a primeira opositora à verba de R$ 100 mil a receber ameaças no Amapá. Em setembro, o promotor de Justiça Adauto Barbosa, responsável pela Defesa do Patrimônio Público, foi processado pela Assembleia amapaense por declarar a uma rádio local que o objetivo do aumento era atender a “interesses eleitoreiros e pessoais” dos deputados.

Conservação do trecho sul da BR-156 garante viagem rápida a Laranjal do Jari

No Plano Plurianual Participativo (PPA), que ocorreu em julho deste ano em Laranjal do Jari, a população reclamou das condições de trafegabilidade da BR-156. A viagem de 280 quilômetros até Macapá demorava em média 8 horas, sem contar os prejuízos que os motoristas tinham cada vez que precisavam se deslocar entre as duas cidades.


Agora a realidade é outra. A Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap) está fazendo a conservação da rodovia, garantindo uma viagem rápida, podendo ser feita em até 3 horas e meia. No ramal, por exemplo, que antes, em virtude dos buracos, passava-se até 3 horas para percorrer 70 quilômetros, hoje o mesmo percurso demora somente 1 hora.


Além disso, na área do ramal está sendo feita a supressão de vegetação na faixa de domínio da BR, na diretriz definitiva, ou seja, por onde o asfalto vai passar no futuro, retirando com isso inúmeras curvas, o que reduzirá significativamente a distância.


"Com esse trabalho, até agora já reduzimos o percurso em 15 quilômetros e até o final do trabalho certamente a distância entre os dois municípios será ainda menor", comentou o diretor de Obras do Setrap, Edson Valente.


O motorista Rodrigo Alves, que reside em Vitória do Jari, disse que a conservação da BR, enquanto não chega o asfalto, é fundamental para a região.


"É por essa estrada que passa o desenvolvimento do Vale do Jari. Por isso, todo governante tem que ter esse olhar e, nesse sentido, o governador Camilo tem dado uma atenção especial a essa região", declarou.

Estrada do Amapá está em construção há 79 anos

União, Governo do Amapá e Prefeitura de Macapá assinam TAC

A poucos dias de completar três anos da audiência pública chamada pela deputada federal Janete Capiberibe (PSB) na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, em 18 de dezembro de 2008, para garantir o direito de moradia das 160 famílias que moram no Bairro Alvorada 2, em Macapá, a solução negociada está prestes a se concretizar.
O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, o prefeito de Macapá, Roberto Góes, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, o presidente da INFRAERO, Gustavo Vale, e técnicos acertaram hoje, 15, detalhes do Termo de Ajustamento de Conduta – TAC – que regularizará a ocupação da área pelo grupo de famílias. Até janeiro, quando será assinado o TAC entre as partes, acontecerão novas reuniões de trabalho.
- A esperança e a persistência valeram pelo resultado definitivo que se aproxima, construído em inúmeras reuniões e audiências de trabalho, durante esses três longos anos, analisa Janete.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Os "antecedentes" de destempero da deputada Mira Rocha

A “princesa” e o “plebeu” no twitter


Nesta terça-feira pela manhã o twitter foi palco de uma ácida discussão entre o blogueiro Heverson Castro e a deputada estadual Mira Rocha, filha do ex-prefeito de Santana Rosemiro Rocha. “Não é porque você é deputada que tenho que me calar” disse Heverson para Mira. “Receba meu veneno” disse Mira para Heverson. Clique na tecla jogo da velha no final desta postagem para ver um trecho da discussão.

Debate no twitter ocorrido no dia 4/5/2010