Primeiras imagens do incêndio que acontecesse neste momento no bairro Perpétuo Socorro na capital Macapá. (Imagens: Juvenal Canto)
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
PMN sinaliza apoio à reeleição do governador Camilo Capiberibe
Nota de Esclarecimento
A Executiva Estadual Partido da Mobilização Nacional – PMN vem a público
esclarecer que o Partido está aberto a todas as coligações eleitorais com
legendas que tenham afinidade programática com o PMN e querem trabalhar para o
desenvolvimento do Estado do Amapá, inclusive com o Partido Socialista
Brasileiro – PSB, com o qual coligou nas últimas eleições estaduais e ajudou a
eleger o atual governador do Estado, Camilo Capiberibe.
Aldilene Moraes
Presidente da Executiva Estadual do PMN
sábado, 5 de outubro de 2013
Ministra elogia Sarney e governador Camilo diz que o senador pouco vem ao Amapá
Em visita ao Amapá, a Ministra das Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvati, em sua fala elogiou o senador José Sarney (PMDB). "O senador está sendo muito importante para o Amapá".
O governador Camilo Capiberibe (PSB) que falou depois disse a ministra que Sarney raramente vem ao Amapá e cobrou do governo federal investimento no Porto de Santana, celeridade no processo de regularização fundiária e a assinatura da delegação da BR 156 trecho sul. Agradeceu a presidenta Dilma Roussef pelo Cidade Macapaba e investimento em saneamento.
O governador Camilo Capiberibe (PSB) que falou depois disse a ministra que Sarney raramente vem ao Amapá e cobrou do governo federal investimento no Porto de Santana, celeridade no processo de regularização fundiária e a assinatura da delegação da BR 156 trecho sul. Agradeceu a presidenta Dilma Roussef pelo Cidade Macapaba e investimento em saneamento.
Indicação do senador José Sarney impede andamento de regularização fundiária no Amapá
"A questão da regularização fundiária no Amapá é um dos grandes gargalos para o desenvolvimento do Estado. Queremos e precisamos acelerar este processo. A implementação da nossa política de concessão de florestas e a resolução dos conflitos de terras existentes na região dependem desta regularização". Assim, o governador Camilo Capiberibe iniciou, em audiência com o secretário de Regularização Fundiária na Amazônia Legal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Sérgio Lopes, a defesa da urgência de seu governo em obter a transferência definitiva das terras do ex-Território Federal do Amapá, que ainda hoje encontram-se sob domínio da União. A audiência aconteceu em Brasília, no mês de setembro.
Acompanhado pela diretora-presidente do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Ana Euler; diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial (Imap), Marcelo Oliveira; secretários de Planejamento, Juliano Del Castilho; e da Representação em Brasília, Diva Ribeiro; o governador solicitou ao MDA celeridade nas ações de transferência das glebas, especialmente das áreas da Floresta Estadual do Amapá (Flota).
"Lançaremos em outubro o primeiro lote de concessão florestal. São 150 mil hectares da Flota destinadas ao manejo sustentável de madeira no Amapá. É um grande passo para impulsionar a economia do Estado e tornar legal o mercado de abastecimento de madeira", destacou Camilo.
De acordo com técnicos do ministério, o processo de transferência é complexo: exige estudos técnicos, como o georreferenciamento das áreas, e acordos com diversos órgãos, como ICMBio, Incra, SPU e Funai, para definir a destinação das terras, além de análises jurídicas e legislação específica, como decreto do Poder Executivo Federal. Para as demandas apresentadas pelo governador, foram apontados três encaminhamentos para transferência. No que tange às áreas de concessão florestal, localizadas na Flota, o Estado deverá obter, nesse primeiro momento, a CDRU-Concessão de Direito Real de Uso. No caso específico de áreas devolutas, o GEA deverá fazer apenas uma manifestação ao MDA/Serfal para sua arrecadação. Ficou definido também a data de 18 de outubro deste ano para a cerimônia de entrega de cerca de 130 títulos definitivos de propriedade para a população das regiões de Porto Grande.
Durante o encontro, o governador aproveitou para denunciar a postura do coordenador do Programa Terra legal no Estado, Luiz Henrique Costa. Segundo Camilo Capiberibe, Costa é um preposto do senador José Sarney e dificulta o trabalho dos órgãos estaduais que trabalham com ordenamento fundiário e a Flota . "O que vemos no Amapá é uma contradição entre o que o coordenador do Terra Legal deveria fazer, em consonância com a política do Governo Federal, que é a mesma nossa, e o que ele efetivamente faz, ou seja, ao invés de acelerar o processo de regularização fundiária, ele atrasa. Neste ano de 2013, por exemplo, de todos os estados da Amazônia Legal, o Amapá é o único que não tem nenhum título emitido, conforme relatório do próprio MDA. Uma situação, de fato, inadmissível. Além disso, 104 áreas foram georreferenciadas irregularmente dentro da Floresta Estadual do Amapá, no município de Porto Grande, causando desgaste entre o governo e a população local, já que o processo terá de ser refeito", afirmou Camilo. Ele exigiu ainda uma providência imediata do Ministério do Desenvolvimento Agrário sobre essa situação.
domingo, 29 de setembro de 2013
O jornalismo "imparcial" do G1 Amapá
Não é de hoje que a linha editorial
do G1 Amapá se assemelha aos mesmos métodos usados pelo jornal A Gazeta.
Exemplos não faltam. O mais recente foi a abertura da 50ª Expofeira. A
manifestação de pouco mais de 10 pessoas, ganhou destaque no site, ficando o
evento em segundo plano.
As fotos levam o leitor a pensar no
fracasso total do evento. Numa delas aparece o parque de diversões
completamente vazio e quem foi na sexta-feira, 27, a Expofeira sabe muito bem
que aquela imagem não retrata a verdade.
A reportagem feita pela TV Amapá – ( http://g1.globo.com/ap/amapa/amapa-tv/videos/t/edicoes/v/comecou-a-expofeira-agropecuaria-do-amapa/2854593/ ) um
dos veículos de mais credibilidade do Estado – sobre o mesmo tema, deixa claro
que o G1 não segue a cartilha da verdade e a ética no jornalismo, como prega a
Globo.
A emissora mostrou uma Expofeira
totalmente diferente daquela vista pelo repórter do site. Na matéria da
emissora aparece o que o repórter do G1 não viu ou não quis ver. Nela aparece
gente e mostra uma Expofeira como ela realmente é, com opções de lazer,
entretenimento e oportunidade de negócios.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Para atacar Camilo Capiberibe, jornal Tribuna Amapaense forja imagem
Na edição desta semana o jornal Tribuna Amapaense trouxe
como manchete o título “É uma piada”, fazendo referência ao PPA Participativo
usando como argumento de que o mesmo tem pouca participação da comunidade.
Ilustra a capa, uma foto retirada da Agência Amapá - http://www.agenciaamapa.com.br/fotos/5273/
e adulterada e para completar a farsa,
ainda são colocados pintos sob a mesa.
Na matéria fica claro o rancor e o ódio, bem como a falta de
compromisso com a ética no jornalismo. Alias, essa palavra ética não figura no
dicionário de Roberto Gato, dono do Tribuna Amapaense.
No entanto, para entender a fúria do jornal contra o
governador Camilo, basta conhecer a história de Roberto Gato. Ele, na gestão do
ex-prefeito Roberto Góes, tinha mãe, filhas e até ex-esposa, na época já falecida,
como funcionárias da prefeitura de Macapá. Nos últimos oito anos esteve a serviço do
ex-governador Waldez Góes.
Para conhecer melhor Roberto Gato, assista o vídeo abaixo
http://www.youtube.com/watch?v=m3ABzxINIvY
http://www.youtube.com/watch?v=m3ABzxINIvY
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Waldez Góes e Pedro Paulo responderão pelo crime de peculato
O juiz da 4º Vara Criminal da Comarca de Macapá, Matias Pires Neto,
recebeu a denúncia feita pelo Ministério Público do Amapá (MP-AP),
contra os ex-governadores Waldez Góes e Pedro Paulo, além de
ex-secretários de governo, pela prática do crime de peculato. Os réus
serão julgados pela utilização ilegal de recursos provenientes dos
empréstimos consignados contraídos pelos servidores públicos estaduais.
Desde 2003, em razão da Lei nº 10.820, os trabalhadores passaram a
ter mais uma forma de contrair financiamentos bancários: o chamado
empréstimo consignado em folha de pagamento. Nesse tipo de operação, o
trabalhador procura uma instituição financeira, pactua o montante que
receberá e a quantidade de parcelas, além de autorizar que o órgão
público do qual é servidor faça a retenção do valor mensal para, em
seguida, repassar ao banco credor.
"Essa modalidade de empréstimo tem contado com adesão da esmagadora
maioria dos servidores públicos do Estado do Amapá, uma vez que, pela
sistemática adotada, torna-se mais seguro para a rede bancária que pode
apresentar baixas taxas de juros em comparação com as demais linhas de
crédito existentes no mercado", avalia o promotor Afonso Guimarães, que
subscreve a denúncia.
No entanto, para que o sistema funcione, é necessário que o órgão
empregador (nesse caso, o Governo do Estado do Amapá - GEA), faça a
retenção dos valores mensais devidos pelos servidores e, logo em
seguida, proceda ao repasse aos bancos credores.
"Essa relação foi ilegalmente quebrada a partir de novembro de 2009,
quando o então governador, Antônio Waldez Góes da Silva, determinou à
sua equipe de governo, em concurso com o denunciado Haroldo Vitor, à
época secretário estadual de Planejamento, que a partir de então não
mais fizesse o repasse às instituições financeiras, em total afronta às
normas e princípios que vinculam a Administração Pública, assim como
dispositivos de índole criminal", explica o promotor.
A ação do MP-AP destaca que logo começaram a surgir as primeiras
consequências, dentre as mais relevantes, a inscrição dos servidores nos
cadastros de devedores. "A conduta apropriatória do GEA, por seus
gestores, impedia que os débitos dos consumidores, todos eles servidores
do próprio Estado, honrassem os pagamentos dos respectivos
empréstimos", afirma Afonso.
Em 03 de abril de 2010, o então vice-governador e também acusado
Pedro Paulo Dias de Carvalho, assumiu a titularidade do cargo de
governador do Estado. O MP-AP enfatiza, que ao invés de estancar a
ilegalidade patrocinada pelo seu antecessor, Pedro Paulo, não somente se
omitiu na tomada de providências com vista a responsabilidade civil e
criminal, mas manteve o regime apropriatório até o final do seu mandato,
em concurso com os seus secretários de Planejamento Sebastião Máximo e
Nelson Américo (ambos acusados).
"Não bastasse ter mantido a ilegalidade da decisão do seu antecessor,
após a eleição realizada no mês de outubro de 2010, diante da sua
derrota, tratou de assinar junto às diversas instituições bancárias
vários termos de confissão de parcelamento da dívida, contraindo uma
despesa que deixaria para o sucessor", explica o promotor.
Prejuízo
De acordo com as provas apresentadas pelo MP-AP, até dezembro de
2010, os acusados deixaram de repassar somente aos bancos BMG S/A, PINE
S/A, INDUSTRIAL e HSBC BANK BRASIL S/A - BANCO MÚLTIPLO, o valor de R$
68.210.076,90 (sessenta e oito milhões, duzentos e dez mil, setenta e
seis reais e noventa centavos). O MP-AP antecipa que o prejuízo pode ser
ainda maior, posto que várias ações individuais correm no mesmo
sentido.
Em defesa, os acusados alegaram, em síntese, que foram levados à
prática de tais ilícitos pelas "consequências da crise mundial", que
teria abalado as finanças públicas, inclusive do Estado do Amapá. "Isso é
um absurdo, posto que esse dinheiro não pertencia ao Estado e sim ao
servidor. Diante de uma crise é preciso diminuir custos, e, ao
contrário, o que se viu na época, foi um aumento significativo de
programas sociais, como o bolsa família, por exemplo", argumenta Afonso
Guimarães.
Justiça instaura a ação penal:
Na análise da denúncia ofertada pelo MP-AP, o juiz Matias Neto,
assinala "que até o momento, o que existe de provas afigura-se
suficiente a justificar a instauração da ação penal, pois como dito,
vejo presentes prova de materialidade do fato, e indícios suficientes de
que os denunciados dele, pelo menos participaram, o que faz existir
justa causa para o recebimento da denúncia", (trecho da sentença).
Improbidade:Pelas mesmas condutas, os acusados respondem na 6ª Vara
Cível e de Fazenda Pública da Comarca, por atos de improbidade
administrativa com pedido de ressarcimento ao erário, cujo juiz titular
Paulo César do Vale Madeira, marcou audiência para 23 de setembro.
Acusados:Antônio Waldez Góes da Silva, Pedro Paulo Dias de Carvalho,
Haroldo Vítor de Azevedo Santos, Sebastião Rosa Máximo e Nelson Américo
de Morais
Crimes: Peculato (Art.312 do CPB) e Assunção de Obrigação no Último Ano do Mandato ou Legislatura (Art. 359-C)
(MP/AP)
Processo contra o juiz federal João Bosco entra na pauta do CNJ
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| Sobre o julgamento do Juiz federal João Bosco |
O referido processo diz respeito a denúncia formulada pelos procuradores
da república no Amapá devido a uma suposta má conduta do juiz federal
João Bosco no exercício de sua função. Por causa desta denúncia o juiz é
acusado de iniciar uma grande ofensiva contra os procuradores no
intuito de descredibilizá-los frente a opinião pública e até puni-los no
CNMP(Conselho Nacional do Ministério Público). Segundo o juiz, os
procuradores assinaram um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com a MMX
irregularmente e que obtiveram vantagem pessoais com isso.
O julgamento de João Bosco é o item 110 da pauta e possivelmente será julgado no início da noite de hoje.
PAUTA DE JULGAMENTOS DE 23 DE SETEMBRO DE 2013 - 175ª SESSÃO ORDINÁRIA
(Disponibilizada no DJ-e nº 176/2013, em 17/09/2013, pág. 3-38)
PAUTA DE JULGAMENTOS
175ª SESSÃO ORDINÁRIA
Por determinação do Presidente do Conselho Nacional de Justiça, Ministro Joaquim Barbosa, a Secretaria-Geral torna pública a relação de assuntos e processos que serão apreciados em sessão plenária a ser realizada no dia 23 de setembro de 2013 (segunda-feira), a partir das nove horas. Ao final, se subsistirem processos a serem julgados, caberá à Presidência da Sessão designar dia e horário para prosseguimento da Sessão e da prorrogação dos trabalhos, independentemente de nova publicação na imprensa oficial.
O julgamento de João Bosco é o item 110 da pauta e possivelmente será julgado no início da noite de hoje.
PAUTA DE JULGAMENTOS DE 23 DE SETEMBRO DE 2013 - 175ª SESSÃO ORDINÁRIA
(Disponibilizada no DJ-e nº 176/2013, em 17/09/2013, pág. 3-38)
PAUTA DE JULGAMENTOS
175ª SESSÃO ORDINÁRIA
Por determinação do Presidente do Conselho Nacional de Justiça, Ministro Joaquim Barbosa, a Secretaria-Geral torna pública a relação de assuntos e processos que serão apreciados em sessão plenária a ser realizada no dia 23 de setembro de 2013 (segunda-feira), a partir das nove horas. Ao final, se subsistirem processos a serem julgados, caberá à Presidência da Sessão designar dia e horário para prosseguimento da Sessão e da prorrogação dos trabalhos, independentemente de nova publicação na imprensa oficial.
110) PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS 0002108-12.2012.2.00.0000
Relator: CONSELHEIRO FRANCISCO FALCÃO
Requerente:
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interessado:
ADVOCACIA-GERAL DA UNIAO
Requerido:
JOÃO BOSCO COSTA SOARES
Advogados:
RAFAELO ABRITTA - DF015200
LUCIANE CARNEIRO PINTO - DF004745
ROBERTO EDUARDO VENTURA GIFFONI - RJ062121
HERCÍLIO DE AZEVEDO AQUINO - DF033148
Assunto: TRF 1ª Região - Apuração - Denúncia - Conduta - Magistrado.
http://www.cnj.jus.br/advogado/pautas-do-plenario/26316-pauta-de-julgamentos-de-23-de-setembro-de-2013-175-sessao-ordinaria
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Lucas Barreto quer distância do PDT de Waldez Góes
Direto da coluna From, do jornalista Luiz Melo

A quem interessar possa, Lucas volta a esclarecer.
Pra desfazer ‘disse-me-disse’, não vai se revesar no palanque, em 14, com ninguém do PDT.
E não se fala mais nisso, tá?!
A quem interessar possa, Lucas volta a esclarecer.
Pra desfazer ‘disse-me-disse’, não vai se revesar no palanque, em 14, com ninguém do PDT.
E não se fala mais nisso, tá?!
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Randolfe Rodrigues preparou ambiente político para a volta pública do senador José Sarney
O mais radical psolista, como o Babá ex-deputado federal,
pelo Pará, nunca imaginou, caminhar ao lado de figuras como os senadores José
Sarney (PMDB) ou Renan Calheiros (PMDB). Mas pasmem, para o senador Randolfe
Rodrigues (PSOL/AP) isso não é problema.
Durante a sessão no Senado Federal, que comemorava os 70
anos do desmembramento do Amapá, que pertencia à época ao Estado do Pará, o
senador Randolfe Rodrigues, comandou sessão, que trouxe de volta ao cenário
político nacional o senador José Sarney (PMDB).
Os laços desta relação “estranha”, não fica só no
Congresso Nacional, antes, em Macapá, o próprio senador Randolfe Rodrigues e o
prefeito de Macapá, Clécio Luis, pousaram com Silas Assis Júnior, do Jornal A
Gazeta, considerado um dos “homens fortes”, no Amapá, do senador do Maranhão,
Zé Sarney.
Veja a capa da Gazeta de hoje:
sábado, 7 de setembro de 2013
O porquê da prisão de Waldez e a consequência da corrupção para população
Olhem como era o Amapá de
Waldez antes da operação mãos limpas
Desvio de 200 milhões
na educação do Amapá
Folha de São Paulo: Ministério
Público vê desvios de mais de R$ 200 mi no Amapá
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2002201018.htm
Estado de São Paulo: Presidente
da 'comissão de licitação' da Secretaria de Educação era gerente da empresa de
filtros que fechou contrato de R$ 840 mil
...Além do superfaturamento, o laudo do Instituto
Nacional de Criminalística (INC) mostra que a falta de licitação e a escolha de
um filtro rudimentar, montado em uma fabriqueta de fundo de quintal, em vez de
melhorar a qualidade da água consumida, colocou em risco a saúde dos alunos....
Enquanto isso nas nossas
escolas do Amapá durante o governo Waldez...
Trecho da Carta da
diocese da igreja Católica sobre corrupção no Amapá em 2010.
“...É o clamor das
famílias que sofreram por causa do atraso do início do ano letivo e da
precariedade de várias escolas, sem
merenda e sem condições de funcionar de forma satisfatória. Isso prejudicou
duplamente os alunos: pela falta de merenda e pela redução das aulas, que nunca
serão repostas....”
Blog Clay Sam News de
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Escolas do Amapá liberam
estudantes em razão da falta de merenda escolar
http://claynews.blogspot.com.br/2010/02/escolas-do-amapa-liberam-estudantes-em.html
Operação Mãos Limpas: 03 anos de vergonha
No próximo dia 10 de Setembro, completa 03 anos da Operação Mãos Limpas. Waldez Góes, Marília Góes, e mais uma dezena de autoridades foram presos pela Polícia Federal. O reflexo dos desmandos que haviam no Amapá durante o famigerado governo da "Harmonia", o povo sente até hoje. Que essa data sirva de reflexão para todos nós. #VergonhaNuncaMais
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Prefeitura de Macapá fecha posto de saúde por falta de medicamentos
'Não fui atendido no Lélio Silva por falta de medicamentos', diz paciente
Autônomo ficou revoltado com a falta de atendimento no posto de saúde.
Unidade 24h suspendeu os atendimentos nesta terça-feira (3).
A Unidade Básica de Saúde Lélio Silva, localizada no bairro Novo Buritizal, na Zona Sul de Macapá, que funciona 24h, fechou por volta das 21h desta terça-feira (3). Segundo um vigilante do posto que não quis se identificar, os atendimentos foram suspensos por falta de medicamentos.
A estudante Gilcimara Barbosa, de 19 anos, estava dentro da unidade quando ouviu o anúncio de que os portões iriam fechar. Ela conta que chegou a ser atendida, mas que viu pacientes sendo impedidos de entrar. "Eu vi muitas pessoas sendo impedidas de entrar no posto. Após fechar os portões, a unidade só atendeu quem estava lá dentro. E muitos dos que já estavam lá tiveram que comprar remédios na farmácia", relata.
O autônomo Diel Lobato, de 22 anos, não conseguiu atendimento. "É uma falta de respeito com a população. Estou passando mal, mas não pude ser atendido por falta de medicamentos. Isso é um descaso com a população, que sempre paga os impostos em dia", reclama.
O secretário de Saúde do município, Dorinaldo Malafaia, disse ao G1 que vai se pronunciar oficialmente após tomar conhecimento do caso. (Do Portal G1).
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Ligação telefônica revela que Sarney dava orientações para Waldez armar contra os Capiberibe
Uma ligação telefônica em 2010, do ex-governador Waldez Góes
(PDT-AP),-que viria a ser preso dias depois na Operação “Mãos Limpas” da
Polícia Federal- ao senador José Sarney (PMDB-AP), mostra claramente que as
orientações e estratégias durante o processo eleitoral daquele ano eram dadas
pelo senador Maranhense.
A gravação deixa a entender que Sarney era o grande mentor
da “harmonia”, grupo de poder com ramificações no Legislativo, Executivo e
Judiciário, que governou o Amapá de 2003 a 2010. O objetivo dos adversários
históricos do PSB era impedir a eleição do casal João e Janete Capiberibe.
A estratégia seria mover ações judiciais para tentar ganhar
no tapetão, uma prática já conhecida do PMDB do senador José Sarney, que foi
acusado pelo PSB de armar a cassação no TSE, movida por Gilvam Borges contra os
Capiberibe no ano de 2005.
Veja a gravação degravada:
Outra pessoa – Oi!
Waldez – Alô! Waldez...
Outra pessoa – Oi governador! Tô passando.
Sarney – Alô Waldez! Como vai?
Waldez – Não sei se o senhor viu a minha pergunta? Tô
ligando mais pra ver qual é a sua orientação e a sua avaliação sobre essa
questão do processo da Janete e do Capiberibe.
Sarney – O que houve no processo da Janete e do Capiberibe?
Waldez – Não! É que ontem saiu a decisão de negação de
registro de candidatura da Janete me parece que amanhã é do Capiberibe o
julgamento lá em Brasília.
Sarney – Sim! Olha aqui! Eu vim hoje aqui! Eu peguei um
avião agora que eu tô sem avião, porque o Mauro, eu briguei com ele e perdi o
avião dele né! Então eu peguei um “king air”, que me trouxe aqui para a
campanha da Roseana, eu vim aqui só pra passar o dia, porque o avião tem que
voltar hoje de noite, e eu queria conversar com você, mas eu queria que ninguém
soubesse que eu estou aqui. Tá?
Waldez – Tá tranquilo!
Sarney – Passa aqui em casa, eu cheguei agora neste momento.
Waldez – Ah! O senhor está aqui em Macapá?
Sarney - Tô! Passa
aqui em casa nesse momento, mas não deixa ninguém saber que eu tô aqui.
Waldez – Tá ok!
Sarney – Um abraço! Tchau!
Assessores do senador Randolfe Rodrigues utilizam carro oficial da PMM durante congressos do PSOL
O que este carro oficial da
Prefeitura de Macapá com vários assessores do Senador Randolfe Rodrigues (PSOL)
faziam estacionados em frente a um restaurante, no dia 07 de agosto de 20113 (ver
foto) no distante município do Amapá, que fica 302 km da capital Macapá?
Coincidência ou não o veiculo oficial da PMM esteve circulando com assessores
do senador Randolfe exatamente no período que estava ocorrendo o congresso do
PSOL nos municípios de Amapá, Calçoene e Pracuuba conforme consta neste link
oficial do site nacional do Psol, confira: http://www.psol50.org.br/ 4congresso/site/agenda- plenarias?uf=3&cidade=0
Além, disso a própria
assessoria do senador Randolfe, divulgou nota informando que o “PSOL/AP deu
início ao calendário de plenárias que serão realizadas em 15 municípios do
Amapá, nos meses de Agosto e Setembro. Os primeiros encontros já estão
ocorrendo em Oiapoque, Calçoene, Amapá e Pracuúba”.
O que a assessoria do senador
Randolfe Rodrigues, não divulgou foi que durante a plenária do município de
Amapá, um carro oficial da Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), estava dando
suporte para o partido na mobilização, o que é ilegal, principalmente, para o
PSOL que prega discurso de moralidade na política.
sábado, 31 de agosto de 2013
Jornalistas ligados a oposição são derrotados na eleição do Sindjor/AP
A aliança entre o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOl), que estiveram juntos durante a greve do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação do Amapá (Sinsepeap) foi repetida durante a eleição do Sindicato dos Jornalistas do Amapá (Sindjor-Ap) para a escolha da vice-presidência da entidade. Dessa vez, a aliança PSOL e PDT foi derrotada.
Uma disputa acirrada entre o jornalista Olívio Fernandes e a jornalista Iuziane Launé, que mantém relações fortíssimas com o PSOL e o ex-senador Gilvam Borges (PMDB), terminou com o placar de 15 a 14, a favor de Olívio Fernandes. Também foi eleito, como diretor financeiro, Osvaldo Simões, da mesma chapa, que tem como presidente do Sindjor-AP a jornalista Denise Quintas.
A eleição ocorreu nesta sexta-feira, 30, no auditório do Conselho Regional de Medicina (CRM-AP).
Senador Capi defende fim de voto secreto e cassação automática de mandato
O senador João Capiberibe (PSB-AP) disse nessa semana que o que
aconteceu na última quarta-feira, 28, na Câmara Federal, fugiu
completamente da praxe utilizada pelo Parlamento brasileiro.
Capiberibe disse ter acompanhado a votação, que foi secreta, com sua mulher, a deputada Janete Capiberibe (PSB-AP). A parlamentar, informou ele, ficou constrangida com o resultado.
O senador criticou a decisão da Câmara Fede-ral de manter o mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), condenado a 13 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal por liderar desvio de recursos da Assembleia Legislativa de Rondônia.
João Capiberibe defendeu o fim do voto secreto e a perda automática de mandato de parlamentar após condenação judicial transitada em julgado.
“Ela ficou envergonhada de sua condição de re-presentante popular. Evidente que nos atinge, não só a ela, mas nos atinge a todos essa decisão de quarta-feira”, disse o senador João Capiberibe ainda a respeito da esposa dele, deputada Janete Capiberibe.
O senador disse que a decisão da Câmara ajudou a desqualificar a política brasileira e a colocar todos os parlamentares do país nessa desqualificação.
“Se nós generalizamos e desqualificamos a política, estamos cassando a possibilidade de mudança de melhoria da vida coletiva. Não é possível aceitar a desqualificação de todos porque isso é o que deseja aqueles que têm como estratégia desqualificar a democracia”, disse Capiberibe.
O senador afirmou ainda que parlamentares também têm usado o voto secreto para se vingar de membros do Poder Judiciário. O senador citou o caso de dois procuradores, Vladimir Aras e Wellington Saraiva, recentemente rejeitados pelos senadores para cargos no Conselho Nacional do Ministério Público e no Conselho Nacional de Justiça, respectivamente.
Para Capiberibe, o voto secreto dá aos parlamentares condições de votar em desacordo com a sociedade sem sofrerem desgaste com a opinião pública.
“O voto secreto não exige explicação de quem vota. Do meu ponto de vista, essa é uma situação que precisa urgentemente deixar de acontecer. Nós somos eleitos pelo voto secreto do povo, mas os nossos atos aqui têm que ser absolutamente transparentes” afirmou o parlamentar.
Capiberibe disse que os 133 deputados que votaram pela manutenção do mandato de Donadon se aliaram ao crime. “A Câmara Federal tem um representante seu como um detento preso na Papuda. Eu acho que isso tem que servir de lição para que haja de fato um encaminhamento urgente para nós resolvermos essas pendências. Há regras que precisam ser mudadas com mais rapidez”, disse. Ele lembrou que o Senado já decidiu que o voto para cassação de mandatos deve ser aberto. Cabiperibe sugeriu que nesta segunda-feira, 2, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), marque uma agenda com o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), para votar imediatamente o fim do voto secreto.
O senador defendeu ainda a votação célere da proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2013, que define a perda automática de mandato após condenação judicial transitada em julgado. “Nós estamos aqui para fazer da política um instrumento da mudança, para fazer da política o orgulho do cidadão. É difícil? É. Aqueles que sonham e que querem melhorar esta sociedade são poucos. Infelizmente a maioria ainda trabalha na expectativa de melhorar as suas condições”, lamentou.
Capiberibe disse ter acompanhado a votação, que foi secreta, com sua mulher, a deputada Janete Capiberibe (PSB-AP). A parlamentar, informou ele, ficou constrangida com o resultado.
O senador criticou a decisão da Câmara Fede-ral de manter o mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), condenado a 13 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal por liderar desvio de recursos da Assembleia Legislativa de Rondônia.
João Capiberibe defendeu o fim do voto secreto e a perda automática de mandato de parlamentar após condenação judicial transitada em julgado.
“Ela ficou envergonhada de sua condição de re-presentante popular. Evidente que nos atinge, não só a ela, mas nos atinge a todos essa decisão de quarta-feira”, disse o senador João Capiberibe ainda a respeito da esposa dele, deputada Janete Capiberibe.
O senador disse que a decisão da Câmara ajudou a desqualificar a política brasileira e a colocar todos os parlamentares do país nessa desqualificação.
“Se nós generalizamos e desqualificamos a política, estamos cassando a possibilidade de mudança de melhoria da vida coletiva. Não é possível aceitar a desqualificação de todos porque isso é o que deseja aqueles que têm como estratégia desqualificar a democracia”, disse Capiberibe.
O senador afirmou ainda que parlamentares também têm usado o voto secreto para se vingar de membros do Poder Judiciário. O senador citou o caso de dois procuradores, Vladimir Aras e Wellington Saraiva, recentemente rejeitados pelos senadores para cargos no Conselho Nacional do Ministério Público e no Conselho Nacional de Justiça, respectivamente.
Para Capiberibe, o voto secreto dá aos parlamentares condições de votar em desacordo com a sociedade sem sofrerem desgaste com a opinião pública.
“O voto secreto não exige explicação de quem vota. Do meu ponto de vista, essa é uma situação que precisa urgentemente deixar de acontecer. Nós somos eleitos pelo voto secreto do povo, mas os nossos atos aqui têm que ser absolutamente transparentes” afirmou o parlamentar.
Capiberibe disse que os 133 deputados que votaram pela manutenção do mandato de Donadon se aliaram ao crime. “A Câmara Federal tem um representante seu como um detento preso na Papuda. Eu acho que isso tem que servir de lição para que haja de fato um encaminhamento urgente para nós resolvermos essas pendências. Há regras que precisam ser mudadas com mais rapidez”, disse. Ele lembrou que o Senado já decidiu que o voto para cassação de mandatos deve ser aberto. Cabiperibe sugeriu que nesta segunda-feira, 2, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), marque uma agenda com o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), para votar imediatamente o fim do voto secreto.
O senador defendeu ainda a votação célere da proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2013, que define a perda automática de mandato após condenação judicial transitada em julgado. “Nós estamos aqui para fazer da política um instrumento da mudança, para fazer da política o orgulho do cidadão. É difícil? É. Aqueles que sonham e que querem melhorar esta sociedade são poucos. Infelizmente a maioria ainda trabalha na expectativa de melhorar as suas condições”, lamentou.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
G1 Amapá ou Gazeta1?
Linha editorial do G1-AP tenta camuflar feitos do governo
Não precisa ser especialista da área jornalística, basta um olhar mais atento para enxergar claramente a má vontade da editoria do G1 com a administração estadual:
Prefeitura
de Macapá reduz tarifa de ônibus em R$ 0,20 (Cita feito da prefeitura, diferente da redução da tarifa intermunicipal, onde não citou feito do GEA)
A TV Amapá, afiliada à Rede Globo de Televisão, emissora com mais tempo de inserção no mercado e maior recebedora de verbas públicas dos governos, se tornou o principal veículo de comunicação do Estado. A
proposta da Rede Amazônica, em trazer o jornalismo da empresa para a internet,
a principio teria o mesmo objetivo. Mas pela linha adotada pelo Portal de
Notícias G1 Amapá, o projeto está mais para ser um mero instrumento para
reproduzir conteúdos adotados pelo jornal A Gazeta que faz oposição declarada ao atual governo.
Um dos últimos feitos do Portal G1, foi escolher apenas um, entre 43 processos já analisados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), para atacar o atual governo. Parece que a linha editorial do bom jornalismo de combater a corrupção e denuciar as mazelas sociais, tanto clamada pelas organizações "Globo" e pela grande mídia nas manifestações de junho foram esquecidas pela equipe do G1-AP. Nem lembraram que o TCE é alvo de investigações da PF e teve diversos conselheiros afastados desde 2010.
Um dos últimos feitos do Portal G1, foi escolher apenas um, entre 43 processos já analisados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), para atacar o atual governo. Parece que a linha editorial do bom jornalismo de combater a corrupção e denuciar as mazelas sociais, tanto clamada pelas organizações "Globo" e pela grande mídia nas manifestações de junho foram esquecidas pela equipe do G1-AP. Nem lembraram que o TCE é alvo de investigações da PF e teve diversos conselheiros afastados desde 2010.
Vale lembrar que o TCE-AP funciona num prédio da Av. FAB e não tem escritórios em outros municípios, contando com um efetivo de funcionários reduzido. O órgão auxiliar da Assembleia Legislativa é alvo de investigação da PF e do STJ na Operação "Mãos Limpas" que prendeu o ex-presidente Júlio Miranda (dono de carros de luxo), acusado de fazer farra com dinheiro público e desviar milhões dos cofres da instituição. Até hoje o TCE-AP, conhecido por ser um "antro de corrupção" não abriu a sua caixa-preta para que o povo amapaense e outros poderes possam saber onde é gasto a fortuna que ultrapassa o orçamento de diversas prefeituras do Amapá.
O portal G1-AP que tem como
editora-chefe, Lorena Kubota (ex-chefe do jornal A Gazeta), esqueceu que entre os 43
processos, estão condenações de ex-gestores e a abertura de investigação contra
a deputada Marília Góes e o ex-prefeito de Macapá, Roberto Góes. Curiosidade
ou não, no dia seguinte, o mesmo assunto saiu como chamada de capa do jornal A
Gazeta de propriedade de Sillas Assis Jr, fiel escudeiro do senador José Sarney e opositor do governo. Fica a pergunta qual a razão do portal
G1 blindar Waldez, Marilia e Roberto Goes? O braço das organizações Globo na internet esqueceu das prisões desses políticos e do montante de recursos públicos desviados por esse grupo político que a "PF" chamou de "organização criminosa"?
A chefe do G1-AP que veio do jornal "A Gazeta", ligado ao senador José Sarney, tem adotado uma linha tendenciosa no portal G1 contrárias ao governo e/ou diminuindo os feitos do GEA de maneira
velada, utilizando jornalismo camuflado como incluir pontos negativos em
agendas positivas ou excluindo nas manchetes a participação do GEA em ações de
políticas públicas. Parece que a chefe da equipe do G1-AP tem adotado a mesma linha a mesma adotava quando comandava a redação do jornal "A Gazeta", mudando e interferindo em pautas e textos, conforme relatos de jornalistas que saíram do jornal e até hoje estão na justiça pra tentar receber meses de salários atrasados.
Não precisa ser especialista da área jornalística, basta um olhar mais atento para enxergar claramente a má vontade da editoria do G1 com a administração estadual:
Veja
alguns exemplos de matérias positivas que as manchetes do G1 excluem o GEA:
"Candidatos
aprovados em concurso da saúde no Amapá tomam posse" (Não afirma que foi o GEA que chamou os concursados)
Estudantes
do EJA vão receber auxílio de R$ 120 para voltarem às aulas (Esquece de citar que as bolsas fazem parte do
programa Educa Jovem, lançado pelo GEA)
Escolas
vão utilizar lousas digitais que dispensam uso de pincel e giz (Não cita que ação de modernizar
as escolas é do GEA)
Crianças
plantam árvores em conjunto habitacional, em Macapá (Não cita que a construção do Conjunto Cidade Macapaba está sendo executada pelo GEA com recursos do governo federal)
Preço da
passagem de ônibus entre Macapá e Santana reduz em R$ 0,15 (Esqueceu de citar que feito é uma decisão polítca do GEA que reduziu a tarifa
intermunicipal)
Vejam as
matérias relativas à PMM e note a clara diferença de tratamento:
Concurso
da Prefeitura vai abrir 800 vagas para a área da educação (Cita feito futuro da PMM, diferente da matéria sobre concursados do AP onde não cita que feito é do governo, onde foram feitas inúmeras chamadas do concurso)
Prefeitura
de Macapá quer regularizar 60 mil lotes em 5 anos (cita ação da PMM)
"Pleno do
TCE mantém suspensão de licitação de R$ 88 milhões em Macapá" (Não citou o nome "PMM" ou a gestão do prefeito do PSOL)
Macapá
Verão leva 200 mil pessoas aos balneários, calcula prefeitura (Cita feito da prefeitura)
Denuncismo na saúde: "A harmonia reage"
Vendo o
Amapá mudar, a direita harmoniosa composta pelos grupos que foram apeados do
poder com a eleição do governador Camilo, planta factóides para tentar
influenciar negativamente na opinião pública, diante de avanços reais do
Estado.
O
Conselho de Enfermagem (Coren), a partir de uma “denúncia anônima”, de que
teria ocorrido 12 mortes de recém-nascidos na Maternidade Mãe Luzia, foi para a
“imprensa”, leia-se jornal "A Gazeta" – notório pasquim porta-voz da harmonia –
alardear irresponsavelmente a pseudo denúncia, sem que tivesse a preocupação de
apurar a veracidade do fato.
A
motivação real para tal ação midiática da oposição foi o lançamento
pelo governo do Amapá da obra da Maternidade do Parto Normal ocorrido
nesta quarta (28). A oposição ao governo, que não construiu nenhuma obra
estruturante na saúde nos oitos anos que governou o Amapá, precisava pautar a mídia
para tentar diminuir o impacto dessa obra tão importante para as mulheres e a saúde pública do estado.
O triste
de tudo isso é ver a utilização de uma entidade tão importante para os
enfermeiros e consequentemente para a saúde da população do Amapá - como é o
Coren - nesse sórdido jogo político patrocinado por grupos conservadores
acusados de todo tipo de delitos contra o patrimônio público do povo amapaense.
domingo, 18 de agosto de 2013
Amapá confirma participação na 41ª Feira de Turismo das Américas 2013
Promover a comercialização de produtos e serviços em novos negócios
turísticos, este é o objetivo da 41ª Feira de Turismo das Américas
(Abav) 2013, que ocorrerá no período de 4 à 8 de setembro, no Pavilhão
de Exposições do Anhembi, na capital paulista. A Secretaria de Estado do
Turismo (Setur), Associação de Agências de Viagens (Abav/AP) e
entidades parceiras, organizam-se para apresentar os atrativos
turísticos do Amapá no evento.
Amapá confirma participação na 41ª Feira de Turismo das Américas 2013 (Foto: Kelly Knevels)
Conhecido como maior centro de exposições da América Latina para
realização de feiras de negócios, o Pavilhão de Exposições do Anhembi
terá disponível uma área de exposição de 58,2 mil metros quadrados, com
11 salas de treinamento e capacitação em um espaço de debates do
turismo, denominado Vila do Saber.
O Amapá participará do espaço, com exposição de artesanato,
degustação da gastronomia local, divulgação dos atrativos e produtos
turísticos do estado, por meio de material promocional e apresentação
cultural.
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