quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Isabel Nogueira recebe apoio do PROS que indica Luany Favacho para vice



O Partido Republicano da Ordem Social (PROS) oficializou na manhã desta quarta-feira, 03, durante a realização de sua convenção apoio a socióloga Isabel Nogueira, pré-candidata a prefeita do Partido dos Trabalhadores (PT). 

Ainda na noite desta quarta-feira, o PROS organiza um grande ato político para receber Isabel Nogueira nos altos do Comercial Monte Castelo, local de eventos no município de Santana.

O PROS em Santana é comandado pelo grupo político do presidente licenciado da Câmara Municipal, Dr. Fábio Santos que é casado com Luany Favacho, filha da ex-deputada Francisca Favacho. O vereador Dr. Fábio está afastado das atividades legislativas por problemas de saúde. 

O partido que tem como lideranças estaduais a família Favacho, também indicou o nome de Luany Favacho para compor a vaga de vice-prefeita na chapa que será encabeçada pelo PT de Isabel Nogueira, irmã do ex-prefeito Antônio Nogueira, presidente municipal do PT.

A pré-candidata Isabel Nogueira realiza convenção na próxima sexta-feira, dia 05, no Ginásio Poliesportivo de Santana, quando o PT formalizará a candidatura da socióloga e a aliança que deve ser denominada “Pra Reconstruir Santana” e deve reunir PT, PDT, PMDB e PROS. 

Outros partidos ainda devem aderir e ata do PT em apoio a Isabel Nogueira, que deve ficar em aberto para receber mais apoios. 

A aliança deve abocanhar o maior tempo de rádio e TV e se tornar uma das mais fortes para polarizar a disputa com o atual prefeito Robson Rocha (PR), que também realiza convenção no mesmo dia na quadra da Escola Municipal Amazonas. 

(Fernando Santos/Ascom PT de Santana)

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Tio de Robson Rocha pula do barco e sobe no palanque de Zilma

O tio do atual prefeito de Santana, Robson Rocha, mostrou publicamente que a família Rocha não estará unida 100% nas eleições de 2016, expondo cada vez o racha no clã Rocha, que antes ficava restrito aos bastidores do poder.

Pelo visto, o irmão de Rosemiro Rocha, conhecido como Alzemiro Rocha, não apoiará a reeleição do sobrinho e deciu subir no palanque da candidata professora Zilma, durante a convenção do Democratas.

O blog teve acesso a algumas fotos que mostram o tio de Robson Rocha no canto direito, sendo a segunda pessoa. Também rola nos bastidores, rumores de que a deputada Mira Rocha não deve apoiar o projeto de reeleição do irmão, contabilizando mais uma perda no palanque do atual prefeito. 

O motivo da briga dentro do clã Rocha seriam os constantes desentendimentos com a primeira-dama Carol Rocha e a especulação de que ela já prepara terreno para disputar uma vaga de deputada estadual nas eleições de 20118, o que não agradou a deputada Mira Rocha. 

Agora resta saber até quando se esse racha no clã Rocha vai persistir, pois Rosemiro Rocha também estava rompido um tempo atrás com o filho e agora decidiu abraçar novamente a campanha de reeleição de Robson Rocha.

O histórico de traições de Marcivânia e o medo de perder o poder

Por Heverson Castro

Depois de trair Camilo Capiberibe com quem foi aliada por quase quatro anos ao indicar pastas como a Secretaria de Turismo no governo até 2014. 

Depois de trair Lucas Barreto (na época no PSD), que foi candidato ao governo em 2014 no mesmo palanque de Davi Alcolumbre (DE). E depois de trair Dora Nascimento na mesma eleição ao não apoiar a candidata do PT e andar abraçada com Lucas e Davi, não apoiando a senadora de Lula e do PT, partido onde era filiada e se elegeu deputada federal.


E Finalmente, depois de trair Nogueira que a projetou na vida pública e no PT, a hoje deputada, afiançando as eleições de 2008, 2010, 2012 e 2014, chegou a vez de Marcivânia trair Waldez Góes (PDT), de quem é aliada desde o segundo turno das eleições de 2014.


Após tantas traições na sua curta carreita política e a principal delas, que foi trair o seu genitor político, o ex-prefeito Antônio Nogueira,  que a ajudou nas suas últimas campanhas de 2010, 2012 e 2014, chegou a hora da deputada Marcivânia trair Waldez Góes em mais uma etapa da sua saga pelo poder.


Marcivânia é uma espécie de Marta Suplicy no estilo maior da 'trairagem' política, e se for preciso trai qualquer aliado na busca pelo poder e se junta aos seus maiores inimigos do passado como o senador Randolfe Rodrigues, que em 2012, apoiou Robson Rocha para derrotá-la. 

O mesmo senador que a deputada acusou de comungar com um golpe político para a direita vencer as eleições de 2012 e derrotar a sucessora de Nogueira e do PT naquelas eleições.


Mesmo que atualmente esteja aliada ao governo Waldez Góes com “trocentos” cargos e contratos, a deputada ensaia novamente uma aliança com o PSB, cujo partido chegou a afirmar que não se aliava nunca mais, porque teriam virado as costas para ela e para Santana. 


Marcivânia agora trai o povo e a confiança dos eleitores santanenses quando brincou com o eleitor ao lançar candidaturas como balões de ensaio, na saga para tentar viabilizar um nome da família na disputa  pela Prefeitura de Santana nas eleições de 2016. 


Primeiro Marcivânia, contrariando a vontade da maioria do PT de Santana, se negou a ser a pré-candidata do partido ainda em julho do ano passado e lançou seu esposo Odair Freitas como pré-candidato a prefeito. 


Ainda no PT em agosto de 2015, após a recusar de ser candidata, fez acordo com o partido e disse que aceitaria o resultado de uma pesquisa de opinião pública por meio de um instituto, onde acataria o resultado em uma disputa entre o esposo Odair Freitas, Isabel Nogueira e o petista professor Aurino Gomes.


Marcivânia afirmara em coletiva de imprensa que era “mulher de palavra” e que caso saísse vitoriosa gostaria de ver o PT unificado em torno do esposo e caso fosse vencida na disputa por Isabel Nogueira, seria a primeira a ir pra rua apoiar a escolhida do PT, Isabel Nogueira, que deu uma lavagem em Odair Freitas na preferência popular. Não foi dessa vez e nem será a primeira que ela deixou de cumprir a sua palavra.


Com a derrota interna no PT, Marcivânia não aceitou o resultado da pesquisa de opinião e da maioria esmagadora do PT que decidiu referendar Isabel Nogueira como pré-candidata.  


Depois de causar crise no PT, Marcivânia se filiou ao PCdoB e lançou a irmã Clotilde Flexa, uma médica desconhecida politicamente na cidade. A irmã também não emplacou, mesmo com todo o esforço e empenho pessoal da deputada e do senador Randolfe Rodrigues (Rede). 


A aliança com a Rede de Randolfe não conseguiu emplacar a irmã Clotilde e Marcivânia também não conseguiu transferir a pouca credibilidade política que ainda goza em Santana.


Mas por que Marcivânia não emplacou seu esposo e sua irmã?


Não emplacou porque não é uma liderança que transfere votos e por enfrentar um enorme desgaste juntos aos santanenses, já que prometeu diversas coisas, como promessas de empregos a cabos eleitorais no governo estadual, segundo ex-apoiadores, e não conseguiu cumprir. 


Odair e Clotilde não emplacaram porque Marcivânia perdeu credibilidade e não goza mais do prestígio junto ao eleitorado santanense que se sente enganado e traídos pelos blefes e mentiras da deputada, que até agora em 2 anos de mandato não conseguiu fazer nada por Santana e muito menos dizer a que veio. 


Essa é a realidade que forçou Marcivânia em seu último ato de desespero, para tentar sobreviver na política local, se lançar candidata, justamente para tentar reverter o quadro eleitoral que não consegue mais reverter, marcado pelo surgimento de novas lideranças sem o desgaste institucional da deputada e que crescem a cada dia no conceito do eleitorado. 


O principal medo de Marcivânia se ver no crescimento da pré-candidata Isabel Nogueira (PT), principal candidatura de esquerda da oposição. Isabel é irmã do ex-prefeito Nogueira, que junto com o PT lideraram a oposição oficial desde o primeiro dia de mandato do atual prefeito Robson Rocha, e polarizam o debate sobre os desmandos na cidade ao fazerem o comparativo de como estava Santana antes do caos ser instalado pelo atual desgoverno e como está agora.


Isabel Nogueira cresceu em progressão geométrica e isso é sentido nas ruas e no calor do debate junto ao eleitorado, que se identifica e reconhece o legado do PT, agora representado pela socióloga que vem engolindo como um tornado o voto de oposição do eleitorado de esquerda, que Marcivânia achava que pertenceria somente a ela, mas que o cenário mostra que não existe votos de cabresto no campo da oposição e dos eleitores, que são contra o atual quadro devastador do município de Santana.


Não é somente Isabel Nogueira que incomoda e forçou a tardia candidatura de Marcivânia. A deputada também foi engolida por outras novas lideranças que também cresceram em suas pré-campanhas, tais como Ofirney Sadala (PSDC), Zilma (DEM) e Elias Real (PRTB), revelando aos analistas políticos de plantão que não vivenciam a política santanense que Marcivânia não é o “bicho papão” que alguns acreditavam que fosse. 


Esse é o cenário desolador que torna a última cartada de Marcivânia um ato de desespero, achando que os outros pré-candidatos poderiam recuar para apoiá-la, além do eleitorado que poderia mudar de opinião após já ter uma prévia do cenário e ter optado por Isabel Nogueira, Ofirney, Zilma ou Elias.


Os estrategistas da deputada deram com a cara na porta, quando na verdade os outros nomes da oposição já estão com suas candidaturas consolidadas e alianças feitas, engolindo inclusive a maior parte do tempo de TV e rádio, que vai fazer falta para a deputada justificar porque se calou diante dos desmandos em Santana e os motivos de não ajudar o município com seu pífio mandato de deputada federal.


A decisão tardia de Marcivânia pode colocar uma 'pá de cal' no seu futuro político, pois o povo não perdoa traidores e principalmente quem trai a confiança do povo, ao brincar com o sentimento do eleitorado santanense.

Isabel Nogueira segue como principal candidata de oposição em Santana

ARTIGO DO EX-PREFEITO DE SANTANA, ANTÔNIO NOGUEIRA, ANALISA QUE ISABEL NOGUEIRA SEGUE COMO PRINCIPAL CANDIDATA DE OPOSIÇÃO EM SANTANA, MESMO COM A CANDIDATURA DE MARCIVÂNIA. LEIA ABAIXO:
Por Antonio Nogueira, em 31/07/2016
Neste final de semana, a deputada Marcivânia anunciou que será candidata à prefeita de Santana.
Junto ao anunciado, vieram algumas especulações, às quais farei minhas análises:
*1 – DE QUEM MARCIVÂNIA VAI TIRAR VOTOS?*
*ANÁLISE:* Marcivânia não vai tirar votos da Isabel Nogueira. O que teve de tirar da Isabel, já tirou, com o lançamento das pré-candidaturas do marido e, em seguida, da irmã, quando saiu do PT.
No entanto, a deputada vai angariar alguns votos dos indecisos e tirar alguns outros das demais candidaturas, mas não o suficiente para entrar na disputa, pois as candidaturas já estão consolidadas, o que acaba favorecendo a Isabel, que concorre ao primeiro lugar com Ofirney e Zilma.
*2 – ESSA CANDIDATURA DA MARCIVÂNIA VAI DESBANCAR A ISABEL NOGUEIRA, QUE SE MOSTRA A PRINCIPAL CONCORRENTE DE OPOSIÇÃO AO PREFEITO ROBSON ROCHA?*
*ANÁLISE:* Não! Marcivânia se lançou candidata porque viu a Isabel se tornar a verdadeira candidatura de oposição na disputa. A deputada nunca se mostrou aguerrida aos desmandos de Robson Rocha.
Sempre fez uma política de ficar assistindo as coisas acontecerem, diferentemente da Isabel Nogueira que sempre se posicionou contrária à atual administração, apontando solução para os problemas e conseguindo, por isso, a adesão de lideranças e de partidos importantes para o pleito.
*3 – QUAIS SERÃO AS DUAS CANDIDATURAS QUE REALMENTE IRÃO DISPUTAR A ELEIÇÃO EM SANTANA?*
*ANÁLISE:* Pelo histórico da política santanense, nenhum outro grupo teve mais do que 20 mil votos em Santana do que os Rocha e os Nogueira.
*Vejamos:*
Em 2004, quando me elegi prefeito, tive 22 mil votos, contra 21 mil do Rosemiro Rocha; Em 2008, em minha reeleição, tive 24 mil votos, contra 22 mil do mesmo Rosemiro Rocha; Em 2012, a candidata que apresentei a minha sucessão, do PT, teve 20 mil votos, contra 21 mil do Robson Rocha.
Nesses pleitos, nem um dos terceiros colocados passaram dos 7 mil votos: Antonio Feijão, Geovani Borges e Mário Brandão, respectivamente.
PORTANTO, Isabel Nogueira continua firme e forte como principal candidatura de oposição a Robson Rocha, constituindo-se como única candidata que poderá tirar Santana do atraso.
Lá na frente, os outros candidatos ficarão para trás, polarizando a disputa entre Robson Rocha e Isabel Nogueira.
Por isso, serão importantes as conversas entre os partidos e a atenção do povo santanense para identificar bem os políticos que realmente pensam num futuro melhor para Santana:
Aqueles que irão com o Robson, para continuar o atraso, e aqueles que virão com a Isabel, para reconstrução da cidade.
*Antonio Nogueira é presidente do Partido dos Trabalhadores do Município de Santana

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Janete Capiberibe garante R$ 1 milhão para construir a Casa das Parteiras de Santana

Na manhã desta quinta-feira, 26, um evento em Santana organizado pelo mandato da deputada federal Janete Capiberibe (PSB) em comemoração ao Dia Internacional das Parteiras reuniu centenas de parteiras. O evento teve a presença do senador João Capiberibe (PSB) e do Coronel Barbosa, vereadores e lideranças socialistas.

Na oportunidade, atendendo reivindicação das parteiras, a deputada socialista garantiu que vai destinar R$ 1 milhão para a construção da Casa das Parteiras naquele município.


O pedido foi feito pela associação que é presidida pela parteira Raimunda Souza, a qual agradeceu e reconheceu o trabalho dos parlamentares do PSB. "Quando aparecem todos os dias notícias na televisão de políticos envolvidos em corrupção, não vemos nem a deputada e nem o senador porque estão trabalhando do lado de quem mais precisa", reconheceu.


Janete também aproveitou para falar que ela, como parlamentar, já garantiu de R$ 5 milhões em emendas ao município. Entre os benefícios estão a construção de três creches nos Bairros Nova União, Igarapé da Fortaleza e Parque das Laranjeiras, a feira municipal, a feira do produtor, posto de saúde na Ilha de Santana, a implantação de centros de inclusão digital e pavimentação da Rua Tancredo Nevees.


De Olho na Emenda

Durante o encontro, o senador Capiberibe aproveitou para falar dos projetos que são desenvolvidos através de sua articulação parlamentar, como o Igarapé Sustentável, além de emendas ao setor de saúde do Estado e à pavimentação de vias nos bairros Morada das Palmeiras e Conjunto da Embrapa.


Capiberibe informou que esses empreendimentos fazem parte do projeto “De Olho na Emenda”, uma ação do mandato do senador que, através de grupos de WhatsApp, portais da transparência e páginas no Facebook, a população pode acompanhar e fazer o controle social.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Randolfe teria derrubado Dalva para retomar comando da Semed

Nos bastidores do poder em Macapá, o comentário geral é que Randolfe jogou pesado e pressionou o prefeito Clécio Luis afastar Dalva da Semed e tirar o foco das denúncias que pipocam na imprensa local, arregimentadas pela oposição.

A pressão pra tirar Dalva Figueiredo se deu principalmente porque ela não conseguiu satisfazer os interesses do senador e porque não vai conseguir levar o PT para o palanque da Rede, já que não tem maioria no Diretório de Macapá.
 
Randolfe tem o comando do Rede Sustentabilidade no Amapá, partido que o prefeito Clécio Luis disputará a reeleição e por isso sofre com as pressões para rezar na cartilha do senador e atendes seus interesses políticos.
 
A manobra teria servido para abafar supostas irregularidades agora denunciada por Dalva do perído da ex-secretária Antônia Andrade na Semed, que foi indicada no governo Clécio à época pelo senador Randolfe. 
 
Vale lembrar que o escândalo na educação de Macapá envolve justamente recursos de emendas do senador Randolfe e diversos processos citados por Dalva são da época de Antônia Andrade, apadrinhada do senador. 
 
Uma das irregularidades apontadas apontadas por Dalva seria o contrato de aluguel do prédio onde funciona a Semed. 
 
Mas Randolfe e Clécio não contavam com a reação de Dalva que aparentemente conseguiu reverter a situação política durante coletiva de imprensa bombástica, passando a ser vítima de uma suposta manobra onde a ex-deputada federal seria usada como boi de piranha. 
 
Agora Dalva mostra que Clécio Luis sabia das irregularidades em diversos processos do período em que a pupila de Randolfe comandou a Semed.

A denúncia da oposição era a desculpa que Randolfe precisava pra expurgar Dalva do governo Clécio e retomar o comando da pasta, principalmente pra ter o controle político e dar o direcionamento com o objetivo de blindar novas denúncias.

Mas parece que o tiro de Randolfe pode ter saído pela culatra. Se a oposição esticar as investigações, as coisas podem feder para o lado de políticos poderosos da Rede e para o prefeito Clécio.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Ofirney e Zé Roberto negam possibilidade de serem vice de irmã de Marcivânia Flexa

Após um dias de informações nas redes sociais sobre o anúncio de que a deputada Marcivânia Flexa (PCdoB), resolveu lançar a sua irmã como candidata a prefeita de Santana, o blog conversou agora a noite por telefone com dois políticos citados nas matérias que foram veiculadas em dois blogs do estado.

Nas publicações, o vereador Zé Roberto  (PPS) e o empresário Ofirney Sadala (PSDC) são citados como prováveis nomes para uma composição de vice na chapa virtual que seria encabeçada por Clotilde Flexa, irmã da deputada Marcivânia Flexa, ambas do PCdoB.

Por telefone, o vereador Zé Roberto afirmou que nunca teve qualquer conversa com a deputada Marcivânia Flexa sobre tal possibilidade e afirmou que é pré-candidato a prefeito pelo PPS. 

O blog também conversou com a doutora Patrícia Ferraz, uma das coordenadoras da pré-campanha de Ofirney Sadala, que afirmou que o empresário estava ocupado ministrando uma aula no local onde também é professor. 

Patrícia Ferraz disse ao blog que j´tinha conversado com Ofirney e que tal possibilidade de ser vice numa virtual chapa com a candidatura de Clotilde Flexa é descartada, pois o nome do ex-juiz está melhor posicionado do que a desconhecida irmã da deputada Marcivânia Flexa nas pesquisas de consumo feitas pelo grupo político do candidato do PSDC.

Outro político citado nas matérias dos blogs foi o do vereador Richard Madureira (REDE), que não negou, mas que também não descartou uma possível aliança entre a Rede e o PCdoB, ressaltando a importância do diálogo entre as legendas e lideranças, mas que seu nome permanece como pré-candidato do partido e que em breve seu grupo político estará lançando oficialmente seu nome como candidato com a presença da ex-senadora Marina Silva, maior expressão nacional da legenda.

Nesta quarta-feira, a rádio Onda Livre 105.9 deverá entrevistar Ofirney Sadala e o vereador Zé Roberto para se pronunciarem oficialmente sobre as especulações dos bastidores políticos. A entrevista deve ir ao ar no programa Santana em Debate a partir das 9hs.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Condenado por desviar R$ 742 mil, deputado tucano Michel JK é empossado conselheiro do TCE/AP

Michel JK foi condenado na Justiça a devolver aos cofres públicos R$ 742 mil em diárias. A sentença é resultado de uma ação do Ministério Público do Amapá.
Com informações da Assessoria de Comunicação do TCE/AP

Em atenção a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a decisão do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) que impedia a posse de Michel Hout Harb (Michel JK). A conselheira presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amapá, Maria Elizabeth Cavalcante de Azevedo Picanço, deu posse como conselheiro a Michel Hout Harb, em Sessão Especial no Plenário da instituição. 

Michel Harb, foi indicado pelo governador Waldez Góes no ano passado, para ocupar a vaga de conselheiro, após aposentadoria de Manoel Dias, em setembro de 2015. 

A sessão contou com a presença do conselheiro Ricardo Soares, procuradora-geral de contas, Amélia Paula Gurjão, secretário-geral Damilton Barbosa, familiares e amigos do novo conselheiro.

Decisão do Pleno do TCE/AP em novembro de 2015
O Pleno do Tribunal de Contas decidiu por unanimidade em sessão administrativa, baseado nos incisos II - que trata sobre idoneidade moral e reputação ilibada, III – notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública e o IV – mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionado no inciso anterior, em não dar posse a Michel Houat Harb, por não preencher os requisitos exigidos nas Constituições Federal, Estadual e Lei Complementar 10/95 –TCE/AP, para ocupar o cargo de conselheiro do Tribunal.

“O estado não pode fazer o que quiser com as terras”, diz Janete Capiberibe

A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) reuniu-se, dia 11, com o secretário Extraordinário de Regularização Fundiária na Amazônia Legal do MDA, Sérgio Lopes, para conversar sobre o decreto de transferência das terras da União para o Amapá. 
 
Defensora da transferência das terras da União para o estado, a socialista, no entanto, está apreensiva com as titulações irregulares feitas pelo governo estadual em terras da União, com a segurança das famílias que ocupam áreas conforme prevê a legislação federal, com a proteção às comunidades de quilombo, tradicionais, ribeirinhas e de agricultores familiares e áreas de conservação. Ela aponta como urgente a realização de georreferenciamento;  a solução do conflito nas áreas disputadas pelo INCRA e IMAP no Arirambá, município de Tartarugalzinho; a retirada da transferência ao estado da Reserva Extrativista do Cajari e a do Lago Piratuba. 
 
Os socialistas não participaram da assinatura do decreto 8.713/2016, dia 15 de Abril, pela presidenta Dilma Rousseff, que transfere as terras para o Amapá, por considerarem que o processo está incompleto e põe dezenas de comunidades de agricultores familiares sob risco. “O governo do estado não pode fazer o que quiser. A população amapaense precisa ser respeitada”, cobra a deputada. 
 
Condicionantes – Janete foi informada que o decreto reúne condicionantes que devem ser obedecidas pelo estado, como a separação dos imóveis de órgãos federais, os títulos federais sobre áreas da União e a negativa dos títulos recentes de áreas superiores a 15 módulos fiscais. “Os movimentos sociais e os órgãos de fiscalização precisam acompanhar e acionar o Ministério Público Federal quando houver algo suspeito”, incentivou Lopes. A grilagem de terras por políticos locais e por empresários de fora do estado é denunciada pela socialista desde 2007. 
 
Violência – Após o decreto, a Comissão Pastoral da Terra já registrou atos de violência contra agricultores familiares que ocupam terras da União, conforme prevê a legislação do programa Terra Legal. Segundo a CPT, “nas comunidades de Caldeirão e do Paredão, dezenas de famílias estão impedidas de pescar e praticar atividades de subsistência pela Eletronorte e por um rico grileiro, que se apossou de terras de marinha. Usam a polícia para aterrorizar as famílias”. 
 
“Na comunidade do Barro, município de Ferreira Gomes, estranhos invadem lotes dos agricultores à noite para marcar pontos com o GPS. Um invasor foi pego, mas se recusou a dizer para quem trabalhava. Foi formalizada denúncia na justiça local”. As denúncias da CPT foram tornadas públicas pela deputada Janete Capiberibe no Plenário da Câmara. 
 
Dia 05 passado, o Fórum de Acompanhamento de Conflitos Agrários e Desenvolvimento do Amapá foi ao Ministério Público contestar a transferência das terras da União para o Estado. Afirmam que não há nenhuma garantia que sejam respeitados os direitos das populações tradicionais e de proteção ao meio ambiente.
 
Assista abaixo o discurso da deputada Janete Capiberibe

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Waldez não paga parteiras do Bailique há cinco meses

A dona de casa Vera Lúcia Maciel, que mora no Limão do Curuá, está com nove meses completos de gravidez e aguarda para qualquer momento o nascimento do filho. Só que, diferente do primeiro parto, agora ela terá de pagar R$ 300,00. Na verdade, dona Vera e qualquer outra mulher do Arquipélago do Bailique.

A cobrança é porque as parteiras da região foram excluídas, pelo atual governo, do programa Renda para Viver Melhor e agora dizem que não farão mais parto de graça. Nas comunidades do arquipélago, são elas as responsáveis pelo nascimento das crianças.

"Infelizmente não temos outra saída a não ser pagar. Antes tudo era de graça, mas agora, até para puxar, estão cobrando R$ 25,00. A situação está difícil. Estamos nos sentindo abandonadas pelo governo", reclamou.

Parteira há mais de 30 anos, dona Raimunda Pantoja disse que se sente desvalorizada pelo governador Waldez Góes (PDT), que, segundo ela, retirou-a do programa sem nenhum tipo de comunicado.

"Procurei saber o motivo e me informaram que fui excluída por causa da minha aposentadoria, então agora só faço parto se me pagarem, afinal, quem sai de graça de madrugada de casa para passar o resto da noite e do dia cuidando de alguém?", justificou.

A reclamação das mulheres da comunidade ocorreu na tarde de sexta-feira, 29, durante reunião com o senador João Capiberibe, a deputada federal Janete Capiberibe e demais lideranças do PSB que passaram o fim de semana na região ouvindo os apelos da comunidade.

"Vamos tentar sensibilizar o governador Waldez para que ele regularize o pagamento atrasado e estude o caso dessas parteiras que foram excluídas do programa", comentou a deputada Janete, que, na década de 90, na condição de primeira-dama do Estado, iniciou o trabalho de resgate e valorização das parteiras do Amapá.